terça-feira, 21 de maio de 2013

Nada melhor do que uma boa conversa.

 
O PSDB estreia um novo site. Novo. Clique aqui. Para conversar com os brasileiros. Conversar é um bom começo. Basta ver o que os petralhas estão falando na rede, inconformados com esta nova abordagem de marketing da oposição. Há algo de novo no ar.

Não é boato! 13 cartões da Bolsa Família novinhos em folha encontrados no lixão de Brasília.13!

 
Uma catadora do lixão da Estrutural, no Distrito Federal, afirma ter encontrado 13 cartões do programa Bolsa Família no aterro no começo da semana passada. Eles estavam em um envelope pardo, no pátio em que são despejados resíduos de shoppings e supermercados. Todos os documentos são de moradores de Valparaíso, em Goiás. A Caixa Econômica Federal, responsável pelo pagamento do benefício, que varia entre R$ 32 e R$ 306, não soube explicar como os cartões foram parar no lixão. Leia mais aqui.

Quanta casualidade!


O boato do fim da Bolsa Família, por estas armadilhas do destino, ocorreu exatamente no momento em que a convenção tucana lançava Aécio Neves (PSDB-MG) como candidato à presidência em 2014. Também aconteceu, casualmente, na véspera de uma segunda-feira em que a presidente Dilma estaria encontrando o seu outro adversário em 2014, Eduardo Campos (PSB-PE), no seu estado, em compromisso oficial. Além disso, para completar toda esta fatalidade, os boatos se espalharam justamente no Nordeste, maior reduto eleitoral do governador de Pernambuco, mas também a região que garantiu as vitórias de Lula e Dilma, nas últimas três eleições. Ainda bem que a Caixa Econômica Federal estava de plantão no domingo para a complexa operação de liberar todos os saques e ainda manter os caixas abastecidos,  impedindo uma tragédia. Ainda bem que a presidente, lá de cima do palanque, desmetiu tudo com veemência, chamando de criminosos os responsáveis (ainda não encontrados, assim como os aloprados) pela falsa notícia. Ainda bem que a Dilma teve a bênção divina de estar lá, no Nordeste, seu maior reduto eleitoral e maior usuário do benefício, para desmentir tudo e reafirmar que a Bolsa Família jamais acabará, que tudo não passou de um "boato falso". Porque só faltava algum oposicionista maldoso, conforme suspeitas da Maria do Rosário, diante de tantas casualidades,  cometer a injustiça de pensar que o PT pudesse estar por trás de tudo. Logo o PT, um partido tão sério e que nunca espalhou um boato nesse país.

Comissão da Verdade revela verdadeiro objetivo, dois anos antes de terminar: acabar com a Lei da Anistia.

O relatório final da Comissão da Verdade, que será apresentado no final de 2014, vai recomendar a revisão da Lei da Anistia para que seja permitida a condenação e punição, pela Justiça, dos agentes do Estado que cometeram graves violações de direitos humanos, como mortes, tortura e desaparecimento. O ex-procurador-geral da República Cláudio Fonteles, integrante da Comissão da Verdade, diz que o assunto não está encerrado no Supremo Tribunal Federal (STF), que ainda precisa apreciar dois recursos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) contrários à interpretação da Suprema Corte de que a Lei de Anistia não permite levar os responsáveis para o banco dos réus.

— O assunto não está definido no STF. A OAB entrou com ação, com dois recursos de embargo de declaração, ainda pendente de apreciação. É fundamental a mobilização quando se der julgamento dos embargos. Será pauta das nossas recomendações. Na recomendação certamente será discutido, elaborado e proposto isso (revisão da Lei de Anistia) — disse Cláudio Fonteles. — A comissão não tem função de juiz e de Ministério Público, o que não impede que todo esse manancial de informação e nas recomendações se proponha a revisão da Lei de Anistia pela Suprema Corte. Se entendermos que a lei deve ser revista e que a anistia não deveria ser recepcionada pela Constituição, vai constar no documento final, no espírito das recomendações — disse Fonteles. As declarações do integrante da comissão foram dadas ao programa "Cena do Brasil", do canal estatal NBR. ( Globo)

Trecho de Editorial do mesmo O Globo, de hoje:

A Comissão da Verdade completa um ano de funcionamento tendo identificado 1.500 daqueles agentes, colhido centenas de depoimentos, realizado muitas audiências públicas, um balanço alvissareiro dentro do seu propósito que é dar uma resposta às vítimas do regime, a seus familiares e esclarecer os fatos daqueles tempos para que nunca mais voltem a acontecer. 

