Debate no conceituadíssimo programa “Maria Elvira Confronta”, da jornalista cubano-americana Maria Elvira Salazar, transmitido pelo Canal 22 da televisão a cabo de Miami, sobre o diálogo Estados Unidos-Cuba.Obama cederá?
sábado, 18 de abril de 2009
Obama cederá?
Debate no conceituadíssimo programa “Maria Elvira Confronta”, da jornalista cubano-americana Maria Elvira Salazar, transmitido pelo Canal 22 da televisão a cabo de Miami, sobre o diálogo Estados Unidos-Cuba.Obama cederá?
Diplomacia de boteco.
Dilma e a co-autoria.
Dilma Rousseff, em entrevista, confessando ter sido organizadora dos crimes cometidos pela organização terrorista onde militava.
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Ocorre co-autoria (no Direito penal) quando várias pessoas participam da execução do crime, realizando ou não o verbo núcleo do tipo. Todos os co-autores, entretanto, possuem o co-domínio do fato. Todos praticam fato próprio. Enquanto o co-autor participa de fato próprio, o partícipe contribui para fato alheio. Três são os requisitos da co-autoria:
1) pluralidade de condutas;
2) relevância causal e jurídica de cada uma;
1’) o co-autor intelectual: que tem o domínio organizacional do fato e, desse modo, organiza ou planeja ou dirige a atividade dos demais. É também chamado de "co-autor de escritório" ou autor de escritório;
2’) o co-autor executor: é quem realiza o verbo núcleo do tipo (ou seja, quem realiza a ação descrita no tipo legal);
3) o co-autor funcional: que participa da execução do crime, sem realizar diretamente o verbo núcleo do tipo. É co-autor funcional tanto o participante do fato que tem o seu co-domínio (quem segura a vítima para que o co-autor executor venha a desferir o golpe com o punhal), como o autor qualificado nos crimes próprios (que exigem uma especial qualificação do agente). No peculato, por exemplo, o funcionário público que participa do delito é, no mínimo, co-autor funcional, caso não realize o verbo núcleo do tipo (apropriar-se,v.g.).
Pegou!
O blog do "cara".
Vôo dos corruptos(3).
O ministro Hélio Costa (Comunicações) utilizou passagens aéreas do Senado para viajar até Miami com sua família em janeiro deste ano, no período em que estava em férias. Licenciado da Casa desde que assumiu o ministério em julho de 2005, ele pediu os bilhetes para o seu suplente, senador Wellington Salgado (PMDB-RJ). A cota de passagem dos senadores é destinada ao exercício da atividade parlamentar. Como a definição é genérica, cabe a cada um definir o que interessa ao seu mandato. O ministro disse que devolverá os bilhetes por meio de milhas, que podem ter sido acumuladas com a própria viagem paga pelo Senado. Salgado disse que esta não foi a primeira vez que ele deu passagem aérea para o ministro. "Ele já usou outras vezes a minha cota", disse, sem especificar quantas. A Folha apurou que Costa não restituiu o Senado pelo uso desses bilhetes. Segundo o site Congresso em Foco, a viagem ocorreu no dia 8 janeiro com destino a Miami. O ministro, que estava acompanhado de mulher e filhos, confirmou que estava em férias na ocasião, mas que participou de evento da Câmara Brasil-Estados Unidos como representante do governo brasileiro. Ele disse que, como ministro, poderia ter solicitado ao governo passagem de primeira classe, no valor de R$ 8.000, mas não o fez. Neste caso, porém, a passagem seria apenas para ele. Em nota, Costa afirmou que enviou requerimento à Mesa Diretora do Senado e que pode devolver o valor em dinheiro "em caso de dúvida". O primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), disse que a responsabilidade pelo uso da cota de passagem é de cada senador e que Salgado deve se explicar. A doação de passagens da cota para parentes, assessores e correligionários foi legalizada anteontem pelo Senado que definiu, em ato, essa possibilidade. A norma, porém, diz que os bilhetes devem ser usados para atender ao mandato.Senadores têm direito a cinco bilhetes por mês. O valor depende do Estado, mas é cotado pela maior tarifa das empresas aéreas, o que permite aos congressistas com um bilhete comprar outros em promoção. A cota para Minas, por exemplo, é de R$ 15 mil por mês.O Ministério Público Federal já considerou o repasse das passagens para terceiros ilegal, mas a recomendação não foi seguida pelo Congresso.Na semana passada, a Folha revelou que a principal secretária do ministro, Eliana Maria Ros, é contratada pelo gabinete de Salgado como funcionária de confiança. Apesar de o seu expediente ser no ministério, a Folha apurou que ela recebe do Senado até pagamento por hora extra. Por mês, ela recebe R$ 7.484,43. Salgado disse que ela será exonerada.O filho do ministro também era, até 2008, servidor fantasma. Só foi demitido depois de a Folha revelar que ele estava contratado no gabinete do senador paraense Flexa Ribeiro (PSDB), embora morasse em Belo Horizonte. Na época, o senador admitiu que não conhecia o funcionário, que dizia ser seu assessor de imprensa.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Frase do dia.
Feriadão.
Rir é o melhor remédio.
