TRACKING DO NINHO

Um recado para os desanimados e para os decepcionados que entram na área de comentários: aqui não tem lugar para vocês. O tracking tucano fechou ontem com leve baixa, em 53% Aécio x 47% Dilma. Motivo? Devemos estar trabalhando menos do que eles. Não é mesmo?

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Aécio desafia Dilma para o debate.

Aécio pede que Dilma não o ataque pelas costas. Que faça isso nos debates. O debate da Globo promete.

Só falta 1% para Aécio vencer a eleição.

Acompanhem o raciocínio. Aécio lidera no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, onde o número de abstenções, brancos e nulos é menor do que no Norte e no Nordeste, onde este quantitativo é maior. Mas quanto isso significa, efetivamente? Fizemos a conta na tabela acima, da seguinte forma:

1. Retiramos do eleitorado bruto (número de eleitores aptos a votar) de cada região os nulos, brancos e abstenções de 2010, aplicando sobre o eleitorado de 2014. Chegamos, assim, ao eleitorado líquido, ou seja, aos votos válidos.

2. Sobre os votos válidos, aplicamos os percentuais que Dilma e Aécio possuem em cada região pela pesquisa Datafolha de 21 de outubro, chegando ao número de votos.

3. Para os votos do exterior, aplicamos 65% para Aécio e 35% para Dilma.

4. O resultado final destes cálculos é que Aécio ganha 1% de eleitores e Dilma, obviamente, perde 1%. Se abstenções, nulos e brancos crescerem 10% em 2014, em relação a 2010, o impacto será 0,1%. Portanto, considerem apenas 1%. Esta é a vantagem de Aécio, neste indicador.

Por favor, não deem palpites se não fizerem contas. Coloquem cálculos, não palavras, nos comentários. Não é hora para achômetro, nem pensômetro. Ah, mais acho que abstenção será maior. Por quê? Ah, mais penso que os números estão errados. Comprove!
Assim sendo, mantidas as mesmas participações no dia da eleição, Dilma teria 50,99% e Aécio 49,01%. O que isto significa? Que existiria uma suposta vantagem da petista, da ordem de 2,7 milhões de votos. E que, para vencer a eleição, o tucano precisaria virar 1,35 milhão de votos mais um, para ser eleito presidente do Brasil.

A diferença que o Datafolha dá, de 4% a mais para Dilma, na verdade é de 2%, numericamente. Para Aécio vencer, ele teria que conquistar 1% dos votos da Dilma ... mais um! Estes votos podem vir do esforço de cada um em buscar um eleitor em casa, em oferecer uma carona, em convencer alguém que não quer votar ir às urnas. 

Pense assim: Aécio teria, hoje, 50 milhões de eleitores. Se um eleitor, que pode ser você, em cinquenta eleitores, conseguir mais um voto para o tucano, a gente vence a eleição. Portanto, mãos ao telefone, mãos ao volante, mãos à obra.

TSE aparelhado por Dilma proíbe Aécio de receber elogios da "chefa".

Ministro Admar Gonzaga, o vira-toga, condenou Aécio por receber elogios de Dilma.

Uma liminar concedida pelo ministro Admar Gonzaga, do TSE, provocou polêmica na Corte. Gonzaga mandou tirar da campanha de Aécio Neves (PSDB) o áudio em que a presidente Dilma Rousseff faz elogios à atuação do tucano como governador de Minas. O plenário do TSE se dividiu: três votos pela retirada da gravação de Dilma e três pela manutenção. O presidente do TSE, Dias Toffoli, pediu vista e só desempatará o assunto na sessão de amanhã.

Diante da polêmica envolvendo a concessão de liminares para retirar trechos da propaganda eleitoral dos presidenciáveis, o plenário do TSE cassou o poder dos ministros auxiliares concederem essas decisões provisórias na reta final de campanha. O ministro Gilmar Mendes sustentou que o TSE terá sessões plenárias todas as noites esta semana e é melhor as liminares serem concedidas pelo plenário.

