sábado, 14 de novembro de 2009

Foto do dia.

Barack Obama, presidente dos Estados Unidos da América, curvando a espinha para o Imperador Akihito, do Japão, assim como já tinha feito com o rei da Arábia Saudita. Parece que o presidente ainda não está acostumado com o que o seu cargo representa ou a sua reverência para com a monarquia é mais forte do que o protocolo.

Eike Material Boy.

Segundo Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, a cantora Madonna chegou à casa do bilionário Eike Batista, anteontem, no Rio, com muitas ideias na cabeça e US$ 3 milhões já arrecadados entre outros empresários brasileiros para financiar os projetos sociais que pretende implantar no Brasil...E o que pretende Madonna no Brasil? "Ela acha que, se não prepararmos as nossas crianças para olharem para dentro delas, não adianta irem à escola porque não chegarão a lugar algum", disse à coluna um dos convidados. A cantora quer desenvolver um projeto para treinar professores para uma nova disciplina que seria adotada em escolas que acolhem crianças em regiões de risco da periferia das duas maiores capitais brasileiras. "É um olhar moderno para aquela cadeira de moral e cívica da década de 60", diz um dos presentes...Eike Batista perguntou quanto ela já tinha arrecadado no Brasil. "US$ 3 milhões", respondeu a cantora. E de quanto ela precisa? "US$ 10 milhões." Eike então anunciou que estava completando os recursos, doando naquela mesma hora US$ 7 milhões à cantora. Para espanto geral, Madonna começou a chorar.
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Enquanto isso, o Jornal do Amapá denuncia que meninas de nove e dez anos estão sendo estupradas por garimpeiros, no Garimpo de Lourenço, no município de Calçoene. É o final do ciclo do ouro na região. Nos anos oitenta, o Garimpo foi uma das jóias da coroa do grupo empresarial de Eike Batista. A sua empresa, Novo Astro, arrancava até uma tonelada de ouro por mês. Quando o filão esgotou, em 1995, Eike Bastista levou as escavadeiras e deixou a miséria para trás. Quem quiser detalhes, é só ler a reportagem publicada em O Globo, em outubro do ano passado. Não há notícias de que Eike Batista tenha aplicado um mísero centavo para recuperar a região. Quanto mais construir uma escola para as crianças que, hoje, são estupradas.
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Eike Batista é um doador contumaz. Deve ser a sua maneira de conviver com a senda de ilegalidades que as suas empresas deixam para trás, por onde passam. Considerado o campeão dos crimes ecológicos e ambientais no Brasil, comprou elogios do ministro Carlos Minc, do Meio Ambiente, ao doar mais de R$ 11 milhões ao Ibama, sem ter pago, ainda, mais de R$ 30 milhões em multas.
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As empresas de Eike Batista são as maiores consumidoras de carvão vegetal no Brasil. A produção de carvão vegetal é uma das maiores empregadoras de mão-de-obra infantil, quase escrava, no Brasil. Não se tem notícia de que o empresário tenha doado um tostão furado para resolver este problema. As crianças carvoeiras não vão para a escola. Normalmente, vão para o hospital, com os pulmões dilacerados.

Kabrum!

Divirta-se com os momentos mais impressionantes do Apagão da Dilma e do Lula.

Caixa três.

Da Veja:

A eleição do ano que vem será a mais cara já realizada no país. Marqueteiros envolvidos no processo eleitoral calculam que só a campanha presidencial custará mais de 1 bilhão de reais. A cifra refere-se ao caixa um e, caso ocorra novamente, ao caixa dois – aquela prática celebrizada pelo ex-tesoureiro petista Delúbio Soares como "recursos não contabilizados" que o presidente Lula já disse que todo mundo faz. A estimativa, porém, exclui o caixa três. Caixa três? Trata-se daquele tipo de gasto público, sempre de caráter ambíguo, cujo principal objetivo é conquistar a simpatia e a gratidão dos pobres em ano de eleições. O caso mais recente de investimento com essa rubrica é a intenção do governo de oferecer um telefone celular a cada uma dos 12 milhões de famílias que recebem o Bolsa Família, trunfo eleitoral do governo para o ano que vem. O Bolsa Celular, como o programa deve ser chamado, tem outra vantagem eleitoral. Ao custo de 2 bilhões de reais, ele será inteiramente bancado pelos contribuintes...O projeto do Bolsa Cinema, tíquete de 50 reais mensais para os trabalhadores assistirem à telona, tramita em regime de urgência no Senado. O governo quer distribuir o tíquete já no ano que vem. Deve ser porque em 2010, além de eleições, haverá a estreia de Lula, o Filho do Brasil, filme laudatório patrocinado por empreiteiras amigas do Palácio do Planalto. O governo não quer nenhuma sala vazia.
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As grandes empresas brasileiras começaram a receber na semana passada da produtora de Lula, o Filho do Brasil uma proposta para "um belo presente de fim de ano" para ser dado aos funcionários e clientes: a compra de "um mínimo de 100 ingressos" para o filme por um "preço promocional de 5 reais". "Não há limite máximo para a aquisição", informa o documento enviado às empresas. Como no consagrado bordão de Lula, nunca antes na história do Brasil se viu uma promoção de filme tão avassaladora...

O personagem da semana.

Da Revista Veja:

A versão oficial não se sustenta no universo da física. E é ainda mais frágil no campo da lógica. Simplesmente, o sistema de energia brasileiro não pode ser vulnerável à queda de raios. Primeiro porque o Brasil é o país sobre cujo território mais caem raios no mundo. São 60 milhões de descargas atmosféricas por ano. Pelo menos vinte delas atingem, a cada dia, uma linha de transmissão – sem que isso produza megablecautes. Na última quinta-feira, a reportagem de VEJA estava em Itaipu e presenciou a passagem de uma tempestade de raios ao lado da usina. O que aconteceu? Os raios fizeram apenas cócegas em Itaipu. Na hora da tempestade, a usina fornecia 800 megawatts ao Paraguai. Os raios começaram e houve redução da carga para 720 megawatts. Em quinze minutos, tudo havia voltado ao normal. Isso acontece em média uma vez por mês. É rotineiro. O que não é rotina é raio provocar blecaute. Não deveria também ser rotina de governo dar como "caso encerrado" um blecaute que infernizou a vida de 88 milhões de brasileiros e cuja causa permanece um mistério.

Farra no cartão corporativo Silva.

Durante todo o ano de 2008, os gastos do Lula com o cartão corporativo secreto, que tanto pode ser usado para dar mesada aos filhotes Silva quanto comprar caviar e Romannèe Conti às dúzias, atingiram R$ 4,8 milhões, uma média mensal de R$ 400 mil para sustentar as farras planaltinas. Agora em 2009, Lula resolveu estourar a boca do balão: os gastos até outubro já chegam a R$ 5,7 milhões até outubro. A média subiu para R$ 570 mil mensais, nada mais, nada menos do que 42%! Ser presidente da República e possuir um cartão corporativo secreto pago pelos nossos impostos está sendo, de longe, a melhor aplicação financeira do ano.

PAC do aposentado.