"O Governo Federal está concedendo a cada um de nós uma bolsa de U$ 600,00. Se gastarmos esse dinheiro no supermercado Wall-Mart, esse dinheiro vai para a China. Se gastarmos com gasolina, vai para os árabes. Se comprarmos um computador, vai para a Índia. Se comprarmos frutas e vegetais, irá para o México, Honduras e Guatemala. Se comprarmos um bom carro, irá para a Alemanha ou Japão. Se comprarmos bugigangas, irá para Taiwan... E nenhum centavo desse dinheiro ajudará a economia americana. O único meio de manter esse dinheiro na América é gastá-lo com prostitutas e cerveja, considerando que são os únicos bens ainda produzidos por aqui. Estou fazendo a minha parte..."
Comentário de um executivo brasileiro demitido de um banco daqueles que existiam, mesmo assim bem-humorado...
"Realmente a situação dos americanos parece cada vez pior. Depois da compra da Budweiser pela AmBev (meio belga, meio brasileira), restaram apenas as prostitutas. Porém, se elas (as prostitutas) repassarem parte da verba para seus filhos, a maior parte dessa grana irá para o Brasil, mais propriamente para Brasília."
Petista detona "Minha Casa,Minha Dilma".
Pergunta que não quis calar.
No vídeo acima, gravado no dia de ontem na reunião da ALBA, Raúl Castro conta o episódio da pergunta inesperada feita por um jornalista brasileiro "insolente e provocativo". O tirano cubano aproveita para elevar a sua voz contra a liberdade de imprensa, assunto preferido pelos ditadores bolivarianos. Por aqui, até hoje a imprensa brasileira amiga de Cuba que toma conta dos blogues e redações não identificou o autor da pergunta que, pelo que se vê, calou fundo na consciência do tirano, pouco acostumado a ser inquirido de forma livre. Abaixo, a transcrição exata da pergunta e da resposta que balançou o ajudante de assassinatos de Che(conforme provas fotográficas!):
Periodista brasileño—¿Y los disidentes cubanos que fueron fusilados?
Raúl Castro—¡No me vengas con disidentes!, esa historia la conozco de sobra. Por qué no me hablas de los 57 millones de dólares que como presupuesto aprobó el Congreso de Estados Unidos para pagar agentes, que ese es el papel que desempeñan. Esos son los disidentes. Por qué no me hablan de los Cinco Héroes nuestros que no hicieron nada contra Estados Unidos y llevan 10 años prisioneros, y que fueron juzgados incorrectamente y hay uno que está condenado a dos cadenas perpetuas. Y no me vengas con esa pregunta que ya la sabemos de plantilla.
Da Petelândia, a terra do "eu não sabia".
Bolsa-avião para senadores e deputados.
Até direitos humanos.
A frase acima é de Raúl Castro, o presidente assassino(comprovado por fotos!) de Cuba. O que comprova que o jornalista brasileiro que escreveu o editorial da Folha de São Paulo, publicado abaixo, defende mais a ditadura cubana do que o próprio ditador.
E o embargo contra a liberdade?
"O presidente Obama deveria aproveitar o momento e eliminar essa hipócrita restrição comercial de 47 anos, que só faz aumentar a coesão do regime, enquanto castiga a população cubana. Com 11 milhões de habitantes e um PIB de US$ 55 bilhões, comparável ao do Equador, Cuba tem importância econômica negligenciável na América Latina. Seu peso geoestratégico esvaiu-se há duas décadas, com o fim da Guerra Fria. Comércio, infraestrutura, energia, imigração, cooperação contra o narcotráfico são os temas que realmente importam no continente. Mas, para que a agenda possa avançar com maior velocidade, é preciso que os EUA encerrem de vez o contencioso com Cuba -o que não implica abrir mão, evidentemente, de condenar as violações sistemáticas aos direitos humanos patrocinadas pela ditadura cubana."
A Folha, com este editorial, comete um desrespeito contra os direitos humanos, especialmente aqueles relacionados com a sua área de atividade: a imprensa. Deveria ter publicado que o embargo não é econômico. É ético. E que antes de "comércio, infraestrutura, energia, imigração e cooperação contra o narcotráfico" está a liberdade de um povo. Deveria defender os mais de 20 jornalistas que estão nas masmorras cubanas por simples delitos de opinião. Entre eles o Prêmio Internacional de Liberdade de Imprensa de 2008, Héctor Maseda Gutiérrez. E o número não é da "direita raivosa", mas da CPJ, Comissão de Proteção dos Jornalistas e do Repórteres Sem Fronteiras. Estes jornalistas aprisionados são considerados "criminosos de consciência". Por que os editorialistas da Folha não defendem a liberdade dos seus colegas de profissão?Nenhum jornalista cubano pode sair do país, a não ser em cima de um bote. Toda a imprensa é estatizada, a internet é inacessível, a polícia castrista impede qualquer manifestação política. O estado criminoso e assassino de Cuba não é fruto do embargo econômico mantido pelos Estados Unidos da América, mas é o resultado de uma ditadura sinistra e macabra que aprisiona um povo, como se em volta da ilha existissem grades invisíveis, mas intransponíveis. O embargo que precisa acabar é aquele exercido contra a liberdade, mantido a ferro e fogo pelas mãos sujas de sangue dos irmãos Castro, com a cumplicidade de Lula, Chávez, Evo e outros "marxistas-leninistas", como intitulava a si e aos demais bolivarianos presentes o índio cocalero, ontem, na reunião da ALBA. Este embargo acaba de receber o apoio editorial da Folha de São Paulo. Hipócrita não é o embargo à Cuba. Hipócrita, sem dúvida, é Otávio Frias que, em última análise, é quem assina o texto. Não, jornalista Frias, não basta "condenar". Tem que prender os assassinos que cometem crimes desta magnitude contra seres humanos. Os cubanos podem optar de quem vão comprar, pois o embargo é exclusivamente norte-americano. O Brasil, por exemplo, nem vende: dá de presente. É muito cinismo, é muita hipocrisia.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Que bando!