Admar Gonzaga entendeu que o uso das declarações de Dilma, apesar de elogiosas, não poderiam ser usadas no horário eleitoral depois que o TSE entendeu que a propaganda gratuita só pode divulgar propostas dos candidatos. Os advogados de Dilma argumentaram que a campanha de Aécio tirou a entrevista do contexto e criou confusão no eleitor. Os advogados de Aécio alegaram que não há ofensa e que o TSE não pode sufocar a propaganda eleitoral.

O relator da representação, Admar Gonzaga, votou pela suspensão do programa de Aécio, alegando que embora não existam "expressões ofensivas à candidata" na propaganda, mas não traz menção propositiva. Para Admar, houve montagem para tentar provocar confusão "com nítido propósito para tisnar a imagem da candidata Dilma".

— Trazer manifestação da candidata em outro ambiente, quando era ministra do governo Lula, quando se tem outro ambiente de elegância, de receptividade pelo governador de Minas, foram jantar juntos, assinar convênio, traz até tom de deslealdade, não teria outro propósito senão macular a imagem dela — disse Admar Mendes.

Depois do voto, três ministros votaram contra o relator — João Otávio Noronha, Gilmar Mendes e Luiz Fux — e duas ministras concordaram com ele — Maria Thereza e Luciana Lóssio. — O momento eleitoral é peculiar. Vemos transfigurações, boêmios e até álcoolatras conhecidos se transformam em abstêmios. Como se fosse São Jorge em Bordel. O tribunal não pode ser tutor do candidato, como também não pode ser tutor do eleitor. Que confusão pode haver em declaração proferida em 2009? Se sabe que os políticos costumam se contradizer, dizer algo hoje e mudar amanhã, É até bom para que a comunidade política assuma a responsabilidade do que falam, que o momento eleitoral não se transforme em vale tudo — disse Gilmar Mendes. 

O ministro João Otávio Noronha também criticou a decisão de Admar Gonzaga. Para ele, não houve montagem neste caso, nem trapaça. Dilma deu a declaração e a decisão de quinta-feira não pode engessar os programas, apenas evitar o baixo nível na horário eleitoral gratuito. — Nada impede Dilma de dizer, em seu programa, esse consideração fiz em outro contexto. não tenho mais essa opinião. Aécio também deve ter feito elogios a ela. A propaganda não tem ataque pessoal, não macula a honra de ninguém. Não estou aqui a desconsiderar a decisão de quinta-feira, de não permitir campanha em baixo nível. Mas não vamos chegar ao ponto de engessar as partes — disse Noronha. 

O ministro Luiz Fux também discordou do voto de Admar Gonzaga, alegando não ver na propaganda nenhum ataque pessoal e que as declarações dela podem ser vistas até "como ato de nobreza da parte dela". A ministra Maria Thereza argumentou que a declaração foi tirada do contexto. — Concordo com o ministro relator. A decisão de quinta-feira foi apenas de trazer. no horário eleitoral, mensagens propositivas — disse a ministra. O ministro Gilmar Mendes ironizou: — Até elogio fica proibido?

Ao fim da sessão do TSE, o ministro relator da representação, Admar Gonzaga, reclamou do descumprimento da suspensão imposta pela Justiça Eleitoral pelos candidatos. Ele afirmou que, hoje, é importante que os ministros decidam por punição mais dura, como a perda de tempo na propaganda de rádio e TV, como forma de fazer com que as campanhas cumpram o que foi determinado pelo TSE. (O Globo)

Como esperado, a pesquisa Datafolha da terça-feira apresenta os mesmos números da pesquisa Datafolha da segunda-feira.

Uma pesquisa feita pelo mesmo instituto na terça-feira, com a mesma metodologia, com o mesmo número de entrevistas, repetida em 24 horas, só poderia mesmo dar o mesmo resultado: Aécio 48% e Dilma 52%, empate técnico, segundo o instituto. O Datafolha errou a votação de Aécio por 7,5 pontos percentuais no primeiro turno e saiu com a imagem arranhada. Talvez seja por isso que está fazendo pesquisa todos os dias, para evitar novos vexames. Ao que tudo indica, vai repetir. Já pensaram se o Datafolha achasse Aécio com 52% e Dilma com 48%, um dia depois? Vocês acham que eles iriam publicar, reconhecendo que erraram?