Sem entrar no campo da revanche - e devido a razões jurídicas, históricas e políticas. Ao contrário de em outras ditaduras latino-americanas, a anistia foi concedida no Brasil de forma recíproca, mediante ampla negociação entre o regime e a oposição, como parte do processo de redemocratização, realizado sem traumas, e que, por isso mesmo, resultou numa democracia estável.

Entende-se, portanto, por que a Lei da Anistia, de 1979, aprovada pelo Congresso, teve a sua característica de reciprocidade confirmada pelo Supremo Tribunal Federal, em 2010. Aspecto, como teria de ser, respeitado na criação da Comissão da Verdade, empossada no governo Dilma Rousseff, uma vítima da ditadura. 

Não cabe à Comissão encaminhar qualquer nome ao Ministério Público e à Justiça para ser processado por supostos crimes cometidos na repressão política, nem propor qualquer iniciativa neste sentido. Seria, no mínimo, ilegal. O mesmo ocorre com projeto da deputada Luiza Erundina (PSB-SP), apresentado para suspender a anistia concedida aos agentes públicos. Além da ilegalidade, a iniciativa tenta o impossível e indesejável: colocar o país numa inexistente máquina do tempo e levá-lo para um período de tensões já superado.

Kátia Abreu vai botar 25.000 produtores rurais em Brasília para protestar contra a FUNAI. E sem dia para ir embora.

Ontem, pelo twitter, a senadora Kátia Abreu (PSD-TO), que também preside a poderosa Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), acusou o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, de ser parcial na questão indigenista. Quando foi para fazer a desintrusão da fazenda Suiá Missu, expulsando 7.000  pequenos produtores, deixando 600 crianças sem a escola, destruída como todas as outras casas pelos tratores que antes plantavam ali, Cardozo autorizou o uso de força. Neste final de semana, a Polícia Federal do Mato Grosso do Sul, com ordem de reintegração de posse nas mãos para ser cumprida, em vez de retirar 200 índios terenas que fizeram uma invasão ilegal, incitados pelo CIMI, expulsou os donos da fazenda, que estavam na sua casa. Se Gilberto Carvalho, que manda no Paulo Maldos, mentor dentro do Palácio do Planalto de toda a política porca da FUNAI, acha que o bicho vai pegar, ele não viu nada. Vai pegar mesmo, porque não se mexe com a propriedade de quem trabalha, paga imposto e é o setor que segura a economia deste país.

Feliciano ajuda Marina a montar a Rede.

Depois que Marina Silva saiu em defesa de Marco Feliciano, afirmando que ele estava sendo perseguido por causa da religião, as portas dos reinos evangélicos se reabriram para ela, conforme informação de hoje, do Painel da Folha:

Marina Silva passou a colher assinaturas para a criação da Rede em atos evangélicos. Na sexta, foi a conferência para 40 mil pessoas em Sumaré, interior paulista. No sábado, tomou café da manhã com pastores e falou em culto em Osasco.
 
Ecumênico Marina também foi, no dia 11, ao culto de aniversário do pastor Samuel Ferreira, da Assembleia de Deus do Brás. Estavam lá Michel Temer, o governador Geraldo Alckmin, o ex-governador José Serra, o ministro Alexandre Padilha (Saúde) e o ex-prefeito Gilberto Kassab.

Verdades inconvenientes.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, atacou ontem o Congresso Nacional ao dizer que ele se destaca pela "ineficiência" e é "inteiramente dominado" pelo Executivo. Atribuindo parte do problema à fragilidade dos partidos políticos brasileiros, Barbosa disse que eles são "de mentirinha" e que a população raramente se identifica com seus representantes. "O grosso dos brasileiros não vê consistência ideológica e programática em nenhum dos partidos. E tampouco os partidos e os seus líderes têm interesse em ter consistência programática ou ideológica. Querem o poder pelo poder", afirmou Barbosa, em palestra no Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), onde é professor. 