Frase proferida aos gritos pelo índio cocalero Evo Morales, durante a reunião da Alternativa Bolivariana, realizada hoje na Venezuela, sob aplausos entusiasmados de Hugo Chávez, o Mico Mandante, Raul Castro, o assistente de assassinatos do Che, Daniel Ortega, o pedófilo, e Fernando Lugo, o bispo taradão.
Nas asas da corrupção(3).
Segundo o Contas Abertas, o enlameado e corrupto Senado da República já gastou quase R$ 1,9 milhões em viagens ao exterior, até 15 de abril de 2009. Para cada cinco passagens emitidas para viagens dentro do Brasil, foi emitida uma passagem para o exterior, em valores. Pensem aí. Por qual motivo os podres senadores viajaram tanto para o exterior em janeiro, fevereiro, março e abril? Férias, amigos e amigas, férias às custas dos cofres públicos, férias para a mulher, para a prole, para a parentalha da gentalha. O valor tungado pelos senadores cobre o preço de mais de 500 bilhetes de U$ 1,5 mil. É como se cada um dos 81 senadores tivesse feito 6 viagens ao exterior nos últimos 75 dias, já que só voltaram a trabalhar em 2 de fevereiro. Ah, alguém vai dizer que eles viajam em executiva e primeira classe e isto custa caríssimo. Nada disso. Esta corja de vagabundos - onde não escapa nenhum! - tem upgrade automaticamente. Esqueceram que eles têm um diretor de embarque e de marcação de assentos despachando dentro do aeroporto? Fica vermelha, cara sem vergonha.
É por isso que Lula nada de braçada.
O dinheiro sumiu: foi o "cara"!
Nariz Gelado publica na íntegra o novo episódio de South Park. Nele, um certo dinheiro sumiu. Foi devidamente embolsado. Por quem? Pelo"cara" e sua turma. Não perca, assista agora.Não é a luz no fim do túnel: é um Mercedão!
Nas asas da corrupção(2).
Lembra das FARC?
Interessado.
Nas asas da corrupção.
PTbras: arraiá dos corruptos.
Petrobras contratou uma ONG dirigida por Aldenira da Conceição Sena, vice-presidente do PT da Bahia, para gerenciar R$ 1,4 milhão destinado ao financiamento das festas de São João em 26 municípios do interior do Estado em 2008. Conceição Sena, também ligada à CUT, é funcionária do gabinete do líder do PT na Assembleia, Paulo Rangel, por sua vez autor do projeto de lei que concedeu título de "utilidade pública" à Aanor (Associação de Apoio e Assessoria a Organizações Sociais do Nordeste). Entre outros benefícios, esse status permite à ONG abater doações do Imposto de Renda.A Aanor atua como intermediária no repasse do dinheiro às prefeituras. Procurada pela Folha, Conceição Sena afirma que a ONG é responsável por reembolsar as empresas que atuam no São João. "As entidades e as prefeituras contratam o serviço e apresentam nota. O pagamento é ao fornecedor", diz. Ela declarou estar "em processo de afastamento" da ONG.Fundada em 2004, a Aanor, que na prática gerencia os recursos da Petrobras, declara à Receita Federal ter sede na periferia de Salvador e se dedicar à promoção de cursos de costura, cabeleireiro e artesanato.Petrobras e Aanor divergem sobre a paternidade do projeto do São João. "É da Petrobras. A Aanor é apenas parceira", afirma Conceição Sena. A Petrobras diz: "É um contrato de patrocínio. O projeto foi concebido pela instituição, que tinha a propriedade intelectual sobre ele". Segundo a estatal, a ONG é responsável pela divisão dos recursos "em comum acordo com a Petrobras". Esse tipo de transferência de verba pública é feito sem licitação.O projeto de lei que concedeu o título de "utilidade pública" à Aanor foi promulgado pelo governador Jaques Wagner (PT) e publicado no dia 25 passado. "O título é para a ONG poder firmar convênios com o Estado. Se eu tenho uma assessora que me apresenta um pedido de transformar uma entidade em utilidade pública, qualquer deputado faria o quê? Agora, eu nunca soube dessa finalidade de patrocinar festa de São João", afirmou Paulo Rangel.Prefeitos do interior da Bahia relataram ter sido abordados por Rosemberg Pinto, assessor especial do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, para negociar cotas de patrocínio para a festa junina, revelou o Painel anteontem. A proposta envolveria o compromisso de contratar empresas indicadas pelo assessor.Uma das empresas sugeridas por Rosemberg, conforme relato de prefeitos, seria a ST Estruturas, que organizou festas em quatro cidades no ano passado -Cruz das Almas, Santo Antônio de Jesus, Euclides da Cunha e Senhor do Bonfim. A empresa pertence ao mesmo grupo da Camarote Marketing, que recebeu R$ 200 mil da Petrobras para organizar o "Arraiá da Capitá" em Salvador.Segundo prefeitos, Rosemberg atuou em campanhas de petistas em 2008, sobretudo em Itapetinga e São Francisco do Conde. Nas duas cidades, o PT venceu. A Petrobras afirma que, "desde julho de 2008, Rosemberg não atua na área responsável por patrocínios e não exerce suas atividades profissionais na Bahia". "Ele criou um diretório do PT em Itapetinga, com gente que era do [ex] PFL de ACM e formou um grupo com muito dinheiro para ganhar a eleição", afirma o ex-prefeito Michel Hagge (PMDB), derrotado ao tentar a reeleição.A Petrobras começou a patrocinar o São João em 2005, quando liberou R$ 1 milhão para 26 municípios da Bahia. Os repasses variaram de R$ 13 mil a R$ 80 mil. Em 2006, 21 cidades baianas receberam ajuda da estatal por intermédio da Aanor. Em 2007, o número saltou para 46, de acordo com ata de Assembleia Geral Extraordinária da Aanor.Três cidades contempladas com R$ 80 mil anuais são Senhor do Bonfim, Cruz das Almas e Amargosa, administradas pelo PT. O prefeito de Amargosa, Valmir Almeida Sampaio, diz se tratar de coincidência. ""Temos as festas mais tradicionais do Estado", argumenta. Ele defendeu a participação da ONG. ""Se o dinheiro fosse entregue à prefeitura, teríamos de repassar 8% da verba para Câmara no ano seguinte."Segundo ex-prefeitos beneficiados, a Aanor só entra no esquema depois que a estatal escolhe os municípios.