Existe apenas uma categoria que poderia votar em massa em José Serra (PSDB-SP) para a presidência da república: os 13 milhões de aposentados, se recebessem a correção das suas aposentadoria pelo mesmo índice do salário mínimo, independente da faixa salarial com que se aposentaram que, hoje, alcança, no máximo, algo em torno de R$ 3 mil. No entanto, José Serra comanda, nos bastidores, em conluio com o PT, tenta impedir que um projeto neste sentido seja votado. Segundo os seus aliados, Serra tem medo de herdar um profundo deficit da Previdência num eventual governo e, por isso, bota o PSDB a trabalhar, discretamente, para evitar a votação da proposta. A acusação vem dos aliados PPS e DEM. O impacto da aprovação da medida é da ordem de R$ 7 bilhões por ano, ou R$ 45,00 por mês para cada aposentado. Ora, isto não passa de 0,2% do PIB do país e, não há dúvida, o dinheiro voltaria imediatamente para o consumo, pois a terceira idade, além das necessidades prementes em termos de saúde, por exemplo, é quem mais consome serviços, turismo e outras fontes geradoras de impostos e empregos. Somente em pensões de funcionários públicos, o Governo Federal paga R$ 20 bilhões ao ano, contra R$ 50 bilhões de todos os aposentados do país. É uma enorme injustiça social, talvez a maior que exista no país. As vantagens que o funcionalismo público tem em termos de assistência médica, financiamentos a juros subsidiados e licenças remuneradas ao longo da carreira, são premiadas, na aposentadoria, com a correção automática e integral dos seus soldos e salários. José Serra e seus tucanos imbecis, que com os seus punhos de renda e luvas brancas fazem cálculos econométricos em cima de 13 milhões de eleitores, deveriam ter um pouco mais de sensibilidade. Com um único discurso, Lula vai arrasar com as suas contas estúpidas, autorizando o aumento, ganhando ou perdendo as eleições. José Serra e seus empoleirados deveriam estar apoiando o aumento dos aposentados para pagar, por exemplo, com o dinheiro do pré-sal, com o aluguel da Amazônia ou, simplesmente, com o corte de despesas. Às vésperas das eleições, quando o jogo for para valer, vão ter que engolir o PAC do aposentado. E a Dilma vai ganhar as eleições com os 13 milhões de votos dos velhinhos e velhinhas do Brasil.

Assassino italiano pode ser solto por Lula.

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirma que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não é obrigado a entregar para a Itália o ex-ativista Cesare Battisti, mesmo que a corte autorize sua extradição. "Nossa decisão na extradição, se positiva quanto ao pedido do governo requerente, é simplesmente declaratória. Nós declaramos a legitimidade do pedido para o presidente da República aí decidir se entrega ou não", disse o ministro. Na sessão de julgamentos de quinta-feira, Marco Aurélio votou contra a extradição de Battisti.Já o presidente do Supremo, Gilmar Mendes, disse que Lula pode sofrer processo de impeachment caso se recuse a entregar Battisti à Itália: "Por que o presidente da República cumpre uma decisão? Não é porque será eventualmente afastado do cargo se não vier a cumpri-la. Porque respeita a Constituição. Sabemos que as condições políticas para seu afastamento são extremamente difíceis. Precisaria haver um processo instalado pelo procurador-geral da República e uma aprovação por dois terços da Câmara dos Deputados." A declaração, feita na sessão, provocou estranhamento entre ministros. Por sua vez, Lula mandou recados ao tribunal, dizendo que estava disposto a manter Battisti no Brasil. Para um ministro que discutiu o assunto com Lula, segundo o Estado apurou, o presidente "não vai desautorizar Tarso". A decisão de Genro - de reconhecer o status de refugiado de Battisti - teria se tornado uma posição de governo. Leia aqui e aqui.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Chávez manda Lula cuidar do Brasil.

Hugo Chávez continua chamando o povo para a guerra contra a Colômbia, com as botas borradas em função das bases americanas. Marco Aurélio Porquito Garcia, o grande assessor de Lula, além de coordenador da campanha de Dilma, levou uma proposta: o Brasil poderia cuidar das fronteiras entre Venezuela e Colômbia com "aviões de vigilância". Chávez mandou Lula cuidar do Brasil, pois o assunto, segundo ele, é de "soberania". Mas, como bom líder, fez elogios à Dilma, esta sim uma mulher de esquerda, uma guerrilheira, deixando implícito que Lula não tem este passado tão nobre para ele. O Brasil não consegue cuidar nem das próprias fronteiras e nem mesmo da sua embaixada em Honduras. Lula, por que no te callas?

Blecaute.

Lula: "por que nós tivemos este desastre?"

Ao contrário do que desejavam o Lobão e a Chapeuzinho Vermelho, outro personagem do maior apagão da história deste país quer saber "por que tivemos este desastre?"

Frase do dia.

De um comentarista Anônimo:

Coronel, lá na Venezuela o povão todo é FHC!!! Fuera Hugo Chavez!

Chávez, o novo eleitor da Dilma.

Hugo Chávez só apóia "gente buena". É um pacifista. Apóia o iraniano, o esqueleto cubano, o farquiano, o assassino líbio, o outro assassino cubano e a guerrilheira, terrorista e assaltante de bancos dos anos sessenta, Dilma Rousseff. "É bom que ir pronunciando e repetindo esse nome, pois aqui defendemos que Dilma Rousseff seja a próxima presidente do Brasil. Dilma, Dilma, Dilma", declarou Chávez durante um ato público em Caracas, transmitido pela televisão estatal. E completou, lembrando que o passado de Dilma ninguém esquece:"Vamos conhecê-la. Ela foi da esquerda revolucionária dos anos 60".

Blecaute, o nocaute(4).

"O assunto merece sim os devidos esclarecimentos da ministra. O governo tem dois pesos e duas medidas. O presidente usa a ministra para visitar Estados para obras do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] que são miragens, mas numa crise como essa é poupada, protegida. Dessa forma, o PT vai precisar lançar dois candidatos: um para festas e outro para crise. Esse é um momento para a ministra mostrar se está preparada ou não para ser candidata e não de colocá-la em uma redoma", disse o primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI).

Blecaute é "barbeiragem" da Dilma.

No vídeo, Dilma diz que racionamento de 2001 foi "barbeiragem", porque não houve "planejamento", cinco anos antes. Concordando com a Dilma, o apagão que aconteceu na terça-feira passada, também ocorreu por falta de invetimento e planejamento em 2004, cinco anos atrás. Quem mandava naquela época? A Dilma, que era a Ministra das Minas e Energia do Lula. E não adianta levantar o dedinho, roncar grossinho, escabelar a peruca e ressaltar as palavrinhas. Toma que esse apagão é teu!

Blecaute é nocaute(3).

Do Estadão:

E o presidente ainda completou: "A gente não sabe o tamanho do vento, o tamanho da chuva. Sabe que, quando vem, tudo que a gente bolou, escafedeu-se." Na sequência, ressaltou que a questão do clima "é delicada, porque o mundo é redondo". "Se o mundo fosse quadrado ou retangular e a gente soubesse que o nosso território está a 14 mil quilômetros de distância dos centros mais poluidores, torce pra ficar só lá. Mas o mundo gira e a gente também passa lá embaixo onde está mais poluído. A responsabilidade é de todos." Cobrado sobretudo pelas várias vezes em que citou o racionamento e o apagão do governo Fernando Henrique Cardoso, Lula se mostrou absolutamente impaciente durante toda a cerimônia no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), que durou duas horas e meia. Inicialmente, mostrou-se insatisfeito com a quantidade de discursos: dez, incluindo o dele. O presidente se irritou depois com o fato de o PowerPoint preparado pelo diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Gilberto Câmara, ter demorado a funcionar. Lula se levantou, gesticulou, cobrou. "Alguém que seja técnico vai fazer funcionar esta TV?", indagou. Em seguida, afirmou que "depois de toda a espera, espero que a gente tenha notícia para dar para vocês".

Blecaute, o nocaute(2).

Editorial de O Estado de São Paulo:

A pré-candidata, por sua vez, em contraste clamoroso com a sua habitual onipresença destinada a promovê-la junto ao eleitorado, simplesmente se apagou. Cancelou compromissos, ausentou-se de eventos aos quais decerto compareceria em outras circunstâncias e, no seu único contato com jornalistas, fugiu das perguntas, mandando "um beijo".É provável que ela tenha se eclipsado por decisão de Lula, preocupado em dissociá-la do acontecimento que interrompeu a longa sequência de fatos positivos para o governo, ou assim explorados, de olhos postos na sucessão. Se o fez, foi tão pequena - e manipuladora - quanto os seus adversários. Afinal, em vez de se ocultar, a ministra devia ter esclarecido, de imediato, o que a levou a afirmar categoricamente, numa entrevista há duas semanas, ter a certeza de que "não vai ter apagão". Devia esclarecer também o que fez das recomendações recebidas em julho do Tribunal de Contas da União (TCU) para prevenir um novo apagão. É verdade que, nas duas situações, o termo empregado designasse um problema estrutural, não o risco de um evento isolado. Mas ela teria de ser a primeira a se manifestar a respeito, jogando limpo com a sociedade.