"Essa é uma das grandes deficiências, a razão pela qual o Congresso brasileiro se notabiliza pela sua ineficiência, pela incapacidade de deliberar", disse o ministro. As declarações de Barbosa provocaram incômodo e protestos no Congresso. Em nota divulgada por sua assessoria, o presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), considerou a manifestação "desrespeitosa" e afirmou que ela "não contribui para a harmonia" entre os Poderes.

No fim da tarde, Barbosa divulgou nota para dizer que se manifestou na "condição de acadêmico e professor" e que não teve a "intenção de criticar ou emitir juízo de valor" a respeito do Legislativo. O Congresso e o Supremo tiveram vários atritos nas últimas semanas. O primeiro ocorreu quando a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou proposta de emenda constitucional que limitava os poderes do STF.

No mesmo dia o ministro Gilmar Mendes suspendeu a tramitação de outra proposta, patrocinada pelo Palácio do Planalto, que tem o objetivo de dificultar a criação de partidos, prejudicando possíveis concorrentes da presidente Dilma Rousseff nas eleições do ano que vem. Barbosa foi criticado por integrantes de vários partidos durante o julgamento do mensalão, no ano passado, quando votou pela condenação de 25 réus, entre os quais quatro deputados federais. "O problema crucial brasileiro, a debilidade mais grave do Congresso brasileiro, é que ele é inteiramente dominado pelo Poder Executivo", disse Barbosa na palestra. "Temos um órgão de representação que não exerce em sua plenitude o poder que a Constituição lhe atribui, o poder de legislar", afirmou.

Ele citou especificamente a votação da Medida Provisória dos Portos, aprovada na semana passada depois que o governo usou sua força política para que o Senado a aprovasse em tempo recorde, após 40 horas de votação e muitas disputas na Câmara. Para Barbosa, a forma como os aliados do governo conduziram o processo tirou do Senado a capacidade de corrigir eventuais "excessos" cometidos pela Câmara na análise da medida provisória.

Congressistas reagiram às declarações de Barbosa. O vice-presidente do Congresso, deputado André Vargas (PT-PR), afirmou que o presidente do STF não está "à altura do cargo", por ter "pouco apreço pela democracia". O líder do PSDB, senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), negou que seu partido seja de "mentirinha". "O meu partido é de verdade", afirmou o tucano.(Folha de São Paulo)

segunda-feira, 20 de maio de 2013

A este Blog o PT não engana.

Desde ontem, este Blog vem alertando para o jogo sujo dos boatos sobre o fim da Bolsa Família. A este Blog o PT naõ engana. Abaixo, matéria da Folha Poder.
 
Senadores do governo e da oposição trocaram acusações nesta segunda-feira (20) sobre a autoria dos boatos de extinção do programa Bolsa Família, principal programa social do governo. Líder do PSDB, o senador Aloysio Nunes Ferreira (SP) disse que o PT tem "know how" de fabricar dossiês e espalhar boatos, e não a oposição --ao responder a acusação da ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos) que responsabilizou a "central de notícias da oposição" pelos boatos.
 
 
"Será que o Brasil não se lembra do boato espalhado pelo PT, na campanha da presidente Dilma, de que José Serra, se eleito, ia acabar com concursos públicos? Quem tem 'know how' de fabricar boatos, notícias falsas? Fomos nós que fabricamos o dossiê dos aloprados, tentando imprimir infâmias a um político da oposição?", questionou. Aloysio Nunes também citou outros episódios, como o dossiê Cayman produzido contra o PSDB nas eleições de 1998. E fez ataques à ministra.
 
"É uma opinião leviana, irresponsável, de quem não está fazendo jus ao posto de ministro de Estado. Eu tinha com a senhora ex-deputada um bom diálogo, a considerava pessoa de boa fé. Infelizmente, não considero mais. Porque depois de uma singela opinião dessas, que acusa a oposição de prática de felonia sem ter nenhuma indicação formal, ela sequer pede desculpas públicas. Ela diz que não quer politizar, mas já politizou", disse Aloysio Nunes.
 
