sábado, 5 de setembro de 2009

Milionários da noite para o dia.

A Oficina Anti-Corrupção da Argentina está começando a investigar o casal Kirchner, para verificar o aumento do seu patrimônio no último ano, justamente obtido com a saída de Nestor e a entrada de Cristina na presidência do país. A fortuna declarada em 2007 era de 17,8 milhões de pesos e subiu, em 2008, para 46 milhões de pesos, 158% em um ano. Mais ou menos como a Família Silva.

Protógenes 1%.

Da Coluna Radar, da Veja:

Ficou pronta na segunda-feira passada uma pesquisa do Vox Populi sobre as intenções de voto para o Senado em São Paulo. Perguntou-se a 1 500 paulistas o seguinte: "Para qual desses candidatos você daria o seu primeiro voto? E o segundo? (Dois senadores serão eleitos.) Computadas as respostas, fica-se sabendo que Geraldo Alckmin teria uma eleição tranquila (e se for candidato, pois a meta de Alckmin é voltar ao governo). Alcançaria 39% dos votos como primeira opção e 24% como segunda. Em seguida, iriam Aloizio Mercadante (20% e 17%), Romeu Tuma (12% e 27%), Orestes Quércia (8% e 18%). Na lanterna ficou Protógenes Queiroz, que seria a primeira opção para apenas 1% dos eleitores e a segunda para 3%.

O blog foi injusto ao afirmar, dias atrás, que o "doutor" faria 50.000 votos. Fará 100.000.

Cuba nas manchetes.

Da Veja, repercutindo o que já foi post neste blog:

O Granma é ansiosamente esperado por uma fila que se forma a partir das 6 horas da manhã. A maioria é de aposentados, que completam a pensão minguada com o comércio de jornais para uso sanitário. Nas ruas de Havana, cada exemplar é revendido por cinco vezes seu preço na banca. Na falta do Granma, os revendedores oferecem exemplares do Juventud Rebelde (o papel é igual ao do Granma, mas a tinta azul usada na sua impressão desperta suspeitas). Em situação de aperto, há quem utilize o Trabajadores. O semanário sindical é, contudo, desprezado devido a seu papel áspero e à tinta laranja que deixa marcas reveladoras nas mãos e nas roupas das pessoas. Até mesmo na redação do Granma, os jornalistas e demais funcionários usam as sobras de papel da gráfica. "Meus amigos sempre faziam piada, dizendo que se lembravam de mim quando iam ao banheiro", disse a VEJA o jornalista cubano YPP, que trabalhou no Granma até 2006. Por temor de represálias, ele pediu para ser identificado apenas pelas iniciais. Autor de uma matéria na qual fazia críticas veladas ao regime, YPP recebeu uma punição típica das ditaduras comunistas: foi proibido de trabalhar não apenas na imprensa, mas em qualquer lugar. Hoje vivendo no exterior, ele lembra como sua avó cortava cada folha do Granma em quatro pedaços e deixava uma pilha no banheiro para os netos usarem.

Basta ter oposição.

O discurso ufanista do "petróleo é nosso", arquitetado pela máfia petista, que tem na mentirosa compulsiva a representante mais simbólica do seu jeito de fazer política, não resiste a um discurso populista, realizado pela oposição, tampouco a um discurso politicamente correto. A balela do "petróleo é nosso" não resiste a duas explicações muito lógicas, que serão entendidas facilmente pelos eleitores.

Explicação 1 - A populista e demagógica

Se o "petróleo é nosso", por que a Petrobras investe tanto dinheiro lá fora e não deixa todo o nosso dinheiro aqui dentro, para que o petróleo do pré-sal venha mais ligeiro, para resolver os nossos problemas da fome e da educação? A senhora e o senhor sabiam que a Petrobras, onde a Dilma é presidente do Conselho de Administração, investiu R$ 25 bilhões pelo mundo à fora, para produzir "petróleo que não é nosso"? E que vai investir mais R$ 31 bilhões até 2013, na Venezuela, na Angola, na Bolívia, no Equador e em Cuba, entre outros países? Se o "petróleo é nosso", por que a Dilma, que é presidente do Conselho de Administração da empresa, quer gastar o nosso dinheiro, o dinheiro do Brasil, para produzir "petróleo que não é nosso"? A Dilma e o PT acusam o governo Fernando Henrique Cardoso de querer privatizar a Petrobras, mas vejam a diferença: enquanto FHC investiu R$ 5 bilhões lá fora, a Petrobras, onde quem manda é a Dilma, investiu R$ 15 bilhões! E agora quer investir mais R$ 30 bilhões na Venezuela, na Bolívia, no Equador e em Cuba. Afinal de contas, quem é que está entregando a Petrobras para os estrangeiros? Quem é que está tirando dinheiro aqui do Brasil para tirar "petróleo que não é nosso" lá do fundo do mar? Queremos uma Petrobras brasileira! Chega de mandar dinheiro para o Chávez, para o Fidel, para o Evo Morales, que nos tirou duas refinarias, para o Rafael Correa, que nos expulsou de lá, e botar mais dinheiro no Brasil. Com este dinheiro que a Petrobras gasta lá fora, para tirar "petróleo para os outros", poderia ser feita mais uma refinaria no Ceará, outra no Rio Grande do Norte, sem precisar do Chávez! Não adianta a Dilma falar que o "petróleo é nosso", enquanto a Petrobras manda o nosso dinheiro para outros países, para produzir o "petróleo dos outros".

Explicação 2 - A politicamente correta.

Você sabia que graças à lei do petróleo, aprovada pelos tucanos, a Petrobras tornou-se a oitava maior empresa do mundo? Se a Petrobras tivesse ficado fechada, como os petistas queriam quando estavam na oposição, vocês acham que ela estaria explorando petróleo no mundo inteiro? Você sabe: para trabalhar em outros países, você precisa deixar os outros trabalharem no seu país. É uma troca que dá lucro para todo mundo. Tanto é que, depois que FHC mudou a lei do petróleo, a Petrobras só cresceu, se transformando na oitava maior empresa do mundo!Então vamos convidar você para viajar pelo mundo, para ver onde a Petrobras está, graças a ela ter se tornado uma multinacional brasileira (citar dados do relatório 2008 da empresa, na página 74). Depois de ver a nossa Petrobras fazendo sucesso no mundo, só temos a dizer uma coisa: a Dilma nao acha isso ruim, não. Ela, que sempre mandou na empresa, pois era a presidente do seu Conselho de Administração, tornou a Petrobras ainda mais multinacional: os investimentos no exterior triplicaram, saltaram de R$ 5 bilhões para R$ 15 bilhões. Dilma viu o quanto estava certo fazer a Petrobras crescer lá fora . Tanto é que, agora, em vez de acelerar o pré-sal, pretende botar mais R$ 30 bilhões em outros países, três vezes o dinheiro da Bolsa Família. Se a Petrobras tivesse que cair nesta conversa mole do "petróleo é nosso", ela deixaria o dinheiro aqui, não é mesmo? Então, quando a Dilma falar essa bobagem do "petróleo é nosso", pergunte para ela: mas quando o "petróleo não foi nosso"? Ela vai ficar sem ter o que responder, pois a Petrobras não seria tão grande no mundo inteiro, se o Brasil tivesse ficado fechado para o mercado.
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É difícil? Não, basta ter oposição.