Blecaute, o nocaute(1).

Editorial da Folha:

É baixíssima a probabilidade de que um raio -ou vários, que seja- possa derrubar, simultaneamente, todas as três linhas de transmissão, independentes entre si, que conectam o Sudeste à maior hidrelétrica do país. O sistema triplo, com redundância portanto, foi projetado para não sucumbir a intempéries.O serviço de detecção de descargas atmosféricas do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) não corrobora a explicação do Planalto. Além disso, os gestores da rede elétrica nacional foram incapazes de impedir a propagação do problema, que prejudicou o abastecimento em todas as regiões, exceto o Norte...Mas, da mesma maneira que a gestão do sistema elétrico não conseguiu isolar a pane nas linhas de Itaipu, o isolamento da virtual candidata durou pouco. Responsável pela reformulação do modelo elétrico no primeiro mandato de Lula, a atual chefe da Casa Civil se viu obrigada a dar alguma satisfação nesta quinta."Você está confundindo uma coisa, minha filha", trovejou Dilma Rousseff contra a jornalista que a interpelava sobre sua recente promessa de que apagões eram página virada: "Nós prometemos é que não terá nesse país mais racionamento", consertou a ministra.

Apagão no blog(2).

A Dilma sem modos e o Blog sem modem. Voltamos.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Apagão no blog.

O modem não resistiu ao Apagão da Dilma. Começou piscando o ADSL. Hoje parou tudo. Até amanhã, o blog vai ficar fora do ar. No escuro. Apagadilmo da Silva.

Julgamento empatado.

Com placar de 4 x 4 e pendente do voto do ministro Gilmar Mendes, presidente do STF, foi interrompido o julgamento da extradição do terrorista assassino italiano Cesare Battisti. A defesa tentou impedir o voto de Gilmar Mendes, que não aceitou e afirmou que, sim, vai votar. Leia aqui.

Para Dilma, apagão virou blecaute.

Há duas semanas atrás, Dilma Rousseff vociferava e politizava o que podia em cima de um racionamento ocorrido em 2001, em função de uma seca desproporcional que esgotou os reservatórios. Hoje, na sua primeira aparição às claras depois do apagão de terça-feira, pretendeu passar uma borracha em cima de tudo. Assim como Lula, evitou falar a palavra "apagão", com a qual enchia a boca para criticar o governo anterior:

"Eu lamento muito o que aconteceu com os consumidores. Agora, dizer isso para mim (que o que ocorreu agora é o mesmo que no passado) é tentar deliberadamente fazer confusão onde não tem. Mas é preciso saber que não estamos livres de um blecaute. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) vai apurar e vai punir caso encontre culpados".

Em matéria de cinismo, este governo dá de 400 x 0 em qualquer outro na história deste país.

Falou e disse.

Sobre Yoani Sánchez, Reinaldo Azevedo voltou a falar tudo o que precisava ser dito. Quem acompanha este blog, sabe do que estamos tratando. Leia aqui.

Gilmar Mendes decide.

Está nas mãos do presidente do STF aceitar ou não que o assassino terrorista Cesare Battisti, um homem tão poderoso que um ministro da casa se recusou a votar por "motivo de foro íntimo". O placar está 4 x 4. Gilmar Mendes decide se o assassino fica no Brasil ou é mandado para cumprir a sua pena da república democrática da Itália.

Foro íntimo (por ser petista).

Do site do STF:

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), informou agora há pouco, em documento dirigido ao presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, que não participará do julgamento do ativista de esquerda Cesare Battisti (EXT 1085).No documento, Dias Toffoli comunica que tomou decisões declarando a sua “suspeição, por motivo de foro íntimo”, para atuar na Extradição 1085 e no Mandado de Segurança 27875, ambos sobre o caso Battisti.Toffoli cita o parágrafo único do artigo 135 do Código de Processo Civil e o artigo 277 do Regimento Interno do STF, que tratam da suspeição de juiz por motivo íntimo. Veja aqui o documento assinado pelo petista.

"Eu não sabia".

Agora os assessores começam a plantar um Lula que "não sabia" que o sistema elétrico não era "tão perfeito" assim. Um Lula queixoso por não estar completamente informado. Um Lula traído pelos José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares do setor elétrico. É o apagão ficando com cara do mensalão. Nós temos, definitivamente, um presidente que não tem um watt de vergonha na cara.

Agora Lula não fala em "apagão".

Os números não mentem como Lula mente.
Desde que chegou ao "pudê", Lula citou 55 vezes a palavra "apagão", oficialmente, para fustigar Fernando Henrique Cardoso e colocar o racionamento de energia de 2001 como uma marca da incompetência tucana. Ontem, ao ser entrevistado sobre o tema, falou durante 4 minutos e evitou, de todas as formas, pronunciar a palavra "apagão". Trocou por "incidente". E fez uma conta estranha. Afirmou que construiu 30% de tudo quanto tinha sido construído nos últimos 123 anos. Será? Leia abaixo.
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A ANEEL, Agência Nacional de Energia Elétrica, publica um Atlas da Energia no Brasil. Pode ser consultado aqui. Na página 33, mostra um gráfico das linhas de transmissão licitadas, autorizadas e efetivamente construídas no país. O recorde em construção é de 2003, obviamente reflexo de projetos de 2002, ou seja, na cota do governo FHC. Em 2003, foram colocadas em operação mais 4.980 km de linhas de transmissão. Em nenhum ano do seu governo, Lula superou este número. Para 2009, estão previstas para entrar em operação 4.217 km. Como vocês podem ver, Lula continua sendo um mentiroso contumaz.

Dilma: enfurnada por causa do apagão.

Da Folha, registrando o sumiço da "Apagadilma", a grande "modeladora" dos sistema elétrico brasileiro, que conseguiu fazer com que o Brasil ficasse no escurinho durante sete longas horas:

Pré-candidata à Presidência em 2010, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), que chefiou por dois anos e meio o Ministério das Minas e Energia, cancelou compromisso ontem, não participou de reunião do governo para discutir o blecaute e não comentou o episódio.Dilma tinha encontro com o governador de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira, na sede provisória da Presidência, no Centro Cultural Banco do Brasil, mas desmarcou. Também não foi ao Itamaraty receber o presidente de Israel, Shimon Peres, como era esperado. Ontem, às 19h40, quando deixava o CCBB antes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que raramente faz, foi questionada sobre o apagão. Acenou aos jornalistas e disse: "Um beijo para vocês". A Folha enviou a sua assessoria um e-mail com perguntas sobre o blecaute, mas não obteve resposta.Há duas semanas, em entrevista ao programa "Bom Dia, Ministro", da Radiobrás, Dilma disse que o Brasil estava a salvo de novo apagão elétrico. "Nós também temos uma outra certeza: que não vai ter apagão."

Nunca na história deste país.

Lula é um cara de sorte. O jeitinho brasileiro conseguiu ligar tudo de novo, quase que por um milagre, pois este governo incompetente, aparelhado pela Dilma de um lado e pelo Sarney de outro, na área de energia elétrica, não estava preparado para resolver um problema desta magnitude. Basta ver que durante todo o dia ficou um jogo de empurra-empurra, ninguém querendo colocar a cabeça a prêmio. Lobão tinha mesmo que agradecer a Deus em plena entrevista coletiva. Nunca na história deste país Itaipu havia sido totalmente desligada. E junto com ela Angra I, Angra II e todas as hidrelétricas de São Paulo. Nunca na história do mundo um país enfrentou um apagão de tamanhas proporções. Lula não queria levar nas costas as marcas de um apagão. O Brasil ficou sete horas às escuras. É uma marca e tanto para o Lula.

