sábado, 5 de setembro de 2009
Milionários da noite para o dia.
Protógenes 1%.
Ficou pronta na segunda-feira passada uma pesquisa do Vox Populi sobre as intenções de voto para o Senado em São Paulo. Perguntou-se a 1 500 paulistas o seguinte: "Para qual desses candidatos você daria o seu primeiro voto? E o segundo? (Dois senadores serão eleitos.) Computadas as respostas, fica-se sabendo que Geraldo Alckmin teria uma eleição tranquila (e se for candidato, pois a meta de Alckmin é voltar ao governo). Alcançaria 39% dos votos como primeira opção e 24% como segunda. Em seguida, iriam Aloizio Mercadante (20% e 17%), Romeu Tuma (12% e 27%), Orestes Quércia (8% e 18%). Na lanterna ficou Protógenes Queiroz, que seria a primeira opção para apenas 1% dos eleitores e a segunda para 3%.
O blog foi injusto ao afirmar, dias atrás, que o "doutor" faria 50.000 votos. Fará 100.000.
Cuba nas manchetes.
Da Veja, repercutindo o que já foi post neste blog:O Granma é ansiosamente esperado por uma fila que se forma a partir das 6 horas da manhã. A maioria é de aposentados, que completam a pensão minguada com o comércio de jornais para uso sanitário. Nas ruas de Havana, cada exemplar é revendido por cinco vezes seu preço na banca. Na falta do Granma, os revendedores oferecem exemplares do Juventud Rebelde (o papel é igual ao do Granma, mas a tinta azul usada na sua impressão desperta suspeitas). Em situação de aperto, há quem utilize o Trabajadores. O semanário sindical é, contudo, desprezado devido a seu papel áspero e à tinta laranja que deixa marcas reveladoras nas mãos e nas roupas das pessoas. Até mesmo na redação do Granma, os jornalistas e demais funcionários usam as sobras de papel da gráfica. "Meus amigos sempre faziam piada, dizendo que se lembravam de mim quando iam ao banheiro", disse a VEJA o jornalista cubano YPP, que trabalhou no Granma até 2006. Por temor de represálias, ele pediu para ser identificado apenas pelas iniciais. Autor de uma matéria na qual fazia críticas veladas ao regime, YPP recebeu uma punição típica das ditaduras comunistas: foi proibido de trabalhar não apenas na imprensa, mas em qualquer lugar. Hoje vivendo no exterior, ele lembra como sua avó cortava cada folha do Granma em quatro pedaços e deixava uma pilha no banheiro para os netos usarem.
Basta ter oposição.
Explicação 1 - A populista e demagógica
Explicação 2 - A politicamente correta.
2010: contra o "petróleo é nosso", a "saúde é nossa".
Hoje a Folha publica:
Com o anúncio das regras do pré-sal e o fim do tratamento contra o câncer, o governo quer inaugurar uma nova fase da candidatura de Dilma Rousseff à Presidência. A ministra da Casa Civil deve tirar uma semana de férias a partir de terça-feira. Quando voltar, terá uma agenda de trabalho mais política, um discurso mais eclético e popular e mais gente envolvida em sua pré-campanha. Uma das principais novidades será a tentativa de ampliar a imagem da ministra para algo além de "mãe do PAC", o Programa de Aceleração do Crescimento -um dos principais selos do segundo mandato petista, mas com fraco apelo popular, conforme constatado em pesquisas contratadas pelo PT.
E a Veja estampa:
A cerimônia do pré-sal revelou como isso será posto em prática. O programa econômico da candidata, já desenhado pelos seus assessores, terá um forte viés estatizante. Já tem até um slogan: "Brasil, quinta potência mundial". Dilma buscará conquistar o eleitorado difundindo a tese de que o Brasil será uma das maiores potências econômicas do mundo na próxima década, graças sobretudo à abundância de recursos naturais – principalmente o petróleo. Para isso, no entanto, segundo a ministra, há a necessidade de uma presença mais forte do estado, não só como regulador da economia, mas como o principal investidor e indutor do crescimento.