Deputado do PT é acusado de desviar dinheiro do Pronaf. Olha ele aí fazendo campanha com a Dilma.

Na foto, o deputado petista fazendo campanha com o dinheiro desviado dos produtores rurais. Para a Dilma!

Interceptações telefônicas feitas pela Polícia Federal com ordem judicial levantaram indícios de que dinheiro desviado do Pronaf, o programa de incentivo à agricultura familiar, foi usado em campanhas eleitorais do PT no Rio Grande do Sul. 

A investigação, denominada Operação Colono, resultou em inquérito que passou a tramitar no Supremo Tribunal Federal por ter indícios do suposto envolvimento do deputado federal reeleito em 2014 Elvino Bohn Gass (PT-RS), que tem foro privilegiado. 

O inquérito revela que dinheiro liberado na forma de empréstimos do Pronaf contraídos no Banco do Brasil em nome de produtores rurais entrou nas contas de uma associação de Santa Cruz do Sul (RS), a Aspac, e de lá seguiu para contas pessoais de dirigentes e ex-dirigentes da entidade. Em seguida houve saques em espécie e transferências para outras contas.

A suspeita de fraude começou a ser investigada porque produtores rurais procuraram a PF e o Ministério Público para dizer que não haviam autorizado os empréstimos em seus nomes e que tinham assinado papéis em branco que ficaram na associação.
A PF quebrou o sigilo de 107 contas bancárias e concluiu que a associação recebeu em créditos, repassados por 26 mil depósitos, um total de R$ 104 milhões de 2006 a 2012. Desse volume, R$ 85 milhões vieram do Pronaf.

Laudos da PF mostram que dirigentes e familiares recebiam recursos da associação em suas contas bancárias pessoais. O vereador Wilson Rabuske (PT-RS), segundo o laudo, recebeu R$ 700 mil, e sua mulher, R$ 324 mil. Outro ex-candidato a vereador pelo PT recebeu R$ 126 mil.

Conforme informações da Receita à PF, o casal Rabuske anotou uma diferença de R$ 2,15 milhões entre o que foi declarado ao fisco como renda entre 2007 e 2011 e o valor que entrou em suas contas.A PF interceptou 13 aparelhos telefônicos, incluindo os de Rabuske. Numa das conversas, um homem que a PF identifica como sendo representante da Aspac disse a um produtor rural que a entidade tinha dificuldades para cobrir dívidas que atingiam R$ 1 milhão. Mas que políticos estavam ajudando na arrecadação de dinheiro.

Segundo a interceptação, havia um motivo para esse esforço. "Muito dinheiro foi pra campanha do Wilson [Rabuske] e pra campanha do Bohn Gass. [...] E essa dívida que existe está muito ligada a isso", disse ele. Na mesma conversa, o homem da Aspac disse como Bohn Gass agiria para quitar dívidas com o BB. "Vai ser uma espécie de caixa dois, mas [Gass] é o cara que vai ajudar a resolver isso." 

Em outra gravação, Bohn Gass teve uma conversa interceptada, ao telefonar para Rabuske. Ele contou que atuava junto ao então ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas (PT), para conseguir decretos que permitissem renegociação de dívidas de produtores. Ele agradeceu a Rabuske "pela parceria". 

Em 2007, o ministério havia repassado R$ 642 mil à mesma associação para "palestras" e "visitas técnicas". Ao enviar o caso ao STF, a juíza Karine da Silva Cordeiro disse que o relatório indicava de forma clara e consistente suposto envolvimento de Bohn Gass com o grupo.(Folha de São Paulo)

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Desvario do Lula bêbado ou drogado faz Dilma perder quase 20% do tempo na TV.