Foi o raio da incompetência.

Durante o dia inteiro de ontem o governo ficou tentando encontrar uma explicação para o apagão de fato que botou mais da metade do Brasil às escuras. O governo Lula ficou simplesmente paralisado, completamente rendido, enquanto os assaltantes se deliciavam, assim como os frequentadores de bares e restaurantes, os hospitais entravam em pânico e a Dilma Rousseff, a grande ideóloga do sistema elétrico brasileiro, sumia debaixo da cama com medo de perder alguns pontinhos na sua escassa popularidade. Finalmente, a explicação. Foi o raio da incompetência. Nada do que Lula e Dilma trombetearam durante sete anos ficou confirmado durante as sete horas do apagão. O nosso sistema elétrico não tem problema de geração, de transmissão ou de interligação. O nosso sistema elétrico tem problema de gestão e basta ver o lanterneiro de Sarney, Edson Lobão, ministro das Minas e Energia, apelando para Deus para explicar a catástrofe. Em 2001 houve racionamento em função de uma terrível seca, daquelas que o Lula gosta de lembrar para se fazer de pobrezinho, mas o governo assumiu o ônus de fazer o que deveria ter feito, independente do custo político. Em 2009, tem energia sendo jogada pelo ladrão (em todos os sentidos!) e mesmo assim a metade do Brasil ficou na escuridão sem nenhuma explicação plausível. O INPE já confirmou, tecnicamente, que não houve raio nos céus, naquela noite, que pudesse desarmar as torres que transmitiam a energia de Itaipu. Na falta de raios de verdade, o que sobra é o raio da incompetência.

Um governo sem ética.

Da coluna de Miriam Leitão, intitulada "Governo manipula", publicada em O Globo:

É absurdo fazer campanha política num teste de avaliação da qualidade da educação; e, além disso, o enunciado da questão do Enade está errado. O Brasil sofreu sim um forte impacto da crise internacional: perderá um ano de crescimento do PIB em 2009, R$ 80 bilhões de arrecadação, US$ 60 bilhões, ou 30%, de exportações. A indústria teve a sua maior queda em 15 anos; os investimentos despencaram.Campanha tem hora, palanque tem lugar, não pode ser num teste de aferição de conhecimentos gerais de estudantes, que serve para orientar políticas públicas e escolhas privadas. Que o governo guarde a palavra “marolinha” para os ilusionismos dos seus palanques. Ele sabe a verdade: a crise foi forte. O PIB crescia a mais de 6%, despencou, ficou negativo dois trimestres, se recupera da queda, mas fechará o ano em torno de zero. É indigente sugerir, numa prova para universitários, que não houve crise, e sim um erro de avaliação da imprensa brasileira corrigido pela imprensa estrangeira. No terceiro trimestre, o PIB vai crescer em torno de 2,5% em relação ao segundo. O ministro Guido Mantega falou em 10%. Isso porque ele pegou o resultado e anualizou. Deu este número enorme. Não é errado fazer a anualização, mas ele não fez quando era queda. Se fizesse, teria tido um enorme número negativo. A comparação com o mesmo trimestre de 2008 deve dar cerca de 0,3%. Leia aqui, na íntegra.

Ataque contra São Paulo.

O Estadão informa que a guerrilha rural do MST, financiada por dinheiro do governo que o Lula orienta o PT a impedir de investigar na CPI, aumentou as invasões em 88% em São Paulo, no último ano, enquanto diminuiu 45% no Brasil. A intenção é óbvia. Assim como houve o PCC em 2006, financiado pelas maletas dos aloprados, haverá o MST finaciado pelas ONGs petistas, em 2010. Será guerra aberta contra a candidatura de José Serra (PSDB-SP). Só vai faltar, mesmo, o Ciro Gomes(PSB-CE), que também mudou a sua guerrilha para São Paulo, passar a visitar acampamentos dos sem terra para incentivar as invasões.

Porta-voz informal.

O porta-voz informal de Lula, Kennedy Alencar, fez uma entrevista com Lula para a RedeTV? onde, entre outras coisas, o presidente chorou, disse que "o mensalão foi tentativa de golpe", falou mal de FHC, falou mal de Caetano Veloso, fez propagando do seu filme (será que está tendo direitos autorais?) e, logicamente, naquele momento, não falou mal da imprensa que, se fosse como o entrevistador, seria a coisa mais extraordinária deste país. A entrevista vai ao ar no próximo domingo, com direito à reprise.

Extraditar o assassino.

Editorial da Folha de São Paulo intitulado "Extraditar Battisti":

O STF (Supremo Tribunal Federal) deve decidir hoje a respeito da extradição de Cesare Battisti, ex-integrante de um grupo terrorista de esquerda, condenado à prisão perpétua na Itália por quatro homicídios ocorridos na década de 1970. O exame do caso foi suspenso em setembro, quando o ministro Marco Aurélio Mello pediu vista. Naquela mesma sessão, por 5 votos a 4, o STF considerou ilegal o refúgio que havia sido concedido a Battisti pelo ministro da Justiça, Tarso Genro. A decisão tornou possível o julgamento do mérito do pedido de extradição.Houve, nessa decisão, inegável avanço. Ao advogar a defesa do refúgio, Genro quis transformar um estrangeiro condenado em seu país por assassinatos comuns e premeditados em figura perseguida por opinião política.A fragilidade da argumentação do titular da Justiça foi exposta à luz pelo relator do caso, ministro Cezar Peluso. Ficou claro que a lei estava sendo desvirtuada para que pudesse atender a conveniências políticas de um grupo.As atenções, hoje, se voltam para o ministro do STF José Antonio Toffoli, advogado-geral da União quando o caso começou a ser julgado. Seu voto pode decidir a questão, já que o placar está 4 a 3 a favor da extradição. Presume-se que Marco Aurélio Mello vote a favor de Battisti, e Gilmar Mendes, contra. O empate em 5 a 5 daria a vitória ao criminoso.Esta Folha sustenta que a decisão da Justiça italiana precisa ser respeitada e que Battisti deve cumprir pena conforme as leis da democracia que o condenou. Apesar das controvérsias, parece não haver impedimento para que Toffoli participe da decisão, uma vez que, na AGU, nada assinou a respeito do assunto. É a sua consciência que o ministro deve seguir para eventualmente se declarar impedido.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Fala, Apagadilma!

O vídeo acima é de março de 2009 e mostra uma entrevista da nossa "doutora" sumida no escurinho, a nossa Rainha das Trevas, a nossa Dama do Apagão. Vejam a carinha dela. Uma gracinha, vocês não acham? Tão fina, ela! Onde está você, Apagadilma? Tá valente? Não tá segurando a barra, raivosa? Vem pegar o apagão que você fez, Dilma!

E assim falava Lula(13).

Luís Fara Monteiro: É, Presidente, do “apagão” de 2001 ninguém esquece, mas vou pedir para o senhor citar o que seu governo tem feito para evitar que aqueles mesmos problemas aconteçam novamente. Presidente: Luís, nós resolvemos fazer uma verdadeira revolução na construção de linhas de transmissão no nosso país. Quando tiver excesso de energia aqui no Centro-Oeste, você pode transferir essa energia, por causa das linhas de transmissão que nós fizemos, para outras regiões do país, evitando assim que a gente incorra num novo “apagão”.

Lula, no Café com o Presidente, em 14 de novembro de 2005.
Pois não é que, com tuuuuuuuudo o que ele fez, nós incorremos em um verdadeiro apagão, daqueles apaga tudo mesmo?