Já que o blog tem antecipado um pouco as constatações, aqui vai um recado: o maior problema do Brasil é a saúde. Entre petróleo e saúde, a última ganha de 10 x 0 na escolha de pobre que não tem carro para abastecer e que nem sabe de onde vem a gasolina. Saúde é o grande diferencial que a candidatura de José Serra(PSDB-SP) poderá ter. Mas tem que saber usar, banindo do discurso a palavra "genérico", trocando, por exemplo, por " eu quebrei o monopólio das multinacionais para fazer remédios brasileiros, para salvar vidas de brasileiros e fortalecer as nossas empresas." Não tem nada mais nacionalista do que os genéricos. Não tem maior privatização na história deste país do que os genéricos. Agora, é preciso ter cuidado: a oposição não deve ser frontalmente contra a aprovação da nova CPMF. Deixa isso para o filhote do Bornhausen, para uma tropa de choque. Só tem uma palavra que pode fazer os tucanos vencerem as eleições e ela tem cinco letrinhas: s-a-ú-d-e. Qual é o pobre que não conhece o "G" dos remédios populares? Aliás, quantos hospitais o Lula construiu em oito anos? Aliás, quanto você gasta por mês em planos de saúde? Aliás, por que não teve Tamiflu e o Brasil se transformou no país com o maior número de mortes no mundo? Aliás, quantas pessoas podem fazer quimioterapia como a Dilma, no hospital Sírio-Libanês? Aliás, Dilma nao se curou de câncer dentro da igreja da pastora presa nos Estados Unidos: ela se curou de câncer dentro de um hospital onde pobre não entra. E por aí vai.
Vem aí a frase.
Começa a guerra de 2010.
Não há mais dúvida: Battisti é petista.
É por isso que eles defendem com tanta convicção este assassino italiano. Em entrevista ao Estadão, o terrorista serial killer, Cesare Battisti, que deverá ser julgado pelo STF nos próximos dias, podendo ser extraditado do país para apodrecer atrás das grades, fala, age e raciocina como um legítimo petista. Daqueles que "não sabiam". Leiam aqui e vejam se não é o mesmo discursos dos lulas, dirceus, genoinos, delúbios, paloccis e assemelhados.A metástese PToffoli.
O indecente vale-tudo que manteve José Sarney na presidência do Senado comprovou que o governo deixou de pecar nas sombras para delinquir às claras. Decidido a garantir o controle do Poder Legislativo, atropelou a lei, a ética e o decoro sem disfarces nem cautelas. A tentativa de infiltrar no Supremo Tribunal Federal o bacharel José Antonio Toffoli, chefe da Advocacia-Geral da União, informa que chegou a vez do Judiciário. Se o resultado do julgamento de Antonio Palocci confirmou que há tumores a remover, a entrega de uma toga a Toffoli anunciará a chegada da metástase. A Constituição exige que um ministro do Supremo tenha notável saber jurídico e reputação ilibada. O despreparo do bacharel escolhido é notório. A reputação agoniza na folha corrida e morre num prontuário ainda em montagem.
Aqui, a íntegra do artigo.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Eu quero minha independência do Lula.
Lula fará, no próximo domingo, o tradicional pronunciamento de 7 de setembro. Desta vez, porém, o assunto principal de sua fala será o pré-sal. Lula aproveitará o mote das comemorações para passar a mensagem de que a descoberta de petróleo na camada pré-sal é a nova independência do Brasil. Na segunda-feira, em seu programa semanal "Café com o Presidente", Lula já havia dito que o lançamento do novo marco regulatório do pré-sal representava "um novo Dia da Independência para o Brasil."
No+Chávez.
Gripe H1N1: a culpa é da oposição.
Sai das entrelinhas, José Serra.
No ar, mais uma safadeza do PT.
Nem levantou voo e um helicóptero recém-adquirido pelo governo do Acre, por R$ 7,9 milhões, pode sofrer reparos.O "defeito", apontado pelo Ministério Público Federal, está em sua fuselagem, pintada com as cores da bandeira acriana e na qual foi desenhada uma estrela vermelha, símbolo do PT -partido que administra o Estado. O governo diz que o desenho faz referência à estrela de sua bandeira, mas, para o procurador da República Ricardo Gralha Massia, trata-se de publicidade que "favorece o PT perante a coletividade". Ele pede que a imagem seja removida ou corrigida em 15 dias. O governo pode acatar ou não a recomendação, e tem cinco dias para se manifestar.
Campanha por PToffoli no STF.
Em campanha para emplacar José Antonio Toffoli na vaga aberta no STF com a morte de Carlos Alberto Direito, integrantes do governo saíram a campo para tentar neutralizar a informação de que o advogado-geral da União foi reprovado na primeira fase dos dois concursos que prestou para virar juiz (1994 e 1995). Além de argumentar que os reveses ocorreram há 15 anos, e que desde então Toffoli aprimorou os conhecimentos jurídicos, a ideia é promover o balanço de sua gestão na AGU. Em destaque, uma anunciada economia de R$ 476 bi para a União graças à ação do órgão -R$ 221 bi teriam resultado do entendimento de que o crédito prêmio de IPI foi válido apenas até 1990.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Blog do Lula abriu área de comentários.