2010: contra o "petróleo é nosso", a "saúde é nossa".

Na última terça-feira, este blog registrava o fato de que , no lançamento do pré-sal, nem Lula e nem Dilma, em quase uma hora de discursos ufanistas, haviam citado o PAC. Ali estava escancarado, sim, uma nítida mudança de discurso e o surgimento de uma nova idéia-força para a campanha eleitoral. Como o PAC não terá o que mostrar para turbinar a candidatura da "doutora", só bobo não enxergaria a guinada rumo às profundezas do oceano. A última chance de Dilma está no fundo do mar. Haja oxigênio para manter a mentira ambulante respirando.

Hoje a Folha publica:

Com o anúncio das regras do pré-sal e o fim do tratamento contra o câncer, o governo quer inaugurar uma nova fase da candidatura de Dilma Rousseff à Presidência. A ministra da Casa Civil deve tirar uma semana de férias a partir de terça-feira. Quando voltar, terá uma agenda de trabalho mais política, um discurso mais eclético e popular e mais gente envolvida em sua pré-campanha. Uma das principais novidades será a tentativa de ampliar a imagem da ministra para algo além de "mãe do PAC", o Programa de Aceleração do Crescimento -um dos principais selos do segundo mandato petista, mas com fraco apelo popular, conforme constatado em pesquisas contratadas pelo PT.

E a Veja estampa:

A cerimônia do pré-sal revelou como isso será posto em prática. O programa econômico da candidata, já desenhado pelos seus assessores, terá um forte viés estatizante. Já tem até um slogan: "Brasil, quinta potência mundial". Dilma buscará conquistar o eleitorado difundindo a tese de que o Brasil será uma das maiores potências econômicas do mundo na próxima década, graças sobretudo à abundância de recursos naturais – principalmente o petróleo. Para isso, no entanto, segundo a ministra, há a necessidade de uma presença mais forte do estado, não só como regulador da economia, mas como o principal investidor e indutor do crescimento.

Já que o blog tem antecipado um pouco as constatações, aqui vai um recado: o maior problema do Brasil é a saúde. Entre petróleo e saúde, a última ganha de 10 x 0 na escolha de pobre que não tem carro para abastecer e que nem sabe de onde vem a gasolina. Saúde é o grande diferencial que a candidatura de José Serra(PSDB-SP) poderá ter. Mas tem que saber usar, banindo do discurso a palavra "genérico", trocando, por exemplo, por " eu quebrei o monopólio das multinacionais para fazer remédios brasileiros, para salvar vidas de brasileiros e fortalecer as nossas empresas." Não tem nada mais nacionalista do que os genéricos. Não tem maior privatização na história deste país do que os genéricos. Agora, é preciso ter cuidado: a oposição não deve ser frontalmente contra a aprovação da nova CPMF. Deixa isso para o filhote do Bornhausen, para uma tropa de choque. Só tem uma palavra que pode fazer os tucanos vencerem as eleições e ela tem cinco letrinhas: s-a-ú-d-e. Qual é o pobre que não conhece o "G" dos remédios populares? Aliás, quantos hospitais o Lula construiu em oito anos? Aliás, quanto você gasta por mês em planos de saúde? Aliás, por que não teve Tamiflu e o Brasil se transformou no país com o maior número de mortes no mundo? Aliás, quantas pessoas podem fazer quimioterapia como a Dilma, no hospital Sírio-Libanês? Aliás, Dilma nao se curou de câncer dentro da igreja da pastora presa nos Estados Unidos: ela se curou de câncer dentro de um hospital onde pobre não entra. E por aí vai.

Vem aí a frase.

" Foi a fé que me curou do câncer".

Alguém duvida que a guerrilheira, assaltante de bancos, ativa participante de movimentos terroristas, mentora de dossiês mentirosos, "doutora" da enganação, uma das maiores "fichas sujas" deste país, ainda vai dizer esta frase?

Começa a guerra de 2010.

"Estamos cansados de ver guerrilheiros e ladrões no poder e ninguém cumprindo a Constituição."

Adivinha em que país um proprietário rural deu esta declaração, tendo em vista a impunidade que o governo concede a criminosos, financiando-os e protegendo-os, em vez de cumprir a lei. Bolívia? Nicarágua? Paraguai? Venezuela? Não, senhores e senhoras, esta declaração foi dada pelo presidente do Movimento Nacional dos Produtores, João Bosco Leal, aqui no Brasil, reagindo às invasões prometidas e antecipadas pelo MST. Obviamente, o foco dos "trabalhos" será o estado de São Paulo. Quem sabe os companheiros sem-terra não arranjam um morto para transformar em mártir? Uma criancinha enrolada na bandeira do movimento não seria a glória? Depois do MST, é claro que virá o PCC. Começará por onde, Heliópolis quem sabe? Tudo isso é só o começo do que o petismo fará para continuar no poder. Não nos surpreendamos se milícias bolivarianas, formadas por venezuelanos, cubanos e nicaraguenses chegarem ao país em 2010, para ajudar os camaradas a manter a doação de refinarias, estradas, pontes, avioes da Embraer e, principalmente, os olhinhos fechados para o narcotráfico e a guerrilha...

Não há mais dúvida: Battisti é petista.

É por isso que eles defendem com tanta convicção este assassino italiano. Em entrevista ao Estadão, o terrorista serial killer, Cesare Battisti, que deverá ser julgado pelo STF nos próximos dias, podendo ser extraditado do país para apodrecer atrás das grades, fala, age e raciocina como um legítimo petista. Daqueles que "não sabiam". Leiam aqui e vejam se não é o mesmo discursos dos lulas, dirceus, genoinos, delúbios, paloccis e assemelhados.