E assim falava Lula(12).

Luciano Seixas: A dúvida é a seguinte: a população brasileira corre algum risco de ter racionamento de energia de novo? Presidente: Nenhum risco. Nenhum risco. A questão energética vive de boatos. Todo dia tem boatos de que vai acontecer isso, vai acontecer aquilo. O dado concreto é que o Brasil está seguro de que não haverá apagão e de que não faltará energia para dar sustentabilidade ao crescimento que nós queremos ter no Brasil.

Lula, no Café com o Presidente, em 14 de janeiro de 2008.
Nenhum risco, nenhum risco, nenhum risco...Alguém serve um café preto aí pro nosso Presidente?

E assim falava Lula(11).

Representa mais energia para o Brasil e representa nós podermos dizer ao povo brasileiro que nós não corremos risco de apagão em hipótese alguma no Brasil. Você sabe que depois do apagão que nós tivemos em 2001 - porque nós não tínhamos linhas de transmissão para transportar energia de lugares que tinham excesso de energia para lugares que faltava energia, como São Paulo - teve muita gente que começou a dizer que o Brasil ia ter apagão desde 2001 até agora.

Lula, Café com o Presidente, em 23 de março de 2009.
Em hipótese alguma, em hipótese alguma, em hipótese alguma...Passa o café preto pro Lula!

Direto do Pescador Lobo.

Foto tirada há pouco e remetida pelo I-Phone da NG. À esquerda, um já finalizado prato de camarões fritos. À direita, uma travessa de lulas à milanesa. Ao fundo, Floripa. Ao centro, um equipamento indispensável para estes tempos de Apagão da Dilma. Brasileiro é assim mesmo: sabe fazer do limão uma caipira. E me contem: Dilma já saiu da escuridão?
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Não é um charme a Fátima Bernardes falando "a-pa-gão" no Jornal Nacional?

No escurinho.

Enquanto isso, os marqueteiros do Planalto tiraram Dilma de circulação. A responsável pelo apagão, pois comandou a área de energia de 2003 a 2005 e está comandando o PAC desde 2007, tendo afirmado há duas semanas que não haveria mais este tipo de problema no Brasil, graças à ela, foi colocada no escurinho. Em matéria de fugir das responsabilidades, a Dilma dá de 400 x 0 em qualquer um.

E assim falava Lula(10).

E foi com o apagão de 2001 que eu acredito que os 180 milhões de brasileiros e todos aqueles que governam qualquer coisa neste país tomaram consciência de que nós não podemos mais correr risco no Brasil. E começamos então, a partir daquela lição, a fazer algumas lições de casa que precisavam ser feitas.

Lula, em Aimorés, Minas Gerais, no dia 05 de maio de 2006
Quem foi a professora que ensinou o Lula a fazer a lição de casa em energia? Ela, a Dilminha Trovão, a Rainha das Trevas.

E assim falava Lula(9).

Eu quero dizer para vocês: não tem nenhum brasileiro com mais vontade de que a gente possa construir as hidrelétricas que faltam do que eu, até porque eu não quero carregar nas minhas costas a marca do apagão que já carregaram antes de mim.

Lula, em Aguiarnópolis, Tocantins, no dia 23 de maio de 2006
O dado concreto é que apagão mesmo, de apagar tudo e ficar tudinho no escuro, só aconteceu com Lula. A marca do apagão está na sua paleta, como dizem no Rio Grande.

E assim falava Lula(8).

E não é apenas isso. Vocês estão lembrados do “apagão” em 2001. O “apagão” foi um pouco por falta de investimento, mas foi um pouco por falta de compreensão do que é o Brasil, porque tinha um sistema que não era interligado. Em 2001, nós tínhamos excesso de água no Rio Grande do Sul e falta de água em São Paulo. Portanto, lá tinha capacidade de produzir mais energia, mas não tinha uma coisa elementar, que era a linha de transmissão, para trazer a energia excedente do Rio Grande do Sul para São Paulo ou levar de São Paulo.

Lula, em Guarulhos, SP, no dia 12 de junho de 2007
Seis anos depois, Lula ainda tripudiava em cima do "apagão". E aí, Lula, não deu tempo pra resolver a "paradinha"? Não era assim tipo "facinho"?

Vamos entregar Itaipu ao Paraguai.

Se não foi falta de produção de energia, se não foi falta de linha de transmissão, se não foi falta de investimento, o que é que foi, hein Lula? Só pode ser falta de gestão. Como é que este treco desanda e sai derrubando tudo, sem que ninguém saiba o que aconteceu? O que foi pior? Em 2001, quando havia uma seca que não deixava produzir energia ou em 2009, quando nunca na história deste país há tanta fartura? Hein? Hein? Vamos entregar Itaipu ao Paraguai. Lá não tem Lobão, lá não tem Lobinha.

E assim falava Lula (7)

Mas, então, quando eu pensei na Dilma, eu falei: “eu não vou falar agora, porque podem estranhar”. Depois, na discussão de alianças políticas, eu fiquei sabendo que um partido estava reivindicando o Ministério de Minas e Energia e, na época, eu disse: “olha, negociaremos qualquer coisa, menos o Ministério de Minas e Energia. Esse (nem tinha falado com a Dilma) Ministério vai ser da Dilma Roussef”. Por que é que a intuição deu certo? Eu não sei, e o companheiro Silas, que é um companheiro do setor há muito tempo, um companheiro que eu nem conhecia, que depois virou presidente da Eletrobrás e que trabalhou junto com a Dilma todo esse período... É importante lembrar para vocês uma coisa, antes de eu passar a palavra para quem eu acho que deveria estar falando aqui. Para evitar o apagão, nós resolvemos fazer um forte investimento no setor energético brasileiro, sobretudo criar programas novos e, sobretudo, fazer as linhas de transmissão de que o Brasil carecia.

Lula, em Osório, RS, no dia 19 de abril de 2006.
Para evitar apagão, ele fez um forte investimento. Na Dilma! Na Dilma!

E assim falava Lula(6).

Podemos dizer aos empresários brasileiros que acabou a era do apagão, que não haverá mais possibilidade de ter apagão neste país porque nós estamos interconectando os sistemas e quando tiver falta de energia num lugar e tiver excesso em outro, ao invés de a gente ficar chorando, apenas faz a reversão e a gente pode suprir a demanda energética de um país.

Lula,em São Paulo, no dia 4 de abril de 2006.
Não vale ficar chorando,Lula. Teve cheiro apagão. Teve gosto de apagão. Foi apagão.

E assim falava Lula(5).

Isso significa que o Brasil está se preparando para nunca mais sofrer a história do “apagão” que vocês conheceram, que aconteceu em 2001. Aquilo foi uma vergonha nacional.

Lula, em Tocantins, no dia 10 de agosto de 2005.
Que vergonha, hein Lula? Que vergonha!

E assim falava Lula(4).

O Governador me dizia: “presidente Lula, a grande vantagem é que antes deste Festival, no dia do Festival tinha luz e, depois do Festival, a luz ia embora e o povo ficava por conta de apagão.” Eu quero olhar na cara de vocês e dizer: quando terminar este Festival, não terá mais apagão nesta cidade. Vocês vão poder namorar no claro, o que nem sempre é muito bom, mas é necessário.

Lula, no Festival de Parintins, no dia 28 de junho de 2003.
O destino foi Caprichoso e nada estava Garantido, não é Lula?

E assim falava Lula (3).

Tenham a certeza, não vamos dar chance para o risco de um novo apagão em nosso país.

Lula, em São Paulo, no dia 04 de julho de 2003.
O Coturno não é revanchista: "Dá mais uma chance! Dá mais uma chance!"

E o Apagão foi da Dilma(2).