O barbudo e o barbeiro.
Lula ainda vai carregar no seu corpo uma hérnia de disco contraída de tanto dobrar a espinha para Hugo Chávez, durante oito anos de mandato. Vai levar também marcado na sua paleta o fato de ser um dos maiores incentivadores para o esmagamento de um dos países mais pobres da América Latina, Honduras, justamente para fazer o que ele mais gosta: dobrar a espinha para as imposições de Hugo Chávez. Hoje os Estados Unidos, pressionado pelos bolivarianos de toda a espécie, cortou a ajuda econômica ao país, que já vive em clima de eleições democráticas e livres para escolher um novo presidente. Desta vez, o Brasil alinhou-se aos americanos. Uma das retaliações da diplomacia petista é o cancelamento de um programa de erradicação do mal de Chagas, que vem salvando a vida de centenas de hondurenhos. Uma vingança digna da maldade de Lula. O barbudo liberou o "barbeiro" - o mosquito(ou percevejo) propagador da doença - para picar livremente o povo hondurenho, porque é um povo que ama e defende a democracia. E que não dobra a espinha, como ele, para Hugo Chávez."Estou curada".
A "doutora" dá longa entrevista à Rádio Gaúcha, onde declara que está curada. E faz campanha no Rio Grande do Sul. Cansativa, como sempre. Enfadonha pela própria natureza. Chata. Daria uma bela síndica de conjunto habitacional na Vila do IAPI, em Porto Alegre.
40.000 novos cabos eleitorais.

Piada pronta.
A web é "libertária".
Em que pese a capacidade do Congresso de mudar tudo em cima da hora para deixar tudo como está, há algo evidente nesse "imbróglio" legislativo sobre a relação entre web e eleição: o Congresso pouco ou nada entende do fenômeno da web. E do que entende, não gosta. Alguém poderia dizer que, afinal, a web é muito recente, por isso a dificuldade. Não é. A web comercial tem no Brasil quase 15 anos de existência. A internet apareceu por aqui mais de dez anos antes. O problema não é a novidade, mas a essência mesma da rede. A web é libertária demais para este tipo de discurso. Já se tentou coibir a expressão política em rede, e os tribunais superiores já se manifestaram contra isso. Essa energia anárquica volta-se muitas vezes contra o estabelecido, foge ao controle. Isso é um problema para um Congresso como o nosso, em um país cartorial como o Brasil, onde tudo para ser legítimo precisa estar submetido a regulamentos, decretos e portarias. Não demora muito vai se propor o Dia Nacional do Blogueiro e o Registro Nacional de Twitteiros e Afins (RNTA), eventualmente com necessidade de diploma para sua obtenção. Afinal, trata-se de uma mídia com milhões de usuários. E mídia nada fácil de usar, como se viu por exemplos recentes de irrevogabilidade revogável. Quem quiser postar algo contra ou a favor de um candidato, o fará, em um site fora do Brasil, por exemplo. Exigir que um debate na rede inclua um monte de candidatos significa não querer que ele aconteça. Ponto. A rede não é um sistema de "broadcasting", onde uma emissora transmite um sinal e envia um determinado conteúdo, uma mensagem, a milhões de ouvintes. Não é TV, nem rádio. Não é uma concessão. São milhões de usuários (no Brasil serão mais de 70 milhões ano que vem, no atual ritmo de crescimento) enviando mensagens a milhões de usuários. Quase todos, diga-se, eleitores. "É proibido isso e aquilo na web em época eleitoral." Ok, e aí? Vamos colocar um sargento da Rota no ombro de cada usuário do Twitter, de cada blogueiro, de cada autor de comentário, de cada emitente de uma mensagem, um e-mail, um sms? Multar todo mundo? Fingir que não viu? Nos EUA, a turma de Obama usou a web a seu favor. Deu no que deu.
E o "delega" era "comuna".
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Rio 2016.
Anônimo, pero no mucho.
Quem eles pensam que são?
Lula afunda minoritários no Pré-Sal.
Pré-Sal: vai jorrar dinheiro para a Petrobras.
Qual a sua avaliação da nova regulação?