A metástese PToffoli.

Da Coluna do Augusto Nunes:

O indecente vale-tudo que manteve José Sarney na presidência do Senado comprovou que o governo deixou de pecar nas sombras para delinquir às claras. Decidido a garantir o controle do Poder Legislativo, atropelou a lei, a ética e o decoro sem disfarces nem cautelas. A tentativa de infiltrar no Supremo Tribunal Federal o bacharel José Antonio Toffoli, chefe da Advocacia-Geral da União, informa que chegou a vez do Judiciário. Se o resultado do julgamento de Antonio Palocci confirmou que há tumores a remover, a entrega de uma toga a Toffoli anunciará a chegada da metástase. A Constituição exige que um ministro do Supremo tenha notável saber jurídico e reputação ilibada. O despreparo do bacharel escolhido é notório. A reputação agoniza na folha corrida e morre num prontuário ainda em montagem.

Aqui, a íntegra do artigo.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Eu quero minha independência do Lula.

Ainda faltam 483 dias para não ver mais cara do Lula...

Lula fará, no próximo domingo, o tradicional pronunciamento de 7 de setembro. Desta vez, porém, o assunto principal de sua fala será o pré-sal. Lula aproveitará o mote das comemorações para passar a mensagem de que a descoberta de petróleo na camada pré-sal é a nova independência do Brasil. Na segunda-feira, em seu programa semanal "Café com o Presidente", Lula já havia dito que o lançamento do novo marco regulatório do pré-sal representava "um novo Dia da Independência para o Brasil."

No+Chávez.

Vejas aqui as fotos do Dia Mundial "No+Chávez", contra o tirano venezuelano que quer incendiar a América Latina, com apoio de Lula e sua laia. Calma, o site está congestionado.

Gripe H1N1: a culpa é da oposição.

A oposição brasileira é tão incompetente que o governo já começa a estruturar o seu discurso para justificar a explosão de mortes no Brasil, pela falta do Tamiflu e pela falta de planejamento do Ministério da Saúde: no fundo, a gripe suina é culpa da CPMF. Vejam a pérola de Aloízio Mercadante(PT-SP), defendendo a criação de um novo imposto:"O presidente está preocupado com o quadro da saúde. Há estimativa de um aumento de mortes nos Estados Unidos e na Europa, no inverno. E por isso é preciso também que aqui haja uma grande mobilização para prevenir o Brasil da gripe". A pergunta é se algum país do mundo precisou aumentar imposto para enfrentar a pandemia. É duro, muito duro, conviver com a oposição no Brasil. Enquanto o PT vive com as mãos manchadas de tudo, os tucanos asseados protegem os seus punhos de renda e os demos cagalhões fazem acordinhos para manter as capitanias hereditárias nos cantões do Brasil. Correm o risco de perder a eleição para este robozinho montado em Cuba, que atende por Dilma Rousseff.

Sai das entrelinhas, José Serra.

De uns dias para cá, José Serra(PSDB-SP), especialmente depois da rasteira que levou de Lula no último domingo, sendo feito de bobo no caso do regime de urgência para as leis do Pré-Sal, começa a ter uma postura de oposição. Pelo menos já está criticando Lula nas entrelinhas, com piadinhas e indiretas. Espera-se que, levando mais umas duas rasteiras públicas, com direito à foto e tudo, comece a ser mais direto, falando que o dinheiro do Pré-Sal tem que ir para o Tamiflu e para as filas do SUS, por exemplo. Mostrando que, depois de dois mandatos de Lula, a educação superior no Brasil piorou. E afirmando que o Brasil não precisa contratar mais funcionários públicos, mas sim modernizar a sua gestão e pagar melhor os que estão aí. Difícil?

No ar, mais uma safadeza do PT.

Da Folha:

Nem levantou voo e um helicóptero recém-adquirido pelo governo do Acre, por R$ 7,9 milhões, pode sofrer reparos.O "defeito", apontado pelo Ministério Público Federal, está em sua fuselagem, pintada com as cores da bandeira acriana e na qual foi desenhada uma estrela vermelha, símbolo do PT -partido que administra o Estado. O governo diz que o desenho faz referência à estrela de sua bandeira, mas, para o procurador da República Ricardo Gralha Massia, trata-se de publicidade que "favorece o PT perante a coletividade". Ele pede que a imagem seja removida ou corrigida em 15 dias. O governo pode acatar ou não a recomendação, e tem cinco dias para se manifestar.

Campanha por PToffoli no STF.

Do Painel da Folha:

Em campanha para emplacar José Antonio Toffoli na vaga aberta no STF com a morte de Carlos Alberto Direito, integrantes do governo saíram a campo para tentar neutralizar a informação de que o advogado-geral da União foi reprovado na primeira fase dos dois concursos que prestou para virar juiz (1994 e 1995). Além de argumentar que os reveses ocorreram há 15 anos, e que desde então Toffoli aprimorou os conhecimentos jurídicos, a ideia é promover o balanço de sua gestão na AGU. Em destaque, uma anunciada economia de R$ 476 bi para a União graças à ação do órgão -R$ 221 bi teriam resultado do entendimento de que o crédito prêmio de IPI foi válido apenas até 1990.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Blog do Lula abriu área de comentários.

Entre aqui e deixe uma homenagem para o "presidenti".
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Estão dizendo que o Blog do Lula com comentários é um clone. Não acredito. Lula é um democrata. Lula é a favor da liberdade de imprensa. E tudo que é do Lula é "incopiável"!

O barbudo e o barbeiro.

Lula ainda vai carregar no seu corpo uma hérnia de disco contraída de tanto dobrar a espinha para Hugo Chávez, durante oito anos de mandato. Vai levar também marcado na sua paleta o fato de ser um dos maiores incentivadores para o esmagamento de um dos países mais pobres da América Latina, Honduras, justamente para fazer o que ele mais gosta: dobrar a espinha para as imposições de Hugo Chávez. Hoje os Estados Unidos, pressionado pelos bolivarianos de toda a espécie, cortou a ajuda econômica ao país, que já vive em clima de eleições democráticas e livres para escolher um novo presidente. Desta vez, o Brasil alinhou-se aos americanos. Uma das retaliações da diplomacia petista é o cancelamento de um programa de erradicação do mal de Chagas, que vem salvando a vida de centenas de hondurenhos. Uma vingança digna da maldade de Lula. O barbudo liberou o "barbeiro" - o mosquito(ou percevejo) propagador da doença - para picar livremente o povo hondurenho, porque é um povo que ama e defende a democracia. E que não dobra a espinha, como ele, para Hugo Chávez.