A Dilma, vocês do setor energético são testemunhas, dedicou esses dois anos a construir as bases para que o Brasil nunca mais tivesse apagão. Ela trabalhou dois anos para construir as bases de um modelo energético para o Brasil, em que a gente tenha clareza do que vai acontecer quando a gente contrata, quando a gente compra e quando a gente vende energia neste país.

Lula, em 20 de dezembro de 2004, no Palácio do Planalto.
Ei, Dilma, apagou por quê, santa?

E o Apagão foi da Dilma(1)

"A Dilma está tendo, nesta semana, que explicar a diferença entre apagão e incidente, entre apagão... não precisa explicar muito não, Dilma."

Lula, em Veranópolis, RS, em 11 de janeiro de 2005
Quase cinco anos depois, é bom chamar a Dilma para explicar qual é a diferença...

E assim falava Lula(2).

E nós assumimos um compromisso de não permitir que tivesse mais “apagão” aqui e em nenhum lugar do Brasil. Porque, graças à competência da ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, e do nosso atual ministro, Silas Rondeau, nós estamos concluindo, em sete anos, tudo o que foi feito em 122 anos, em linhas de transmissões, nós estamos fazendo 22% em apenas 7 anos, tentando interligar todo o sistema brasileiro.

Lula, em Passo Fundo, RS, no dia 20 de junho de 2006.
Só podia ter a "competência" da Dilma neste Apagão.

E assim falava Lula (1).

"Vou dar um dado para vocês que nem a imprensa soube. Há poucos dias caiu, praticamente, toda a rede de Itaipu. Em outros tempos, nós teríamos tido algumas horas de apagão aqui em São Paulo. Ninguém, nem jornalista na redação percebeu que caíram as torres porque em 23 segundos foi interligado o sistema e o que aconteceu? Não faltou energia e ninguém percebeu que tinha caído, praticamente, a rede de Itaipu."

Lula, em Osasco, São Paulo, no dia 23 de dezembro de 2005.
Quer dizer que já tinha acontecido e não fizeram nada para solucionar o "poblema"?

Mentiroso contumaz.

Lula é um estelionatário das estatísticas. Ontem chamou todos os presidentes do Brasil, nos últimos 30 anos, de “irresponsáveis”, por terem deixado os brasileiros “se amontoarem” sem construir casas. Fez esta declaração no mesmo dia em que ficou provado com que recursos ele está construindo: o suado dinheiro do FGTS, que está praticamente congelado, sem rendimentos, enquanto a Caixa usa os depósitos dos trabalhadores para financiar imóveis cobrando os maiores juros do mundo. Em 1994, o Brasil tinha 34,7 milhões de residências. Em 2003, ano que Lula iniciou o seu mandato, eram 49,1 milhões, uma média anual de 1,5 milhões de novos domicílios construídos nos 10 anos antes do seu governo. Em 2008, 5 anos depois que Lula assumiu, o número chegou a 55,7 milhões de domicílios. Sob o comando da máfia petista, a média caiu para 1,3 milhões de residências construídas ao ano. Os dados são do IBGE. E mostram mais uma mentira deslavada deste demagogo que nos governa.

Paraguai, ilumine o Brasil!

O nosso vizinho Paraguai também sofreu o blecaute ocasionado pela bagunça que começou em Itaipu, passou por Furnas e se espalhou por todo o "sistema integrado" do Brasil. Só que no Paraguai, em poucos minutos estava tudo normalizado. Sugere-se que a "candidata" Dilma Rousseff, ex-ministra de Minas e Energia, que montou todo o "modelo" (ela adora a palavra) que aí está, que vá ao Paraguai aprender como é que eles fazem transmissão de energia elétrica. Quem diria! O Paraguai pode iluminar o Brasil! Aliás, será que eles não estão certos? Será que não devemos entregar a gestão de Itaipu para eles? Não é mais seguro este negócio na mão de um paraguaio do que de um petista?

Apagão: Lula dá de 400 x 0 em FHC.

Ontem a "candidata" Dilma, que tenta brilhar, mas continua apagadinha, decretou com o seu famoso dedinho em riste:"Nosso governo dá de 400 a zero no anterior". E para comprovar a sua frase bombástica, o governo Lula, à noite, promoveu o maior apagão da história deste país. Em segundos, 50 milhões de brasileiros ficaram sem energia elétrica. Em matéria de apagão, o governo da Dilma, realmente, dá de 400 x 0 no de FHC.

Vem aí a Bolsa Apagão.

Todo o brasileiro deve ter o direito de ir ao banheiro à noite, como na Venezuela de Chávez, sem tropeçar na mobília da Minha Casa, Minha Vida. Para solicitar a sua cota de sete velas por semana, use o crédito da sua Bolsa Celular. E use o celular com moderação, pois a bateria acaba e pode não haver Luz para Todos para recarregar. Se isto acontecer, reclame do TCU. Ou do FHC.

Bom dia, candidata do Apagão!

Programa Bom Dia, Ministro, com Dilma Rousseff, em 29 de outubro passado, nem duas semanas atrás. Ouça aqui o que está transcrito abaixo:

Pergunta da RÁDIO CAPITAL AM-SÃO PAULO (SP)/FRANCISCO: A minha pergunta é sobre eletricidade, pois o Brasil viveu um apagão em 2001, já foram concluídas sete novas usinas e agora são construídas mais sete hidrelétricas pelo país todo. Eu tive a oportunidade de ir a Porto Velho há duas semanas e conheci as obras impressionantes de duas usinas no Rio Madeira, que começarão a fornecer energia, dentro de dois ou três anos. Santo Antônio e Girau, essa energia vai servir, não só para o norte do país, como para todas as demais regiões. Isso pode significar a completa certeza, de que não teremos um novo apagão?

DILMA ROUSSEFF: Pode sim, pode significar essa certeza. Primeiro porque nós estamos sistematicamente fazendo como se faz na bicicleta, a gente não pode parar de construir usinas hidrelétricas, usinas térmicas, usinas eólicas, enfim, todas as fontes de preferência renováveis, para garantir que o Brasil não tenha apagão. Além disso, você veja, que essas duas usinas que você visitou, que são Santo Antônio e Girau, que são grandes usinas hidrelétricas, elas vão produzir mais de seis mil megawatts, as duas juntas. E uma linha de transmissão, que vai sair lá de Porto Velho e parar em São Paulo, em Araraquara, vai carregar essa energia, e distribuir pelo sistema interligado brasileiro. Então, nós também temos uma outra certeza, que não vai ter apagão, é que nós hoje voltamos a fazer planejamento. Então, nós olhamos, qual é a necessidade que o Brasil tem de energia nos próximos cinco anos? Nós ao olharmos isso, providenciamos as usinas que são necessárias para o Brasil. Se crescer a quatro, se crescer a cinco, se crescer a seis por cento ao ano tenha essas usinas disponibilizadas, é assim que funciona.

Nunca na história deste país.

O Apagão da Dilma.

28/10/2004

A ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, elogiou o relatório anual da Agência Internacional de Energia (AIE), divulgado anteontem, mas fez ressalvas a determinados pontos do conteúdo e criticou a leitura feita por alguns analistas que viram no documento um sinal de alerta ao Brasil. A ministra considerou precipitadas as avaliações de que há risco de ocorrer um racionamento antes de 2008. "Só haveria risco de apagão se o governo não exercesse seu papel de governo", afirmou Dilma, que afastou esse risco no horizonte até 2010.

10/11/2009

Ontem, 50 milhões de brasileiros ficam sem energia elétrica e o caos se instalou em mais de 800 municípios. O relatório estava certo e a "doutora" que, em vez de cuidar dos problemas do país cuida apenas da sua candidatura, usando a abusando da máquina pública, mostrou, mais uma vez, toda a sua "competência" como gestora.

País de cretinos.