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) acatou nesta terça-feira (21) um pedido feito pela campanha de Aécio Neves (PSDB) e suspendeu uma propaganda de Dilma Rousseff (PT), retirando-lhe, ainda, 1 minuto e 50 segundos do horário eleitoral que será exibido no período noturno de quarta-feira (22). 

A propaganda suspensa – que não pode mais ser exibida – foi veiculada na segunda-feira (20) e mostrou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, completamente fora de si e com sinais de estar alcoolizado ou drogado, fazendo criticas a Aécio num comício realizado em Belo Horizonte (MG) no último dia 18. Na ocasião, Lula disse que Aécio é o candidato dos banqueiros, que Dilma foi presa aos 20 anos por lutar pela democracia e questionou onde estava o candidato tucano enquanto a presidente era presa, chamando-o de filhinho de papai. Lula nunca soube direito de quem é filho, por isso tem estes ataques contra famílias bem constituídas.

Como ataques não são mais permitidos em propagandas do horário eleitoral, os ministros acataram a representação do PSDB e disseram que as críticas de Lula não contribui com a campanha e desmerece o espaço reservado para a apresentação de propostas na TV. Os ministros ainda rechaçaram a declaração de Lula acatando argumento apresentado pelo advogado do PSDB, dando conta que Aécio tinha 10 anos quando Dilma estava na guerrilha assaltando bancos, sequestrando e participando de atentados terroristas contra brasileiros inocentes.

Aécio: "vou libertar o país do PT."

Em um dos discursos mais exaltados da campanha até agora, o presidenciável Aécio Neves (PSDB) declarou nesta terça-feira (21) que irá "libertar o país do PT", e que "não tem medo" dos adversários. "Quero dizer a todos os brasileiros: comigo, não. Eu não tenho medo do PT. Vou vencer o PT", bradava, com voz rouca e sob aplausos e gritos de cerca de 2.000 pessoas, que agitavam bandeiras a cada crítica ao partido. 

"Vou libertar o país desse partido político que tomou conta do Brasil e esqueceu dos brasileiros." 

O comício foi numa associação em Campo Grande, com a participação do candidato tucano ao governo de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, eleitores e militância. No meio do comício, Aécio tomou alguns goles de tereré, um mate gelado típico de Mato Grosso do Sul, oferecido por um militante em frente ao palco. Ao final, disse: "bom". O público aplaudiu efusivamente.

Aécio ironiza Datafolha.

O candidato à Presidência pelo PSDB, Aécio Neves, minimizou nesta terça-feira as pesquisas de intenção de voto ao reagir aos resultados apresentados na terça-feira, com a presidente Dilma Rousseff numericamente à frente dele, segundo o último Datafolha. O tucano chegou a ironizar o resultado.— Pelo que vimos das pesquisas no primeiro turno, esse Datafolha já está me dando como eleito. Sou o próximo presidente da República se a diferença (entre mim e ela) for essa. 

Aécio se amparou à diferença verificada no primeiro turno, quando a última sondagem, feita na véspera, indicava que ele tinha 26% das intenções de voto. O resultado das urnas, no entanto, apontou que ele chegou em segundo lugar com 33,55%.

O candidato disse que não vai se abalar com levantamento divulgados nesta reta final porque, segundo ele, no passado as pesquisas cometeram “erros grosseiros”. — Em todas as nossas pesquisas, estamos com margem enorme e muito maior do que essa sobre a candidata. Se eu me abalasse com pesquisas, certamente não teria tido o resultado que tive no primeiro turno. (O Globo)

Escândalo! Vaccari, o petista corrupto que cobrava propina de 3% da Petrobras, é um dos chefões da campanha da Dilma no TSE. É homem de confiança da candidata do PT.