"Estou curada".


A "doutora" dá longa entrevista à Rádio Gaúcha, onde declara que está curada. E faz campanha no Rio Grande do Sul. Cansativa, como sempre. Enfadonha pela própria natureza. Chata. Daria uma bela síndica de conjunto habitacional na Vila do IAPI, em Porto Alegre.

40.000 novos cabos eleitorais.


Lula vai contratar 77.000 novos servidores em 2010, ano eleitoral, sendo que 40.000 deles sem concurso público. É a cumpanherada se preparando para os anos de penúria. Ou o Senado cria vergonha na cara e literalmente pára o país ou quem entrar não conseguirá administrar o déficit e o total aparelhamento da máquina pública. E não diga a oposição que não tem como contestar. Basta dizer que não precisamos de mais funcionários, precisamos pagar melhor os que estão aí(aumento!), dar-lhes capacitação(diárias!) e melhorar a gestão(menos trabalho!). É ou não é simples? Leia mais aqui.

Piada pronta.

E Fernando Collor de Mello (PTB-AL), ex-presidente do Brasil, foi eleito ontem o mais novo imortal da AAL (Academia Alagoana de Letras). Nunca escreveu um livro. Vai frequentar o local que já recebeu nomes como Aurélio Buarque de Holanda, por exemplo. Poderia escrever muitos livros, facilmente, todos autobiográficos: " A Elba", "Eu notebook, ele PC", " Um ippon na poupança" e o impagável " Eu saí com aquilo roxo".

A web é "libertária".

De Marco Chiaretti, articulista da Folha, mostrando que pode-se falar com muito mais propriedade sobre blogs e outros meios, sem cair de pau em cima do anonimato, que é a alma da blogosfera:

Em que pese a capacidade do Congresso de mudar tudo em cima da hora para deixar tudo como está, há algo evidente nesse "imbróglio" legislativo sobre a relação entre web e eleição: o Congresso pouco ou nada entende do fenômeno da web. E do que entende, não gosta. Alguém poderia dizer que, afinal, a web é muito recente, por isso a dificuldade. Não é. A web comercial tem no Brasil quase 15 anos de existência. A internet apareceu por aqui mais de dez anos antes. O problema não é a novidade, mas a essência mesma da rede. A web é libertária demais para este tipo de discurso. Já se tentou coibir a expressão política em rede, e os tribunais superiores já se manifestaram contra isso. Essa energia anárquica volta-se muitas vezes contra o estabelecido, foge ao controle. Isso é um problema para um Congresso como o nosso, em um país cartorial como o Brasil, onde tudo para ser legítimo precisa estar submetido a regulamentos, decretos e portarias. Não demora muito vai se propor o Dia Nacional do Blogueiro e o Registro Nacional de Twitteiros e Afins (RNTA), eventualmente com necessidade de diploma para sua obtenção. Afinal, trata-se de uma mídia com milhões de usuários. E mídia nada fácil de usar, como se viu por exemplos recentes de irrevogabilidade revogável. Quem quiser postar algo contra ou a favor de um candidato, o fará, em um site fora do Brasil, por exemplo. Exigir que um debate na rede inclua um monte de candidatos significa não querer que ele aconteça. Ponto. A rede não é um sistema de "broadcasting", onde uma emissora transmite um sinal e envia um determinado conteúdo, uma mensagem, a milhões de ouvintes. Não é TV, nem rádio. Não é uma concessão. São milhões de usuários (no Brasil serão mais de 70 milhões ano que vem, no atual ritmo de crescimento) enviando mensagens a milhões de usuários. Quase todos, diga-se, eleitores. "É proibido isso e aquilo na web em época eleitoral." Ok, e aí? Vamos colocar um sargento da Rota no ombro de cada usuário do Twitter, de cada blogueiro, de cada autor de comentário, de cada emitente de uma mensagem, um e-mail, um sms? Multar todo mundo? Fingir que não viu? Nos EUA, a turma de Obama usou a web a seu favor. Deu no que deu.

E o "delega" era "comuna".

E o "doutor" Protógenes foi para o PCdoB dizendo que, ao contrário do PDT, lá não existiam envolvidos com corrupção. Esquece do Pan, que até hoje não fechou as contas e da tapioca consumida com cartão corporativo pelo luminar da sigla, o ministro Orlando Silva. Vai ser candidato a senador. Fará menos de 50 mil votos.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Rio 2016.

O COI mandou dizer para os estelionatários da Rio 2016 que a cidade tem dois problemas: quem conseguir chegar, não vai ter onde dormir. Como a noite do Rio é deveras emocionante, com balas traçantes iluminando a cidade maravilhosa, não vai faltar o que fazer para os visitantes. Correr, por exemplo. Leia mais aqui.

Anônimo, pero no mucho.

Se eu ganhasse o que alguns jornalistas ganham para fazer um blog, não seria um anônimo. Mostraria bem mais do que o meu nariz quilombola e o meu beiço tupi-guarani na foto ao lado. Colocaria CPF e RG, junto com o nome completo. Sempre achei que o anonimato incomodava apenas os petralhas. Mas, ao que parece, também incomoda os seus caçadores. O Coturno Noturno tem apenas 30.000 citações no "gúgul", 10% do que conseguem os blogueiros devidamente identificados. São 3.500 visitas por dia, pouco menos de 1.500.000 em dois anos e meio. Está certo que o Coturno Noturno é mais visitado que o Blog do José Dirceu, por exemplo. E que tem apenas cinco vezes menos visitantes que o Anão das Botinhas Cor-de-Rosa. Defendo que o anonimato aproxima os anônimos, que são a grande maioria na blogosfera. Eu não valho absolutamente nada pelo Coronel, mas sim pelo conteúdo que produzo e pela mística construída em torno de um nick que já derrubou ministro, já fez tremer candidato à presidência e já pautou por diversas vezes as cabeças iluminadas da blogosfera. Acham que o anonimato é ruim? A minha identidade vale R$ 30 paus por mês, uma equipe de advogados de plantão e um contrato de cinco anos.

Quem eles pensam que são?