Quando um político é condenado pelos seus crimes, coisa raríssima no Brasil, cria-se uma rede de solidariedade. O blog deseja que Luiza Erundina, ex-prefeita de São Paulo, hoje no PSB, tenha que dar até as panelas para pagar a dívida de R$ 353 mil, por fazer um anúncio na Folha, em 1989, incitando uma greve de ônibus que prejudicou milhões de pessoas. Que vá morar embaixo da ponte. Vinte anos depois, duas décadas, ela recebeu a condenação definitiva, sem direito a recurso. Vejam o que o futuro presidente do PT, deputado federal José Eduardo Martins Cardozo (SP), disse ontem, em jantar para arrecadação de fundos: "Fosse você, Luiza, uma pessoa convencional da política, não teria essa dificuldade para levantar o dinheiro." Pela frase, dá para medir o que político que vai comandar o partido do caixa dois, da cueca, da maleta pensa de si mesmo e dos seus colegas de trabalho. Ou de quadrilha, como diria o Procurador Geral da República.

Será que o Brasil acordou?.

Aqui no Sul também houve, por um segundo, o Apagão do Lula. Foi o que bastou para ficarmos sem modem, como nunca na história deste país. Para quem mando a conta? Para o presidente que é um mentiroso contumaz, como nunca outro na história deste país? Para a candidata que manda na área de energia e que nos jogou às escuras como nunca na história deste país? O país ficou às escuras. Será que o Brasil acordou?

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Petrobras: "roubo de bilhões de dólares".

O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) afirmou em discurso, na tarde desta terça-feira (10), que "o roubo é de bilhões de dólares" nas grandes obras administradas pela Petrobras, mas o governo não aceita que ela seja investigada. Por isso, os partidos de oposição decidiram deixar a CPI da Petrobrás, no Senado, pois o governo tem maioria de votos na CPI e não permitiu que qualquer investigação."Até o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse que a Petrobrás gasta demais", referindo-se à sua sociedade com a Petrobras para construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Conforme Álvaro Dias, só nesta refinaria pode ser constatado um superfaturamento de 2 bilhões de dólares. Disse que a refinaria inicialmente iria custar 4 bilhões de dólares, mas o valor já subiu para 12 bilhões de dólares. O senador paranaense informou que os partidos de oposição estão encaminhando ao Ministério Público 18 representações para que a instituição investigue denúncias que envolvem a estatal, seus fornecedores e funcionários. Leia mais aqui.

Um PAC para construir Dilma.

Dilma, passe dois dias rezando. Pesquisa. Não funcionou. Dilma, nos próximos dois dias só fale do ar batendo nas árvores e das nuvens correndo no céu. Pesquisa. Não mexeu. Dilma, vamos fazer o seguinte: agora ataque a opô raivosa com força, daquele seu jeitinho quadrúpede. Pesquisa. Putz, continua paradinha. Dilma, esta semana é todinha falando bem do Lula. Pesquisa. Nadica de nada, não sobe. Calma, Dilma, calma. Nós ainda vamos acertar a mão. Não, Dilma, na cara do Serra não!!! Dilma, que tal passar duas semanas de férias, sem aparecer para ninguém? Ufa!Subiu 1%!

"Santinho".

Um "santinho" para a gauchada distribuir para a "gringada" da Serra. E para o pessoal que tem o sangue "farroupilha" nas veias mostrar de novo que, nos pampas, esta praga petralha já foi erradicada. Copie, envie. Uma cortesia do Coturno Noturno.

Tarso agride a Itália para defender um assassino.

Alô, Serra Gaúcha. Alô, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Farroupilha, Veranópolis, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Bréscia, Antônio Prado, Carlos Barbosa, Casca, Guaporé, Marau, Nova Bassano, Guaporé e Nova Prata. Para Tarso Genro, ministro da Justiça e candidato ao governo do estado do Rio Grande do Sul, é mais importante defender o assassino Cesare Battisti do que respeitar a democracia italiana. Vejam o que ele declarou à Folha de São Paulo:

"Essa postura que a Itália vem desenvolvendo pressionando o governo brasileiro e o Poder Judiciário em ações judiciais, eles não têm competência nem representação. É um desaforo ao estado brasileiro e à democracia do país. Uma falta de respeito completa às nossas instituições e à nossa história democrática, inclusive em relação à lei do refúgio."

Tarso Genro trata a Itália como se fosse a Venezuela, Equador, Cuba ou Nicarágua. Desconhece que a Itália é uma sólida democracia que, inclusive, concede cidadania para que dela imigraram. Tarso Genro ofende a Itália e o seu povo para defender um assassino terrorista, condenado à prisão perpétua por ter matado a sangue frio...quatro italianos.Na hora de votar, não esqueça, Serra Gaúcha. Não esqueça quem é Tarso Genro e o que ele pensa sobre a Itália. Não esqueça que, quando ajudou a expulsar os dois boxeadores cubanos, na calada da noite, entregando-os à fúria de Fidel Castro, ele não pensou na democracia brasileira. Só pensou na ditadura cubana, apoiando a desgraça de dois pobres jovens que estavam pedindo refúgio no Brasil.

Boa noite, e boa sorte.

Contra os radicalismos imbecis, não existe melhor remédio do que uma dose cavalar de democracia. Dói. Incha. Demora a fazer efeito. Exige paciência. No entanto, deixa você imunizado para enfrentar os esquisofrênicos caçadores de bruxas, os maldosos patrulheiros ideológicos, os piores carrascos, aqueles que executam sem provas. Este blog é feito para enfrentá-los e confrontá-los. Jamais para agir como eles. Jamais para ser como eles.

Comentário do dia.

Do leitor e comentarista Sharp Random:

A internet, a blogosfera e suas dinâmicas exigem uma atualização constante e, sobretudo, muita, mas muuuuuita disposição para navegar e fuçar, ler muito lixo para achar um puxar fio de meada que pode virar um jogo. Respeito demais alguns articulistas combativos que fora de qualquer dúvida compreendem a democracia e dão aula sobre qualquer regime havido na história, porém, de internet, de blogosfera e seu público peculiar não tem o mesmo nível de entendimento que detém do mundo bidimensional dos livros. O fenômeno web ainda os surpreende. Na web prá valer não se pode dar ao luxo de pensar estar velho demais prá isso ou aquilo. Pensamento fatal, desqualifica irremediavelmente. Veja o Twitter. Ridicularizado por não ser compreendido... Quando se diz que Yoani acertou o tom, acertou a mão e se estabeleceu, foi um feeling, uma mediunidade que ela desenvolveu, praticando. Praticando. Yoani é o menor dos problemas de Cuba. Como válvula de escape, reconhecida e amparada pela blogosfera, com toda a disposição financeira que isso significa, expondo as mazelas do cotidiano de uma ilha da fantasia ao contrário, sem querer serve muito bem a todo tipo de interesse. É como essa minisaia da Uniban. Depois de virar um hit todo mundo quer experimentar. É muita tempestade em copo d'água. Tem a China, o Tibet, a Coréia do Norte, a oposição do Irã, da Venezuela, uma porção de pontos do planeta propícios ao desabrochar de outras Yoanis. Os fatos que ela expõe são farsas ? Se é a mais pura verdade, ótimo jornalismo! É o que interessa.

Dilma é um porre.

Dilma, hoje, soltando menos gases...

Segundo a ministra, só a redução do desmatamento e de 20% das emissões de gás carbônico significariam uma diminuição de 6,2 gigatoneladas nas emissões de CO2. "É 21% de tudo o que os países desenvolvidos fariam se estivessem reduzindo 15% (de suas emissões)", afirmou. Em seguida, criticou a imprensa por elogiar o programa anunciado ontem, pelo governador José Serra (PSDB-SP), que reduz em 20% as emissões em São Paulo.

Entendeu, Dona Maria? Entendeu, "seu" Chico? Esta senhora é um porre. Deve ser por isto que Lula gosta tanto dela.

Em defesa de Yoani.