Já o vice-presidente do Senado, Jorge Viana (PT-AC) reagiu ao afirmar que o PT sempre foi vítima de dossiês produzidos por "setores que trabalham contra o país". "Eu não entendo porque a oposição está vestindo a carapuça. Não tem ninguém que tenha sido mais vítima de boatos nesse país que o PT", afirmou. Viana lembrou que o ex-presidente Lula, na campanha eleitoral de 1989, foi vítima de boato de que o governo, se eleito, tomaria a propriedade das pessoas. "O certo é que praticamente se institucionalizou a maneira de se enfrentar a realidade com boatos."
 
Presidente do DEM, o senador José Agripino Maia (RN) insinuou que os boatos podem ter sido plantados pelo próprio governo para prejudicar a oposição. "Não estou acusando, mas não seria um ato do próprio governo para se vitimizar? Jamais poderíamos fazer isso sob pena de sermos obtusos, pouco inteligentes, burros. Seria uma burrice da nossa parte." O senador afirmou que a oposição deseja manter o programa Bolsa Família, se for eleita para presidir o país em 2014.
 
Vice-líder do PSDB, o senador Álvaro Dias (PR) disse que a ministra coloca em dúvida a apuração que será feita pelo governo. "Se o governo anunciou que vai investigar, como pode antecipar-se e acusar irresponsavelmente a oposição?", questionou o tucano. "Poderíamos dizer que foi o governo que agiu dessa forma para prejudicar a oposição, mas não somos irresponsáveis de fazermos essa acusação", completou. Álvaro Dias afirmou que "qualquer que seja o objetivo do boato é um desrespeito especialmente àqueles que se beneficiam do programa".
 
O presidente da MD (Mobilização Democrática), deputado Roberto Freire (SP), disse que Maria do Rosário tem uma postura "irresponsável". "Isso mostra que o governo não tem limite em sua desfaçatez. Essa é uma declaração irresponsável", afirmou Freire. "Não faz o menor sentido. Nas eleições, por exemplo, a oposição é sempre acusada injustamente e de forma eleitoreira de querer acabar com o programa".
Tumulto em frente a agência da Caixa Econômica em Queimados, na Baixada Fluminense
Tumulto em frente a agência da Caixa Econômica em Queimados, na Baixada Fluminense
 
DECLARAÇÃO
A fala da ministra foi publicada nesta segunda-feira em sua conta no Twitter. No fim de semana, uma série de boatos provocou tumulto em pelo menos dez Estados, levando milhares de pessoas a lotéricas e agências da Caixa Econômica Federal, para sacarem seus benefícios. Pessoas passaram mal e desmaiaram. Houve brigas e terminais foram depredados. O governo desmentiu e determinou que a Polícia Federal investigue o caso. A presidente Dilma Rousseff disse que o responsável por disseminar a falsa informação é "criminoso" e "absurdamente desumano". O ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) afirmou que vai esperar a conclusão das investigações da Polícia Federal para falar sobre os boatos.

O efeito devastador dos boatos sobre o fim da Bolsa Família para a oposição.

Os vídeos postados na internet mostram o quanto um simples boato sobre o fim da Bolsa Família causa na população. O PT usou esta informação contra a oposição tanto em 2006 quanto em 2010. De forma organizada e sistemática. O próprio Lula,em debate contra Alckmin na Band, afirmou que o PSDB iria acabar com o benefício. Que a boataria deste final de semana seja um alerta para a gravidade e para o efeito devastador deste tipo de ação. É imperativo que, no próximo programa eleitoral, Aécio Neves dedique um tempo para reafirmar o compromisso do PSDB, criador do benefício, de mantê-lo. E de lembrar que em eleições anteriores o PT usou deste expediente para mentir para a população. Que o novo marqueteiro assista aos videos postados na internet. Como estes. 


Atenção, PF: boatos sobre o fim da Bolsa Família são espalhados pela Militância do PT.


O vídeo está postado no Youtube. É assinado pela Militância do PT. Informa que o PSDB vai acabar com a Bolsa Família. Aliás, Lula acusou Alckmin em 2006 e o PT acusou Serra em 2010. O PT sempre apostou na boataria para causar pânico entre os mais pobres. A Polícia Federal pode começar a investigar a Militância do PT. E observem bem a assinatura final, no vídeo acima, de apoio à candidatura de Alexandre Padilha para governador em São Paulo. Não é à toa que ele é o preferido dos blogueiros do esgoto. Se a PF quer um bom começo para investigar os boatos sobre a Bolsa Família, comece pelo PT. Pela Militância do PT.