Até quando vão rir da nossa cara e brincar com a democracia brasileira?

Que Brasil é este, onde uma empresa que está sendo alvo de uma CPI no Senado para investigar fraudes, favorecimentos espúrios e desvios de dinheiro público, como é o caso da Petrobras, é beneficiada por uma legislação discutida por apenas três pessoas? Quem pensam que são o Lula, a Dilma Rousseff e o José Sérgio Gabrielli para empurrar goela abaixo do país uma lei feita sem transparência, sem discussão com a sociedade, cercada de mistérios, que muda um marco regulatório que comprovadamente deu certo, haja vista o crescimento da Petrobras? Quem pensam que são o Lula, a Dilma Rousseff e o José Sérgio Gabrielli para determinar que haverá uma injeção de R$ 100 bilhões, por meio de aumento do déficit público, para capitalizar uma empresa sob suspeita em sua gestão,esmagando dezenas de milhares de pequenos poupadores e investidores? Quem pensam que são o Lula, a Dilma Rousseff e o José Sérgio Gabrielli para dar 90 dias para que 190 milhões de brasileiros possam discutir um assunto de tamanhas proporções? Que pressa é essa? Por acaso vão diminuir pela metade o preço dos combustíveis em 90 dias? Por acaso vão gerar bilhões e bilhões em receita nova para investir no país, assim da noite para o dia? Por acaso este petróleo, cujos testes mostram exatamente o contrário do propalado pela máquina marqueteira do PT, vai salvar o Brasil até o final de 2009? Quem pensam que são o Lula, a Dilma Rousseff e o José Sérgio Gabrielli para colocar um país contra a parede, sem nenhum estudo rigorosamente técnico e conclusivo sobre o Pré-Sal? Sem ouvir as universidades. Sem ouvir as empresas. Sem ouvir os cientistas. Sem ouvir os juristas e constitucionalistas. Sem ouvir o povo brasileiro. Quem pensam que são o Lula, a Dilma Rousseff e o José Sérgio Gabrielli para, investigados pelo Senado como apoiadores de uma verdadeira gangue que existe dentro da empresa, peitar este mesmo Senado em busca da aprovação de uma lei que o país só tomou conhecimento em um evento eleitoreiro e que, na noite anterior, foi modificado? Quem eles pensam que são? Que golpe é este armado contra o patrimônio do país? Quem está levando o quê, para aprovar no afogadilho uma lei cujos benefícios não aparecerão antes de 10 anos, se aparecerem?

Lula afunda minoritários no Pré-Sal.

Nunca na história deste país se mentiu tanto para os pobres. Para que o BNDES não perca os 7,5% de participação na Petrobras, com o aumento de capital anunciado pela "madrasta do Pré-Sal", Lula vai entupir o banco com muito dinheiro público. Assim, em um raciocínio básico, o "bancão a serviço dos petralhas" vai continuar tendo a mesma parcela de lucros. Já aquele minoritário vai tirar dinheiro de onde, para manter o valor das suas ações, se a "doutora" proibiu o uso do FGTS? Assim, uma bela noite, o pobre brasileiro que sacou o FGTS para aplicar na Petrobras, vai dormir com uma ação na mão e acordar apenas com meia ação. Quando é que a oposição vai fundar uma associação dos minoritários da Petrobras? Depois que eles forem roubados pelo ufanismo safado do PT?

Pré-Sal: vai jorrar dinheiro para a Petrobras.

Entrevista esclarecedora dada ao Estado de São Paulo, por Marco Tavares, diretor de uma consultoria chamada Gas Energy, que tem inclusive a Petrobras como cliente:

Qual a sua avaliação da nova regulação?

Muito ruim, um absurdo. O objetivo primeiro da mudança de modelo era uma questão de renda. A distribuição hoje não beneficia a Nação como um todo. Então, o governo diz que vai mudar criando um fundo social para receber parcela dessa arrecadação. Ao mesmo tempo, diz: no pré-sal, a Petrobrás vai ser a única operadora. Mas, como a Petrobrás não tem recursos para isso, precisa ser capitalizada. E pega os primeiros 5 bilhões de barris do pré-sal para capitalizá-la. Cadê o fundo que criou? Se o primeiro dinheiro dos barris novos paga os títulos de capitalização da Petrobrás, para que criou o fundo? Para que mudou o modelo? Para dar dinheiro à Petrobrás? Há uma grande inconsistência entre a propaganda e o que apresentaram. A propaganda diz que tem um objetivo, mas o que apresentaram é um modo de pegar dinheiro da concessão e capitalizar a Petrobrás.

Sindicato dos milicos.

Do Painel da Folha:

Apaga a luz. Por determinação do comandante Enzo Peri, o QG do Exército faz hoje um feriado "fora de época" e, a partir do dia 14, passará a funcionar às segundas em regime de meio expediente, apenas depois das 13h. Trata-se de medida de contenção de despesas. E/ou de protesto dissimulado contra o contingenciamento do Orçamento das Forças Armadas.
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Em outras épocas, colocava-se a tropa em prontidão. Hoje, os "melancias" preferem fazer greve. Nada mais a declarar. E que beijem a bunda de Lula no dia 7 de setembro.

Dilma tunga minoritários da Petrobras.

Nunca na história da Petrobras...

Os brasileiros humildes que compraram ações da Petrobras usando o FGTS que chorem na cama, que é lugar quente. O governo vai emitir títulos públicos, ou seja, vai se endividar para investir R$ 100 bilhões na estatal, para buscar petróleo lá no fundão do mar. Idéia da Dilma Rousseff. Já os brasileiros humildes, chamados de minoritários, terão que tirar do próprio bolso a mesma quantia, se quiserem que as suas ações continuem valendo alguma coisa. Os saques do FGTS estão bloqueados para esta finalidade, por determinação de Dilma Rousseff, a "madrasta do Pré-Sal". A "doutora" já declarou que "o trabalhador que usou o FGTS no passado terá de capitalizar a Petrobras com dinheiro próprio". O petróleo é nosso, mas a Petrobras, que usou e abusou do FGTS do povão, é cada vez mais deles.
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Mais informações aqui.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Lula culpa a imprensa pela crise.

Lula, hoje, no Rio, apontou a sua lingua solta, novamente, contra a imprensa:"o Brasil não tinha que ter passado pela crise que passou. Houve uma certa covardia de setores. A gente despencou com medo do pânico vendido pela imprensa". Para delírio dos blogueiros que o rodeiam, desde os mascates da mão peluda, até o anão das botinhas cor-de-rosa, passando pelo "joão-de-barro" que faz "ninho" na janela do Planalto que, aliás, está vazio e em obras.