Reflexiones de Obama.
$ucre x sucrilho.
Os ministros dos países associados na Alternativa Bolivariana para os Povos da Nossa América (Alba), mais o Equador como convidado, aprovaram hoje, na véspera da Cúpula Extraordinária do grupo, um "acordo inicial" para a criação da moeda regional "sucre". O anúncio foi feito pelo ministro venezuelano de Economia e Finanças, Alí Rodríguez, após ele se reunir em Caracas com seus colegas de Cuba, Bolívia, Dominica, Honduras e Nicarágua, países da Alba, mais um representante do Equador. "Não se aspira incluir somente países da Alba e o Equador" neste Sistema Único de Compensação Regional de Pagamentos (Sucre), disse Rodríguez, acrescentando que "há unanimidade entre os países integrantes desta zona monetária comum" e também em "outras nações (da América) do Sul, da América Central e do Caribe". O Sucre será um dos temas abordados amanhã na cúpula presidencial da Alba que reunirá Hugo Chávez (Venezuela), Rafael Correa (Equador), Raúl Castro (Cuba), Evo Morales (Bolívia), Manuel Zelaya (Honduras), Daniel Ortega (Nicarágua) e Fernando Lugo (Paraguai), além do primeiro-ministro da Dominica, Roosevelt Skerrit, na cidade venezuelana de Cumaná. O ministro venezuelano acrescentou que, durante o quarto trimestre do ano, caso os governantes confirmem, o sistema da moeda regional começará a ser implementado em "uma fase experimental, ficando pronto para começar a operar a partir de 2010". "De acordo com um cronograma estabelecido, as comissões técnicas encarregadas de estudar a implementação do Sucre terão, posteriormente, sucessivas reuniões para ir materializando os aspectos do acordo", acrescentou Rodriguéz. Cumaná, onde se reunirão os governantes, é a cidade natal de Antonio José de Sucre (1795-1830), marechal e político que lutou pela independência da América do Sul então sob domínio espanhol.
Os bandidos de Lula.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Muito papo e pouco PAC.
O "cara" vai atacar de etanol.
Serra tenta Lula e vira Dilma.
Lula lança Dilma oficialmente. Pode?
Emprego continua no fundo do poço.
A bola está com o Foro.
Forró da PTbrás.
O FBI brasileiro.
Eles também estão esperando.
Da Folha:A Human Rights Watch pediu que o governo brasileiro leve a julgamento os responsáveis por violações aos direitos humanos cometidas durante a ditadura militar (1964-1985). O anúncio foi feito ontem, após decisão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) de abrir ação contra o governo brasileiro diante da Corte Interamericana de Direitos Humanos pela detenção arbitrária, tortura e desaparecimento de 70 pessoas ligadas à guerrilha do Araguaia e camponeses que viviam naquela região. "O Brasil não promoveu julgamentos e nem mesmo instaurou uma comissão da verdade para apurar os crimes muito graves que foram cometidos e está atrasado em relação a outros países da região no que diz respeito à responsabilização por abusos do passado", disse José Miguel Vivanco, diretor da divisão das Américas da ONG. "Quase um quarto de século já se passou desde a transição para a democracia. Vítimas e famílias já esperaram demais por justiça." Baseada em Nova York, a Human Rights Watch é uma das maiores entidades mundiais de defesa de direitos humanos. A CIDH é um órgão independente criado pela OEA (Organização dos Estados Americanos), cujo objetivo é promover observância e defesa de direitos humanos nos países membros da organização. Com sede na Costa Rica, a corte é seu órgão judicial. É a primeira vez que o caso leva o país a essa corte.
Palhaço.
É show! Do presidente José Carlos Araújo (PR-BA), sobre a possibilidade de ir parar no Conselho de Ética o caso de Fábio Faria (PMN-RN), que ofereceu passagens aéreas da Câmara à então namorada famosa: "Eu mesmo quero ser o relator. Convoco a Adriane Galisteu em primeiro lugar".
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Não existe almoço grátis: o povo paga.