Muito ruim, um absurdo. O objetivo primeiro da mudança de modelo era uma questão de renda. A distribuição hoje não beneficia a Nação como um todo. Então, o governo diz que vai mudar criando um fundo social para receber parcela dessa arrecadação. Ao mesmo tempo, diz: no pré-sal, a Petrobrás vai ser a única operadora. Mas, como a Petrobrás não tem recursos para isso, precisa ser capitalizada. E pega os primeiros 5 bilhões de barris do pré-sal para capitalizá-la. Cadê o fundo que criou? Se o primeiro dinheiro dos barris novos paga os títulos de capitalização da Petrobrás, para que criou o fundo? Para que mudou o modelo? Para dar dinheiro à Petrobrás? Há uma grande inconsistência entre a propaganda e o que apresentaram. A propaganda diz que tem um objetivo, mas o que apresentaram é um modo de pegar dinheiro da concessão e capitalizar a Petrobrás.
Sindicato dos milicos.
Apaga a luz. Por determinação do comandante Enzo Peri, o QG do Exército faz hoje um feriado "fora de época" e, a partir do dia 14, passará a funcionar às segundas em regime de meio expediente, apenas depois das 13h. Trata-se de medida de contenção de despesas. E/ou de protesto dissimulado contra o contingenciamento do Orçamento das Forças Armadas.
Dilma tunga minoritários da Petrobras.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Lula culpa a imprensa pela crise.
Empresa envolvida com o Juiz Lalau dá laudo para a Petrobras.
U$ 240 milhões para o bispo tarado.
Não seja burro, José Serra.
Tucanagem.
O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), disse ontem, em palestra a tucanos, que contra uma candidata como a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) o partido "não tem o direito de perder as eleições". Foi uma maneira de cobrar mobilização. Guerra disse que "toda vez que a ministra apareceu, ela diminuiu". "Dilma falando nos ajuda". O tucano afirmou, porém, que o PSDB tem problemas a resolver. Usando a campanha de Geraldo Alckmin, de 2006, como exemplo, ele se queixou da falta de empenho de democratas onde o presidente Lula exercia liderança. "Democratas nos apoiaram. Mas democratas e os tucanos fizeram muito pouca campanha", disse ele, segundo quem, em alguns lugares, a aliança foi "entre aspas".
Aplauso para Lula.
Gostou? Leva pra você.
Telma & Louise. Bilhete passado pela ministra Dilma Rousseff à senadora Ideli Salvatti (PT-SC) ontem, na reunião do conselho político: "Este é um momento em que fica claro que vale a pena essa luta toda. Minha certeza de que o melhor de tudo é ter parceiras como você. Este é meu orgulho! Um abração!".
"Mãe do PAC", "Madrasta do Pré-Sal".
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Estelionatários do futuro.
Serra minimiza quebra de acordo de Lula.
Quando, hoje pela manhã, o Blog alertou para a esperteza de Lula, teve tucano que não gostou. Pois é. Há pessoas que não conseguem ler um post sob um prisma exclusivamente político. Por ter ido lá, tirado fotografia rindo, sem ter se protegido das manhas do mentiroso, Serra só pode mesmo minimizar.
Dom Lula do "Préssau".
Sem comentários.
"Até que se defina uma nova repartição, ficam mantidas as regras atuais de distribuição, disse ao Blog do Planalto o ‘joão-de-barro’ que costuma fazer seu ninho perto da biblioteca do Palácio da Alvorada."Garoto esperto.
domingo, 30 de agosto de 2009
Uribe pega a gripe suina.

Oposição e o pré-sal.
O pré-sal é do Brasil, dos brasileiros que há décadas lutam em defesa dessa riqueza nacional, e das suas gerações futuras.Os partidos de Oposição, PSDB, DEM e PPS, não vão permitir que o pré-sal seja transformado em bandeira eleitoral, nem que venha favorecer a grupos partidários que transformam o Estado brasileiro em extensão dos seus interesses. Trata-se de uma questão de Estado que pode definir o futuro do país, é assunto que deve ser tratado com transparência, e com participação de toda a sociedade. Sem rolo compressor. Depois de quase dois anos de conversas restritas aos gabinetes do Palácio do Planalto, da Esplanada dos Ministérios e da diretoria da Petrobras, a discussão sobre a exploração das reservas da camada pré-sal, enfim, chega à esfera pública.
Louco, pero no mucho.
Movimento "antipactico" à Dilma.


Curiosamente, enquanto o presidente Lula busca associar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) à ministra Dilma, certo de que isso atrai votos para ela, no meio das comunidades tal associação exerce um efeito oposto, de rejeição. O programa é visto como causador de problemas ambientais e ameaça para comunidades ribeirinhas e indígenas.