Serra: "tucano não faz loucura".

José Serra(PSDB-SP), não sei bem o motivo, certamente sem querer, deu aqui a resposta para o que escrevemos aqui. É, o burro sou eu.

Empresa envolvida com o Juiz Lalau dá laudo para a Petrobras.

O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) colocou sob suspeita nesta terça-feira laudos técnicos apresentadas por gerentes da Petrobras à CPI do Senado que investiga a estatal. O parecer desmente as denúncias de superfaturamento na construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O tucano afirmou que o relatório assinado pela empresa Pini negando o sobrepreço identificado pelo TCU (Tribunal de Contas da União) é duvidoso. Dias afirmou que a justificativa apresentada no texto foi a mesma utilizada pela Pini para rebater as denúncias de superfaturamento na construção do prédio do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) de São Paulo, escândalo que levou à prisão o juiz Nicolau dos Santos Neves. "A Pini não parece ter credibilidade para oferecer aval para quem quer que seja. A Petrobras é uma empresa independente. A Pini é que definiu os preços praticados pelo TRT de São Paulo, sendo que R$ 170 milhões foram detectados no esquema comandado pelo juiz Nicolau. Tinha como avalista a Pini engenharia. A primeira surpresa é ver a Petrobras valendo de uma empresa como essa para dar aval sobre preços".Leia mais aqui.

U$ 240 milhões para o bispo tarado.

O Brasil e o Paraguai assinaram nesta terça-feira, 1, um documento, que deve ser aprovado pelos Congressos dos dois países, que determina o aumento do valor recebido pelo segundo devido à cessão a seu vizinho de seu excedente de energia na hidrelétrica de Itaipu. Através de um documento assinado pelo chanceler paraguaio, Héctor Lacognata, e pelo embaixador do Brasil em Assunção, Eduardo dos Santos, no Palácio de López (sede do Governo), o Paraguai passaria a receber US$ 360 milhões anuais em vez dos atuais US$ 120 milhões.Leia mais aqui.

Não seja burro, José Serra.

A campanha de 2010 está pronta e começou ontem. E o golpe petista se chama Petrobras. Lula está dando corda para a oposição se enforcar. Ontem, no seu discurso, reviveu a Petrobrax, trazendo de volta, sutilmente, a marca da privatização tucana. Em vez de Serra ir levar rasteira em reunião na calada da noite, deveria assumir o discurso ufanista de Lula em relação à monumental,espetacular, incrível e miraculosa riqueza do Pré-Sal. Propor a nacionalização completa da Petrobras, por exemplo. Propor que todo o dinheiro seja usado para acabar com a fome no país. Propor uma caravana pelo país para discutir com as comunidades de base e os movimentos sociais. Propor que o dinheiro se transforme em hospitais, principalmente em hospitais, já que saúde é a sua marca e a pior ferida deste país injusto. Para que ninguém morra de gripe suina, sem direito ao Tamiflu. No entanto, José Serra prefere defender São Paulo. Os royalties do rico São Paulo. Prefere dizer que o Pré-Sal só vai dar dinheiro daqui a 20 anos. É completa falta de sensibilidade política. O que o Maranhão, o Acre e a Paraíba pensam de São Paulo? Acham São Paulo mais pobre ou se aboletam em ônibus para mudarem para a terra dos sonhos? Defenda o Brasil, José Serra. Seja candidato a presidente, governador. São Paulo que se exploda, candidato. Ou que continue feliz com o seu segundo mandato, quando o senhor nos deixará em paz com a sua insistência teimosa em ser presidente do país. A Petrobras é o tema central da campanha de 2010. Ou a Petrobrax, como os tucanos chamavam. Ofereça mais do que Lula e Dilma. Prometer é fácil e é o que vai decidir a eleiçao. Não seja burro, José Serra! A fórmula é simples: prometa para Dilma negar. Porque do contrário...

Tucanagem.

Da Folha:

O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), disse ontem, em palestra a tucanos, que contra uma candidata como a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) o partido "não tem o direito de perder as eleições". Foi uma maneira de cobrar mobilização. Guerra disse que "toda vez que a ministra apareceu, ela diminuiu". "Dilma falando nos ajuda". O tucano afirmou, porém, que o PSDB tem problemas a resolver. Usando a campanha de Geraldo Alckmin, de 2006, como exemplo, ele se queixou da falta de empenho de democratas onde o presidente Lula exercia liderança. "Democratas nos apoiaram. Mas democratas e os tucanos fizeram muito pouca campanha", disse ele, segundo quem, em alguns lugares, a aliança foi "entre aspas".
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Poderia ter sido mais franco, citando José Serra, que arrancou a mão para não erguê-la junto com Alckmin, na festa da sua vitória no primeiro turno, justamente em cima da gestão do candidato a presidente. Poderia ter citado, também, Aécio Neves, que promovia "chispadas" em locais onde não havia eleitores, enquando seus prefeitos trabalhavam abertamente para Lula. Mas, como bom tucano, Sérgio Guerra preferiu ser "honesto" apenas com os outros.

Aplauso para Lula.

Parte dos gastos da festa de posse do segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 1º de janeiro de 2007, foi contestada pelo TCU (Tribunal de Contas da União).Relatório preliminar do órgão aponta irregularidades nas despesas de R$ 759 mil que se destinavam a custear atividades culturais realizadas na Esplanada dos Ministérios.O custo total da festa foi de R$ 1,7 milhão, pago pela Presidência da República (R$ 178 mil), Partido dos Trabalhadores (R$ 600 mil) e Ministério da Cultura (R$ 1,08 milhão).O valor contestado pelo TCU no relatório ao qual a Folha teve acesso saiu dos cofres da Cultura -com o consentimento da Secretaria Especial da Presidência. A empresa responsável pelo serviço foi a Aplauso, que atua no ramo de organização de eventos.A Aplauso tem um histórico de contratos milionários assinados com o governo Lula.Segundo levantamento da Folha no Portal da Transparência, o Executivo pagou à empresa, de 2004 até junho deste ano, R$ 127,1 milhões -o maior valor repassado foi no ano eleitoral de 2006, R$ 55,4 milhões. Em investigação da CGU (Controladoria-Geral da União), a empresa foi responsabilizada por desvios de R$ 7 milhões em convênios assinados com a Funasa (Fundação Nacional de Saúde).Somado ao convênio da festa de posse, outros dois relatórios preliminares do TCU concluídos recentemente apontam irregularidades que, juntas, chegam a R$ 2,38 milhões.Os convênios foram fechados pelo Ministério da Justiça e pela Secretaria Especial de Direitos Humanos. Os serviços, feitos entre 2006 e 2008, referem-se à especialidade da empresa: organização de eventos. Procurados, eles informaram terem conhecimento da auditoria, mas que não iriam comentá-la, pois não acessaram os relatórios do tribunal.