"A candidatura do Rio de Janeiro à sede dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 continua mobilizando os brasileiros. Nesta terça-feira, dia 7, foi a vez de o empresário Eike Batista abraçar o projeto ao fazer uma doação de R$ 10 milhões, recebida simbolicamente por integrantes da Comissão de Atletas do Comitê Olímpico Brasileiro.O evento foi realizado no Salão Nobre do Palácio Guanabara e contou com a presença do Governador Sérgio Cabral; do Ministro do Esporte, Orlando Silva; do Prefeito Eduardo Paes; do Presidente do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman; do presidente de honra da Fifa e membro do Comitê Olímpico Internacional (COI), João Havelange; e do presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Andrew Parsons."
Notícia do dia 14 de abril de 2009:
"O empresário Eike Batista, dono do grupo EBX, sugeriu nesta terça-feira ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que o projeto do complexo industrial do Porto do Açu, no Norte Fluminense, seja incluído no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Batista explicou que a medida facilitará a atração de empresas para o complexo industrial que está sendo construído em Barra do Furado, entre os municípios de Campos e Quissamã. "Conversei isso com o presidente, que se mostrou favorável à ideia e vai falar com a ministra Dilma Rousseff [Casa Civil]", afirmou Batista, após encontro com o presidente e o governador do Rio, Sérgio Cabral. O projeto prevê a construção de um porto e de uma área no entorno para a instalação de diversas indústrias, que escoariam suas produções por ali. Os investimentos, apenas no porto, devem chegar a US$ 1,6 bilhão, segundo o empresário. As obras já foram iniciadas e deverão ser encerradas até o final de 2011. "Está sendo feito um porto que pode receber e despachar cargas, e uma retroárea enorme onde poderão se instalar vários tipos de indústrias. Terão empresas de geração de energia, cimenteiras, um polo metal-mecânico, siderúrgicas, ferrovias passando", explicou.
Nojoso.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Fora da tumba.
A bola está com o "eterno segundo".
A bola está na área cubana depois que Obama a lançou ontem, anunciando novas flexibilizações em sua política para Cuba. Os jogadores do lado de cá parecem algo confusos, hesitando entre pegar a bola, criticá-la ou simplesmente ignorá-la. O contexto não podia ser melhor: a fidelidade ao governo nunca havia parecido mais perversa e o fervor ideológico não havia estado - como agora - tão por baixo. Ainda por cima, poucos acreditam todavia no conto do poderoso vizinho que virá nos atacar e a maioria sente que esta confrontação durou muito tempo.A próxima jogada cabe ao governo de Raúl Castro, porém pressinto que nós ficaremos esperando. Deveria “despenalizar a discrepância política“, o que deixaria sem efeito - imediatamente - as longas condenações ao cárcere dos que foram castigados por delitos de opinião. A bola que desejaríamos que ele lançasse seria abrir espaços para a iniciativa cidadã, permitir a livre associação e - num gesto de grande honestidade política - por seu posto a disposição de verdadeiras eleições populares. Num ousado salto sobre o campo, “o eterno segundo” teria que se atrever a dar algo mais que um ramo de oliveira. Esperamos que elimine as restrições migratórias, que ponha fim a esse negócio extorsivo que se converteu a permissão para sair ou para retornar à Ilha.O jogo se tornaria mais dinâmico se deixassem o povo cubano pegar a instável bola das mudanças. Muitos a chutaríamos para que termine a censura, o controle estatal sobre a informação, a seleção ideológica para ocupar certos empregos, o doutrinamento na educação e o castigo ao que pensa diferente. A lançaríamos para que nos deixem navegar na internet sem páginas bloqueadas ou para que nos microfones abertos possamos dizer a palavra “liberdade” e não sermos acusados - por ele - de fazer “uma provocação contra-revolucionária”.Vários de nós descemos das distantes arquibancadas, de onde olhávamos a partida. Se o governo cubano não pega a bola, há milhares de mãos dispostas a usar sua vez de lançamento.
Para um ministro pequeno, um pequeno passo.
Fidel já falou. E o "cara"?
PAC da placa.
Royaltiduto da Petrobras: "escandaloso".
Livre para "politicar".
Não sabia.