Desde que o depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa veio a público, a campanha da presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) entrou em pânico: criou uma força-tarefa para evitar que as novas revelações causassem estrago no projeto de reeleição da petista, redobrou os ataques ao adversário Aécio Neves (PSDB) e barrou o depoimento do tesoureiro João Vaccari Neto à CPI da Petrobras

Não à toa: nove anos após o estouro do escândalo do mensalão, outro homem-forte responsável por cuidar das contas do partido aparece às voltas em um caso de corrupção, agora como o pivô de um esquema bilionário de lavagem de dinheiro. Paulo Roberto Costa afirmou que parte da propina desviada da estatal chegou às mãos de Vaccari.  “Dentro do PT, a ligação que o diretor de serviços tinha era com o tesoureiro na época do PT, o senhor João Vaccari. A ligação era diretamente com ele”. Ainda segundo o delator, dois terços da propina ficavam para o PT quando a diretoria era comandada pelo PP. Já nos setores diretamente controlados por petistas, a propina seguia diretamente para o caixa do partido.

A função de Vaccari, no entanto, vai além de cuidar do financeiro do PT: ele tem posto privilegiado no projeto eleitoral da presidente Dilma. Documento obtido pelo site de VEJA mostra que o tesoureiro foi nomeado delegado da campanha de Dilma e tem a função-chave de representar a candidata no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Tamanha é a autonomia que Vaccari, tem, inclusive, a prerrogativa de fazer petições e assinar as credenciais dos fiscais da coligação.

Ao lado dele estão outros quatro delegados – todos ocupam posições no projeto de reeleição de Dilma: o secretário-geral do PT, Geraldo Magela, deputado federal derrotado na única vaga ao Senado pelo Distrito Federal; o ex-presidente do diretório paulista do PT e tesoureiro da campanha, Edinho Silva; o ex-ministro do TSE, Arnaldo Versiani, e Luis Gustavo Severo, ambos responsáveis pela área jurídica da campanha. Embora tenha sido apontado como a ponte para o recebimento da propina, o PT tem se mostrando reticente em afastar o tesoureiro. Ao contrário: saiu em defesa dele e processou Paulo Roberto Costa por difamação. 

Durante debate entre os candidatos à Presidência realizado no último domingo, Dilma evitou se voltar contra Vaccari. Questionada por Aécio se confia no tesoureiro, a presidente tergiversou: “Da última vez que um delator denunciou pessoas do seu partido, no caso do metrô e da compra dos trens, o senhor disse que não ia confiar na palavra de um delator. Eu sou diferente. Eu sei que há indícios de desvio de dinheiro. O que ninguém sabe é quanto foi e quem foi. Isso é muito importante”, disse. 

O tucano insistiu na pergunta, ressaltando os tentáculos do esquema de propina podem alcançar outros órgãos, como a hidrelétrica de Itaipu, da qual Vaccari integra o Conselho de Administração. Mas a presidente novamente se esquivou: “Eu mando investigar. Eu faço questão que a Polícia Federal investigue. Eu não transferi nenhum delegado para outro Estado, eu não engavetei processos. É isso que não pode ocorrer no Brasil”, disse.

Conforme mostra o site da Itaipu, também faz parte do Conselho de Administração do órgão o ministro licenciado da Casa Civil e braço-direito de Dilma Aloizio Mercadante, cotado para assumir o Ministério da Fazenda caso a petista seja reeleita. Mas a relação de Mercadante e Vaccari vem de longa data: nas eleições de 2002, quando conquistou a vaga no Senado, o ex-ministro tinha Vaccari como segundo suplente. (Veja)

Apenas esclarecendo Datafolha.

Circula na internet o seguinte texto:
O cálculo acima projetou o percentual sobre o total de votos de cada região, sem considerar brancos, nulos e abstenções. Usou os percentuais da pesquisa Datafolha para votos válidos e jogou sobre o total do colégio eleitoral. Não está correto. Abaixo publicamos uma tabela que é o oposto: retiramos as abstenções, brancos e nulos por região e deixamos apenas os votos válidos dados no primeiro turno. Aí sim aplicamos os percentuais. Vejam os resultados abaixo:

A única discrepância que Datafolha apresenta é no arredondamento. Dilma teria 51% e Aécio 49%. No mais, os cálculos da pesquisa estão corretos, diferentemente do que está circulando nas redes sociais. Que bom que fosse diferente. Que bom que é, pois já saiu pesquisa nova dando Aécio em primeiro lugar.