Gostou? Leva pra você.

De Dilma para Ideli, nem tão amigas, mas mais do que companheiras, ontem no Pré-Sal, segundo o Painel da Folha:

Telma & Louise. Bilhete passado pela ministra Dilma Rousseff à senadora Ideli Salvatti (PT-SC) ontem, na reunião do conselho político: "Este é um momento em que fica claro que vale a pena essa luta toda. Minha certeza de que o melhor de tudo é ter parceiras como você. Este é meu orgulho! Um abração!".

"Mãe do PAC", "Madrasta do Pré-Sal".

O PAC está morto e enterrado. No lançamento do Pré-sal, Lula e Dilma discursaram 55 minutos e 42 segundos. Sabem quantas vezes falaram no PAC? Nenhuma, zero, nadica de PAC. Sabem quanto o governo Lula alardeava de investimentos do PAC no Pré-sal? R$ 93 bilhões até 2020. Hoje, nitidamente, os marqueteiros do Planalto desvincularam a promessa distante do Pré-sal do fracasso escancarado do PAC. Baniram o PAC que prometeu muito e não entregou nada. Substituíram pelo Pré-sal que não tem prazo para produzir. Nada como uma mentira nova para turbinar a candidatura da sempre lembrada "mãe do PAC", a hoje ressuscitada "madrasta do Pré-sal".

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Estelionatários do futuro.

Hoje Lula disse que o pré-sal é fruto da mão invisível do povo brasileiro. Nada disso. Quem tem a mão invisível é o PT do mensalão, do caixa dois, do dólar na cueca. A mão do povo brasileiro escancara os calos do trabalho duro, não tem nada a ver com atividades não contabilizadas. Mão invisível é o que move os interesses eleitoreiros em torno de uma riqueza que virá à tona somente daqui 15 anos. Não se satisfazem mais em roubar no presente, já querem meter a mão(invisível?) no país de amanhã. São os estelionatários do futuro.

Serra minimiza quebra de acordo de Lula.

Serra minimizou a quebra do acordo para a retirada da urgência dos quatro projetos para a exploração do pré-sal que o governo encaminhou hoje ao Congresso. "Não foi propriamente um acordo foi uma sugestão que nós fizemos para que desse tempo maior para a discussão. O pré-sal foi anunciado há 22 meses e o governo teve esse tempo para elaborar o projeto de lei. Agora é razoável que se dê mais tempo e não apenas 90dias. A última Lei do Petróleo de 1997 levou um ano meio", disse. Serra disse ainda que não haverá prejuízos para o país, se os debates no Congresso se estenderem por mais tempo. "Se for seis meses em vez de três meses, o país não perde, só ganha. Isto deve merecer um tempo maior para ser discutido e não ser feito atropeladamente em três meses. O que demorou dois anos para ser proposto, a meu ver, mereceria um prazo maior", afirmou.
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Quando, hoje pela manhã, o Blog alertou para a esperteza de Lula, teve tucano que não gostou. Pois é. Há pessoas que não conseguem ler um post sob um prisma exclusivamente político. Por ter ido lá, tirado fotografia rindo, sem ter se protegido das manhas do mentiroso, Serra só pode mesmo minimizar.

Dom Lula do "Préssau".

Hoje Lula vai forçar a barra, denominando o "préssau" de "segunda independência". Só falta chegar à festa montado em um cavalo branco. Na prática, no entanto, está saindo menos "ouro negro" (outra pérola do Blog do Lula) lá do fundo do mar. Uns dizem que é porque tem menos petróleo do que anunciaram, outros que o equipamento, em contato com o sal, enferrujou e parou de funcionar. A pressa é inimiga do "préssau". Sem PAC, sem PUC(digo Unicamp), algo tem que embalar a campanha da "doutora" candidata. "A Petrobras está acostumada à profundidade de 2.000 metros, que é onde fica esse equipamento. Não deveria ter ocorrido uma corrosão. Um projeto como esse requer um controle de qualidade muito apurado", disse o geólogo Wagner Freire, presidente da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo. Já para o consultor em energia Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura, a produção de Tupi abaixo do esperado evidencia os riscos de explorar petróleo no pré-sal, que o governo considera baixo. "É mais uma amostra de que o governo e a Petrobras têm muito pouco conhecimento do que é o pré-sal. A cada dia, a tese do risco zero vai mais para o buraco." As declarações foram dadas à Folha. Mas, para o governo petista, o que importa é transformar urubu em "meu louro". Hoje tem palanque para a ministra da perna curta. Só falta ela também virar a "tia do préssau".

Sem comentários.

"Até que se defina uma nova repartição, ficam mantidas as regras atuais de distribuição, disse ao Blog do Planalto o ‘joão-de-barro’ que costuma fazer seu ninho perto da biblioteca do Palácio da Alvorada."

Já está no ar o Blog do Lula. Pelo "ninho" do joão-de-barro, já dá para sentir o que vem por aí, no blog do apedeuta. E sintam o ato falho da nova "repartição" que, no fundo, refere-se à nova empresa que vai surgir para abrigar mais uma cambada de companheiros.

Garoto esperto.

Quer dizer que Lula cedeu às pressões de José Serra para que os estados pobres do Brasil não tenham mais dinheiro para atender as suas carências, vindos do poço sem fundo do pré-sal? Quer dizer que José Serra tirou o pão da boca dos pobres brasileiros para entupir os bolsos dos ricos paulistas? Como é esperto este Lula! Sobre Serra, tirem suas próprias conclusões.

domingo, 30 de agosto de 2009

Uribe pega a gripe suina.


Quem com porcos se mistura, contrai. Álvaro Uribe, presidente da Colômbia, voltou da reunião da Unasur com a gripe suina. Leia mais aqui.

Oposição e o pré-sal.