“TÂNIA FUSCO*
“Somos uma tribo muito peculiar. Mais ainda neste mundo globalizado cuja informação ganhou uma agilidade e uma força descomunal. Não há mais informação restrita. Tudo alcança o mundo em segundos, particularmente o relativo às figuras públicas, que são nosso principal alvo, fonte, motivação. “Nós jornalistas – a grande maioria filhos da classe média – num passe de mágica passamos a integrar as elites – seja da política, da polícia, do mundo das artes, do futebol, ou até da bandidagem. Ainda que como observador privilegiado, não como integrante de verdade, freqüentamos e ganhamos intimidade com mundos que não são nossos. Isso até pode refinar nosso gosto, mudar nosso padrão de vida, mas também pode embrutecer, e, nos casos mais graves, altera nossa ótica e fragiliza nossa ética. “Nosso cotidiano tem o glamour da convivência com o incomum, com os incomuns – na alegria e na tristeza, na vitória e no infortúnio, porque os dois extremos é que são notícia. Os cotidianos comuns não rendem manchete. E nós somos caçadores de notícias. É a manchete que nos dá celebridade, melhor espaço para escrever, para falar, melhor salário, notoriedade. “Somos caçadores do bem e do mal. Também urubus, porque a carniça sempre rende mais para nós jornalistas. É da natureza da nossa profissão. Mesma natureza que dá origem a uma dualidade perigosa: somos gente comum com cotidianos e convivência incomuns. Temos que mostrar para os leitores, telespectadores, ouvintes o que se passa nos muitos mundos que compõem a sociedade. Somos os olhos do mundo. Fiscais da verdade. Juiz da moralidade pública, colhedor do impublicável. O que nos dá papel essencial e nos torna e muito poderosos, embora sem qualquer poder real – nem de dinheiro, nem de governo (grifo do editor do blog). “Temos o poder da denúncia pública (grifo do editor do blog). Uma manchete bem fundamentada deixa marca eterna na vida de uma pessoa, uma instituição, uma família, um governo. Não importa se ela era verdadeira ou não. Não há desmentido que supere a denúncia (grifo do editor do blog). Sempre haverá uma dúvida: “mas não é ele/a que foi acusado de?, que estava naquela história?...” “Neste século da comunicação de massa – ágil, feroz e voraz – ganhamos mais poder. A informação está cada dia mais democrática, chega aos quatro cantos do planeta, cada vez mais livre. Exatamente por isso temos ganhado mais e mais poder e também perdido o tom – a responsabilidade com a verdade qualquer que ela seja. E esse deveria ser o nosso sacerdócio na hora de produzir a notícia, falada, emitida em rádio e TV, ou escrita. “Erros de médicos ou de engenheiros, por exemplo, podem matar. A denúncia falsa, injusta pode fazer mortos vivos, gente que seguirá pela vida zumbi da História, sem nunca se livrar da suspeita alardeada pela imprensa. Isso não tem preço porque não tem cura. Os relógios não andam pra trás. A vida segue e os carimbos ficam (grifo do editor do blog). “Nós jornalistas – sem conselhos reguladores, por favor! – precisamos nos lembrar disso antes de botar ponto final nas nossas matérias. Nós jornalistas, em qualquer função de jornalismos, não podemos abrir mão da responsabilidade com a verdade, qualquer que seja o preço, mesmo nesses tempos bicudos de pouco e difícil espaço de trabalho (grifo do editor do blog). “Temos sempre que lembrar que se o poder é super, a responsabilidade deve ser máxima. Temos que, principalmente, que não esquecer: nosso poder é concedido e acaba no dia em que não assinamos mais matérias em espaços nobres e visíveis. “É temporário. A profissão não. E, enquanto sustentar nossa carteira profissional, temos que ser dignos dela. Escrever e publicar inverdades é indigno (grifo do editor do blog). “Nós jornalistas somos humanamente também sujeitos a erros. “Mas não podemos ser indignos – em nome de nada. A paixão que nos faz jornalistas – e nos move nessa difícil mas deliciosa profissão -- merece esse muito respeito.
* Tânia Fusco é jornalista”
Publicado em 2006 no Blog do Noblat. Cai como uma luva para ela mesmo, que mergulhou de cabeça na corrupção, como qualquer político vagabundo que ela tanto criticou. Tchau, Tânia Fusco. Assinado: Nós brasileiros.
Águas profundas.
Prefeitos do interior da Bahia relatam ter recebido de Rosemberg Pinto, assessor especial do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, a seguinte proposta: a estatal estaria disposta a patrocinar as festas de São João, tradicionais no Estado. Em troca, a prefeitura assume o compromisso de contratar uma das empresas indicadas pelo assessor para organização e montagem do arraial junino.As cotas de ajuda da estatal são variáveis, de acordo com o tamanho do município e da festa. Uma das empresas indicadas por Rosemberg, segundo prefeitos procurados, é a ST Estruturas, especialista em montagem de eventos no Estado.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Neto de Guevara desanca Fidel.
Leia aqui uma interessante entrevista com Canek Sánchez Guevara, escritor, neto de Ernesto Che Guevara, exilado de Cuba, publicada hoje, no El Nacional, da Venezuela. Abaixo, uma amostra:El Nacional -¿El pueblo cubano, entonces, no está preparado para la apertura política?
Canek Sanchez Guevara-No es eso. Hay una ansiedad de transformación en Cuba, lo que pasa es que hay un elemento que complica mucho las cosas: Cuba sufre una profunda fractura social. La crisis de 1989 no fue sólo una crisis económica, sino una crisis de valores. Allí se derrumbó buena parte de la esperanza en la utopía comunista. La isla registra niveles de violencia urbana y social desconocidos. En el afán ridículo de la revolución castrista de erradicar la cultura burguesa, se fueron al carajo cosas tan elementales como pedir las cosas por favor, o dar las gracias. Con la crisis llegó también la decadencia del sistema educativo y sanitario, que habían sido los grandes logros de la revolución, y además se generó una crisis en la cultura laboral. El cubano percibe que trabaja mucho, pero no genera riqueza y, al final, nadie quiere trabajar, pues gana mucho más con tres bussines clandestinos con turistas.
El Nacional-Algunos señalan el peligro de un estallido consumista, si se liberan el comercio interno y el mercado laboral.
Canek Sanchez Guevara-Si no has visto a un cubano suelto en una tienda de chinos en cualquier ciudad del mundo, no has visto todavía a un consumista de verdad. La sociedad cubana vive en un modelo de racionamiento total, que generó una cultura del acaparamiento personal: hay que comprar todo lo que puedas, porque no sabes cuándo puedas volver a verlo. Sin embargo, los cubanos que salen de la isla no tardan mucho en adaptarse perfectamente a trabajar en sociedades con una economía liberal. Pasaría lo mismo en Cuba, si el trabajo en la isla significara riqueza.
Sou, mas quem não é?
No vídeo, a estudante negra protesta, com o seu narizinho arrebitado e seus lábios finos.
