
Rafael Correa, presidente do Equador: mais um indio caloteiro vai botar a mão na nossa Petrobras como se a Petrobras fosse do Lula.
Em 4 de abril de 2007, Lula recebia a visita de Rafael Correa, Presidente do Equador. Como sempre, perdulário com o bem público, Lula prometia mundos e fundos para o presidente do paiseco dos chapéus panamás. Especialmente o dinheiro fácil da Petrobras, escolhida pelo incompetente como se fosse o seu banco internacional, de onde retira o dinheiro brasileiro para alimentar o ego e o sonho pueril de ser o grande líder latino-americano.
Sobre a Petrobras, discursava Lula, o Perdulário:
"A Petrobrás tem sido sócia fundamental em todos esses empreendimentos, com planos de acumular investimento total de quase 1 bilhão de dólares no Equador até 2010. Confiamos em que essa empresa estatal, internacionalmente reconhecida por seus padrões de eficiência e preservação ambiental, poderá continuar colaborando, em estrito respeito às leis equatorianas, com o desenvolvimento dos recursos petrolíferos do país irmão".
Pois hoje o presidente equatoriano deu um ultimato para a Petrobras, seguindo os mesmos passos de Evo Morales, para alegria e deleite de Hugo Chávez, este sim, o grande líder da bugrada incaica que habita o continente e que afana o capital brasileiro.
Rafael Correa disse que a Petrobras ( e as demais empresas estrangeiras) tem três opções. A primeira opção é continuar devolvendo para o Estado 99% de qualquer ganho extraordinário com aumento de preços. A segunda escolha é renegociar os contratos, firmados, segundo Correa, "com voracidade neoliberal, verocidade dos social-cristãos, voracidade que as máfias de sempre fizeram", completando que o Equador "vai pagar dez dólares por barril". Já a última opção é “se não estão contentes não há problema. Quanto investiram? U$ 200 milhões? Pois peguem os seus U$ 200 milhões e se vão bonitos, que a Petroecuador explorará este campo. Porém não permitiremos que sigam levando em peso o nosso petróleo."
Voltemos aquele 4 de abril de 2007, quando Lula recebia o índio companheiro, o bolivariano, o socialista, mais um presidente de esquerda e dizia:
"Desejo muita sorte, meu caro companheiro Correa, muita sorte. Aliás, muita não, toda a sorte do mundo que um homem precisa ter nas transformações que está realizando em benefício do povo equatoriano. Quero que você saiba, presidente Correa, que o meu governo e o Brasil serão parceiros do seu governo e parceiros do Equador para que a gente possa construir, nos próximos quatro anos, aquilo que não fomos capazes de construir nos últimos 40 ou 50 anos. Conheço a sua disposição política, conheço a sua vocação em benefício do povo oprimido e mais pobre do Equador. E eu tenho certeza de que, levando à frente a política norteada pelos ideais que te elegeram Presidente da República do Equador, você pode fazer pelo Equador aquilo que outros presidentes não conseguiram fazer".
Tendo em vista esta postura permissiva de Lula, de entreguismo claro e cristalino, Rafael Correa foi lá e fez: vai meter um pé no traseiro da Petrobras, assim como fez Evo Morales. E o Brasil vai amargar mais algumas centenas de milhões de dólares de prejuízo. Se temos tanto petróleo no Campo Tupi, por que ficar enfiando dinheiro na taba desta indiada caloteira? Só mesmo em nome do Foro de São Paulo, do sonho bolivariano, da "paixão"pela revolução cubana.










Cabeleira do Zezé
