Trecho da nota conjunta do DEM, PSDB e PPS, sobre o palanque erguido por Lula para promover a candidatura da "ministra da perna curta", da "senhora mentira", da "doutora" das agendas perdidas, da "mãe do PAC":

O pré-sal é do Brasil, dos brasileiros que há décadas lutam em defesa dessa riqueza nacional, e das suas gerações futuras.Os partidos de Oposição, PSDB, DEM e PPS, não vão permitir que o pré-sal seja transformado em bandeira eleitoral, nem que venha favorecer a grupos partidários que transformam o Estado brasileiro em extensão dos seus interesses. Trata-se de uma questão de Estado que pode definir o futuro do país, é assunto que deve ser tratado com transparência, e com participação de toda a sociedade. Sem rolo compressor. Depois de quase dois anos de conversas restritas aos gabinetes do Palácio do Planalto, da Esplanada dos Ministérios e da diretoria da Petrobras, a discussão sobre a exploração das reservas da camada pré-sal, enfim, chega à esfera pública.

Louco, pero no mucho.

Acusando o golpe com a piada que fez Alan Garcia, presidente do Peru, durante a cúpula da Unasur, Hugo Chávez afirma que não deixará de vender petróleo para o "império". E deixa claro nas entrelinhas desta entrevista que as sete bases mais perigosas não são as da Colômbia, mas sim as sete refinarias e os dez mil postos de gasolina que a Venezuela mantém nos Estados Unidos da América. Hugo Chávez é louco, pero no mucho, pois não rasga dinheiro e ainda não foi apanhado comendo os próprios excrementos.

Movimento "antipactico" à Dilma.



O Estadão afirma, na edição de hoje:

Curiosamente, enquanto o presidente Lula busca associar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) à ministra Dilma, certo de que isso atrai votos para ela, no meio das comunidades tal associação exerce um efeito oposto, de rejeição. O programa é visto como causador de problemas ambientais e ameaça para comunidades ribeirinhas e indígenas.

Saudada por antropólogos, ongólogos, teólogos, sociólogos, ufólogos, ecólogos, naturólogos, quilombólogos, indiólogos e arvoristas em geral, a candidatura de Marina Silva(PV-AC) cria uma poderosa força contrária ao PAC, Programa de Aceleração do Crescimento. Nao há dúvida alguma que se os tucanos souberem trazer o tema para o debate, dando escada para a candidata, repercutindo as suas denúncias e propostas e preparando-se para o embate ecológico do segundo turno, este movimento "antipactico" à Dilma poderá decidir as eleições.

Rabo preso?

Hoje a Folha de São Paulo faz um editorial levantando o escândalo que é esta nova espécie de "estatização reversa" promovida pelo governo Lula, que injeta dinheiro do BNDES e dos fundos de pensão para ter maioria em conglomerados que, em troca, passam a deter praticamente o monopólio de mercado. É o caso da Sadia(um dos donos foi ministro de Lula), Telemar(investiu milhões na empresa do filho do presidente) e mais recentemente a Braskem(formada durante o governo petista por uma das suas maiores doadoras). Aliás, sobre a Braskem, o blog vem batendo há muito tempo, tendo em vista o quanto é pernicioso a existência de um monopólio em indústrias de primeira geração. O editorial da Folha afirma que "está prestes a surgir mais um gigante industrial patrocinado pelo governo, agora no setor petroquímico. A provável compra da Quattor pela Braskem, mediante o apoio da Petrobras, que detém participações acionárias em ambas as companhias, resultará em monopólio da produção de resinas no mercado doméstico. Não se trata de relâmpago em céu azul. Nos últimos três anos, intensificou-se a formação de conglomerados, na maior parte das vezes por meio de operações que contaram com dinheiro ou aval do governo. Reconfiguram-se, desse modo, as regras do jogo, o poder econômico e o controle do capital em setores como alimentos, siderurgia, logística, energia, finanças e telefonia." A Folha tenta mostrar isenção ao levantar o tema, mas é de um cinismo impressionante ao aceitar, na mesma edição deste domingo, uma coluna do Norberto Odebrechet, justamente o dono da Braskem, intitulada "Empresas globais". Se um jornal é contra determinado tema no seu editorial, que é a opinião do veículo de comunicação, nos parece que deveria estender esta linha às outras seções, sob pena de querer servir deus e o diabo, ao mesmo tempo, navegando ao sabor de conveniências, muitas vezes espúrias. Isto não é mostrar liberdade de opinião, aceitando o contraditório. Se assim fosse, a Folha deveria ter colocado a matéria na sua seção "Debates", onde publica aquele "SIM" e "NÃO". Diz o todo-poderoso dono da Braskem, um dos maiores doadores do PT nas últimas eleições: "Não faz sentido o temor de que empresas de porte mundial se transformem em ameaças à livre concorrência ou em fatores de desequilíbrio do mercado. São inúmeros os exemplos de cooperação entre grandes e pequenas empresas, que sobrevivem e crescem juntas, como elos saudáveis de cadeias produtivas.Somente grandes corporações serão capazes de espalhar pelo mundo o nome do Brasil também como sinônimo de bons produtos e serviços e um país que almeja desempenhar papel relevante no cenário global precisa de empresas campeãs globais." O que o empresário não explica é que a Braskem terá o poder, de agora em diante, de interferir no preço de praticamente todos os produtos que usem resinas, desde o pote de margarina até o painel do automóvel. E que bastará impor tarifas alfandegárias que impeçam o ingresso da concorrência internacional para fazer o que bem entender com o mercado doméstico. Mas não foi só isso que a Folha "ouviu", nesta edição de domingo. Norberto Odebrecht termina o seu artigo com a seguinte frase:"Pensemos sobre isto com nossas mentes abertas." Além de confrontar a opinião de um dos maiores jornais do Brasil, o empresário ainda chama o seu dono, que é quem orienta a linha editorial, de retrógrado. Um dia a Folha dizia que "não tinha o rabo preso com ninguém". Parece que agora tem. E de forma escancarada.

A quadrilha está de volta.

José Dirceu e Antônio Palocci foram decisivos para que Lula contornasse a crise da renúncia "irrevogável" de Aloízio Mercadante. Foram os dois que escreveram a carta e intermediaram a sua aprovaçao com o chefe. Como estão cumprindo pena em liberdade, foi possível reunir todos em volta de uma mesa, como nos velhos tempos. Só faltou José Genoino. Não é tocante ver os companheiros tao unidos um pouquinho antes de 2010?