Pardo = "de cor escura, ENTRE o branco e o preto"(Dicionário do Houaiss). Pardo = "é o mulato, aquele que tem cor ENTRE o amarelo e o castanho ou ENTRE o preto e o branco"(Dicionário do Aurélio). Filha de mãe negra, parda na certidão, negra auto-declarada em vários censos, Maria Aparecida Bento fez questão de estender a questão da cor em sua vida pessoal e profissional. "O termo pardo foi introduzido no Censo e nunca mais saiu porque corresponde ao mestiço", explica. "É uma das categorias que têm menos rejeição entre os brasileiros." Segundo ela, mesmo compondo uma casta INTERMEDIÁRIA os pardos podem - e devem - ter a consciência de que fazem parte da categoria dos negros. "Os dados sociais referentes a eles são sempre mais parecidos com o dos negros do que com o dos brancos". Segundo a definição do IBGE, pardos são pessoas que se declaram mulatas, caboclas, cafuzas, mamelucas ou mestiças de preto com pessoa de outra cor ou raça. Para efeitos estatísticos, pardos são considerados negros pelo governo. No censo de 2005, 43,2% da população nacional se auto-declarou como sendo parda.
O "cara" ainda não parabenizou Obama?
Lugo assume paternidade.
O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, assumiu nesta segunda-feira, 13, ser o pai de Guillermo Armindo, um menino de quase dois anos, nascido de um relacionamento com uma jovem chamada Viviana Carrillo quando ele ainda era bispo da Igreja Católica.
Entendeu?
Lula, completamente embriagado pela emoção ao assinar o Pacto Republicano II, entre os Três Poderes. Devia estar vendo seis.
"Minha Casa, Minha Vida", uma ova!
A Rocinha, maior favela do Rio, tem 25.915 residências, segundo contagem realizada pelo IBGE. Estima-se uma população entre 75 mil e 90 mil pessoas, que se abastecem em 6.317 pontos de comércio lá existentes. Pontos que fornecem todo o tipo de produto e serviço necessário a um aglomerado urbano. Ok, vamos levar 10% destas pessoas para o paraíso, para um grande projeto habitacional chamado "Minha Casa, Minha Vida", inventado por Lula? Para acomodar 10% da população da Rocinha, esta nova "Cidade de Deus" terá 2.500 unidades residenciais. Como a Rocinha está dentro de uma capital, a opção óbvia é por apartamentos. Pelas regras do programa, os blocos terão 5 pavimentos, com no máximo 20 apartamentos de 42 m2, para uma faixa de renda de um a três salários mínimos. Assim, teremos um conjunto com 125 blocos de apartamentos que, com estacionamento, área verde, área de lazer, ruas e outros agregados, ocupará uma área de quanto? Pouco mais, pouco menos do que 250 mil metros quadrados? 25 hectares? E onde será esta área? Todos sabem que a população pobre necessita morar perto do trabalho. É da Rocinha que descem os vigilantes, soldados, operários, domésticas que trabalham na Zona Sul e na Barra da Tijuca. Se for para morar em Campo Grande ou na Baixada Fluminense e precisar mais duas horas para ir e duas horas para voltar do trabalho, qual a vantagem? Ter um teto e não ter emprego? Isto posto, o "Minha Casa, Minha Vida" para a Rocinha terá que ser erguido na Barra da Tijuca. No máximo no Recreio ou Jacarepaguá. Grumari, quem sabe? Um terreno com esta área, nestas regiões, tem um preço que varia entre R$ 200 e R$ 300 milhões. Isto significa R$ 100 mil de cota de terreno para apartamentos que, pelo projeto, devem ter um custo total que não chega a 1/3 deste valor. Para a Rocinha, o "Minha Casa, Minha Vida" é um tiro no pé. Uma bala perdida. O carioca mais esperto vai comprar o seu "apê" e depois vender as chaves para algum "mané". E voltar para o morro, que eu não perco aquela vista.Ipea, Instituto de Pesquisa Econômica Aparelhada.
Criado há quatro décadas para realizar pesquisas para subsidiar políticas públicas e programas econômicos do governo, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), desde que passou da alçada do Ministério do Planejamento para a da Secretaria de Assuntos Estratégicos, em 2007, vem perdendo o padrão de qualidade e de isenção técnica que sempre foi uma das principais marcas de seus trabalhos. Lançados com o intervalo de uma semana, seus dois últimos relatórios - os Comunicados da Presidência nº 19 e nº 20 - são mais uma prova disso. O primeiro estudo foi elaborado para refutar as críticas de que a administração pública está "inchada", e o segundo foi preparado para criticar o processo de privatização de bancos públicos iniciado a partir de 1996. Em seis anos, o governo do presidente Lula aumentou em 98% a despesa com servidores civis, contratou 201 mil novos funcionários e elevou para 76 mil o número de cargos de confiança, sem que isso tenha resultado em qualquer melhoria de qualidade dos serviços prestados pelo Estado. Entre 2002 e 2008, os gastos anuais com o pagamento do funcionalismo passaram de R$ 70 bilhões para R$ 144 bilhões. E, com a crise econômica, a receita tributária vem caindo, enquanto as despesas com pessoal vão crescendo, o que constitui um quadro ameaçador para as finanças públicas - que levou o presidente Lula a proclamar que "é hora de apertar os cintos".Leia a íntegra aqui.
Lula taxa poupança para "produzir" Dilma.
Começando pelo telhado.
Cartilha. A Universidade Federal de Minas Gerais ganhou concorrência do Ministério das Cidades para tocar projeto do Plano Nacional de Saneamento Básico. O contrato será de R$ 2,6 milhões.
domingo, 12 de abril de 2009
Lula não quer fiscalização.
In memoriam.
"Não é de surpreender que parentes dos dirigentes da Infraero ou pessoas afins também tenham sido flagrados querendo participar da festança. Nos quase quatro anos que dirigiu a estatal, o deputado Carlos Wilson, generoso com empreiteiras e prestadores de serviço, não se esqueceu dos parentes. A ATP Engenharia, empresa de Mônica Coimbra Loyo, prima de sua ex-mulher, tem contratos com a Infraero superiores a 11 milhões de reais para fiscalizar as obras nos aeroportos. A cunhada de Carlos Wilson explora a concessão de uma lanchonete no aeroporto do Recife, o mesmo que foi decorado com pinturas compradas do sogro dele, o artista pernambucano Francisco Brennand. Dono de uma fábrica de cerâmica, Brennand também forneceu os azulejos que revestem as paredes de três aeroportos reformados durante a presidência do genro: o da capital pernambucana, o de Maceió e o de Congonhas. "São coisas pequenas, mesquinhas", defende-se Wilson. Na semana passada, apesar do empenho do deputado Fernando Gabeira, a bancada do governo não permitiu a instalação da CPI que poderia descobrir a exata dimensão das mesquinharias da Infraero."
Paciência tem cota.
Da Folha de São PauloAs semanas de moda de Paris, Milão e Nova York não perdem por esperar a tendência que a São Paulo Fashion Week está para lançar. De acordo com uma proposta do Ministério Público, as grifes do evento poderão ser obrigadas a cumprir cotas raciais em seus desfiles -no estilo do que já fazem as universidades públicas. Desde o ano passado, a Promotoria abriu um inquérito para apurar a prática de racismo na SPFW.A ideia das cotas é da promotora Déborah Kelly Affonso, do grupo de atuação especial de inclusão do Ministério Público."O percentual de modelos negros no evento [em torno de 3%] é bem menor que o de brancos. O objetivo da Promotoria é fazer um acordo de inclusão social. Estabelecer um número mínimo de modelos negros a desfilar", afirma ela."Acusar a Fashion Week de racismo é um absurdo. O mercado é quem manda. Você acha que alguém seria idiota de dispensar uma negra que fatura milhões?", pergunta o empresário Eli Hadid, da agência Mega, que diz ter cerca de 13%de negros em seu casting.A estilista Glória Coelho é da opinião que "a cota pode interferir na obra do estilista". "Nosso trabalho é arte, algo que tem de dar emoção para o nosso grupo, para as pessoas que se identificam com a gente", diz.Para Glória, "na Fashion Week já tem muito negro costurando, fazendo modelagem, muitos com mãos de ouro, fazendo coisas lindas, tem negros assistentes, vendedoras, por que têm de estar na passarela?"A promotora Déborah também não se sensibiliza com o argumento da interferência na obra de arte. "Há algum tempo ouvi uma entrevista do Paulo Borges(proprietário do SPFW) onde ele dizia. "Moda não é arte. Moda é serviço, é dinheiro. É um negócio.'" "Nesse ponto", conclui ela, "a gente está de acordo".
Por uma internet livre.
Reverência demais.
Dois momentos de Obama ante à realeza, durante a cúpula do G-20. O cumprimento submisso frente ao rei árabe irritou profundamente grande parte dos americanos, que não aceitaram ver o seu presidente dobrando a espinha para o monarca. Basta ver a diferença entre os cumprimentos ao Rei Abdulah, da Arábia Saudita, e à Rainha Elizabeth, da Inglaterra.
Em greve, pero no mucho.
Evo Morales continua em huelga de fome. No entanto, não abre mão de ruminar um saco de hojas de coca, para seu próprio delírio e da indiada bolivariana. Lula é o "cara" também para a imprensa.
Quebrando a cabeça.Lula mandou a equipe econômica refazer o pacote de ajuda aos municípios apresentado na semana passada. O presidente avaliou que as medidas esboçadas eram insuficientes e vetou a concessão de antecipação de receitas como as do Fundeb e da dívida ativa. A ajuda deve vir do Tesouro, orientou.A Fazenda também afastava no fim da semana a ideia de estabelecer um piso de repasses com base na média dos últimos três anos. Lula quer ampliar o diagnóstico da penúria dos municípios: acha que além da queda do FPM a retenção de recursos do INSS pode ter afetado o caixa dos prefeitos.As medidas serão apresentadas amanhã, antes da reunião de coordenação política que baterá o martelo.
Três Fernandos querem liberar maconha.
Tucanos...um bate, outro assopra.
À exemplo do que fez o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), outro tucano criticou medidas do governo brasileiro a uma plateia de americanos. Em evento de tributo à ex-primeira- dama Ruth Cardoso, o governador de São Paulo, José Serra, disse que o impacto da crise mundial sobre o país poderia ter sido reduzido. – O Brasil tinha condições para sofrer impacto muito menor em relação. E sofreu por causa da política monetária absolutamente errada – disse Serra, em palestra em Nova York. De acordo com o tucano, a política de juros fragilizou a economia brasileira. – Em vez de colocar diques, barreiras à crise, colocou ventiladores. Diante da veemência de Serra, FH se manifestou em defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva: – É fato que a taxa de crescimento no período foi mais alta – reconheceu.