Em uma série de posts, Reinaldo Azevedo está fazendo uma defesa perfeita da blogueira Yoani Sánchez, acusada por meia dúzia de "bestas do apocalipse" de ser uma agente de Fidel. É a típica conclusão de gente que olha a própria sombra e diz: " pare de me seguir, comunista de uma figa!". Aqui neste blog, há muito tempo, estes imbecis já ganharam o que merecem. A latinha de lixo que existe na janelinha de comentários.
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Atualizando:


Isaias Medeiros disse...
Ah, dá um tempo, Coronel! Eu mesmo assinei a petição à favor da Yoani, mas os argumentos do Heitor de Paola e da Graça Salgueiro têm muito fundamento sim! Mofas, Coronel, mofas....
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Respondendo ao Isaías Merdeiros...

Dá um tempo, Isaías. E vá fazer o jogo da ditadura de Castro, que usa a velha e conhecida tática petralha da desqualificação para atingir a blogueira, em outros blogs. Muito me admira ver pessoas inteligentes agindo como comunas da pior espécie, Cuba está mudando os seus interlocutores. A blogosfera também. Este é o problema.

Caetano assopra e bate de novo.

"E detesto essa mania de que nada se pode dizer que não seja adulação a Lula. Não estamos na União Soviética. Eu não disse nenhuma novidade. Nem considero ofensivo. É descritivo. E a motivação era esclarecer a parecença de Marina com Obama (que me interessa muito). E todos os entendidos me dizem que os banqueiros estão com medo é de Serra: adoram Lula. Então por que a demagogia de dizer que FH era pelos de poder aquisitivo? Até os programas sociais que Lula desenvolveu nasceram no governo FH. O Fome Zero naufragou. Eles se voltaram, espertamente (e felizmente), para o Bolsa-Escola de dona Ruth. Eu ter mencionado a fala analfabeta de Lula não é bom para a campanha de Marina. Mas ainda não estamos em campanha. Eu acho."

Leia aqui o esclarecimento de Caetano Veloso sobre as suas declarações ao Estado de São Paulo.

Lula tem boa memória.

Da Memória (Folha de São Paulo, 10/11/2009)

Em cerimônia da Fiesp ontem em homenagem ao vice-presidente José Alencar, Lula brincou ao afirmar que os dois poderiam "aguentar" mais "uns cinco anos" de mandato, mas, por serem "democratas", ficam "quietinhos". Durante quase todo o discurso, Lula relembrou a campanha de 2002 -quando disputou contra José Serra. O presidente afirmou que Alencar, por ser empresário, foi importante para a vitória. "Você foi uma espécie de fundo garantidor que eu precisava", disse ele ao vice.

Da História (Isto É, 14/12/2005)

O pagamento não contabilizado à Coteminas, por sua vez, ocorreu em maio deste ano. Por isso, Delúbio não foi levado a sério quando disse que o dinheiro do valerioduto, emprestado em 2004, ficou sete meses guardado até ser entregue à empresa de Alencar. “O caso demonstra que o PT pode ter outras fontes de recursos não contabilizados”, diz o deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR). “Além do caixa dois, é possível que exista um caixa três”. O próprio relator da CPMI dos Correios, Osmar Serraglio (PMDB-PR), negou a necessidade de quebra dos sigilos da Coteminas. “Um pedido de esclarecimentos basta”, disse ele. Essa tese é endossada por juristas. “Se a empresa vendeu uma mercadoria e comprova que emitiu notas fiscais, quebrar o seu sigilo seria uma violência”, avalia Ives Gandra Martins.O episódio expôs o abismo entre os métodos do partido do presidente e da empresa de Alencar. Na terça-feira 6, Lula e seu vice se reuniram no Planalto. Alencar se queixou. “O que a gestão antiga do PT fez foi um absurdo”, disse o vice. Lula disse que não era responsável, mas foi solidário. Um dia depois, o filho de Alencar, Josué Gomes da Silva, que é também presidente da Coteminas, foi espontaneamente à Polícia Federal. Levou um pequeno dossiê com as notas fiscais, as cartas de cobrança e o recibo com assinatura da funcionária do PT. “Era caixa dois para eles”, disse Josué. “Para nós é caixa um, porque só temos caixa um”. E quanto aos R$ 12 milhões pendentes? “Eles terão que pagar”, diz Alencar. “E o quanto antes”.

Pagaram?

Lanterna dos afogados.

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), e o deputado Ciro Gomes (PSB), pré-candidatos à Presidência da República, costuraram uma estratégia conjunta de atuação com o objetivo de se fortalecerem na corrida presidencial de 2010. Os dois articularam agenda pública comum para mandar mensagem de unidade e de capacidade de aglutinar forças políticas a seus partidos e adversários.A ideia é que já na próxima terça-feira Aécio e Ciro almocem juntos no Palácio da Liberdade, sede do governo mineiro, para dar publicidade à dobradinha. Os dois, que cultivam boa relação pessoal, têm conversado com frequência, no momento em que encontram dificuldades para colocar na rua suas candidaturas ao Planalto. Leia mais no Estadão.

Estarrecedor.

O helicóptero filmou mais fazendas destruídas no Pará e os guerilheiros do MST voltando para o seu acampamento. Teve que ganhar altura. Como no Morro dos Macacos, no Rio de Janeiro, os sem terra passaram a atirar. Se o clima ajudasse, o MST já estaria plantando coca no Brasil, assim como planta centenas de hectares de maconha. Com o apoio logístico das FARC colombianas. Parece ironia: a Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos) considerou o Estado brasileiro culpado pela não responsabilização dos envolvidos no assassinato de Sétimo Garibaldi, 52, agricultor morto em novembro de 1998 numa tentativa de despejo feita por milícias armadas em um acampamento do MST em Querência do Norte, noroeste do Paraná. Como a OEA se manifestaria sobre este quadro mostrado no vídeo? Condenaria os fazendeiros e seus empregados que viraram sem teto?

Marta deveria estudar. Até na Uniban.

Estava precisando alguém do PT vir a público para dizer um monte de bobagens sobre o caso da aluna da Uniban. Quem veio? Ela, a sempre derrotada Marta Suplicy. E reduziu toda a sua análise a decretar que o que houve foi um ato de machismo. A petista quis pegar uma carona no tema e entrou pela porta errada. Ali não houve machismo, dado que o número de mulheres presentes ao protesto era em grande número. Se quisesse fazar uma análise mais séria envolvendo as mulheres, deveria começar pelo triste exemplo dado pelas colegas da estudante. Marta Suplicy deveria voltar para a universidade e fazer uma pós-graduação. Os seus argumentos estão ficando ultrapassados e antiquados. Para ela, ao que parece, até um curso da Uniban ajudaria. Abaixo, alguns trechos do artigo, para você "relaxar e gozar".
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"Uma simples pergunta evidencia o machismo: Seria essa a reação da universidade se se tratasse de um rapaz se vestindo de maneira "inadequada", com coxas à mostra ou dorso nu?"

"Sobrou um pseudoconsolo: aqueles que dizem que mulheres, nos dias de hoje, não têm mais do que reclamar ficarão caladinhos alguns dias. Poucos dias, pois o tamanho da montanha a ser escalada, como pudemos todos verificar, é enorme."

"A desqualificação da estudante, feita primeiro pelos seus pares e depois pela universidade, evidencia por que as mulheres têm tanta dificuldade em trilhar o caminho do poder, seja ele político, seja empresarial".

Partidarização da mídia.

De Fernando Barros e Silva, na Folha:

Dilma Rousseff voltou a reclamar da "crescente partidarização da mídia". Disse também que, sem base social, a oposição é hoje quase apenas "midiática". A candidata do PT à Presidência ecoa o que Lula já vinha dizendo. O que pensar desse mantra governista? A "partidarização" de fato existe. E não só na mídia. Os fundos de pensão das estatais estão hoje nas mãos do PT. As próprias estatais foram aparelhadas de maneira inédita. E há as ONGs, quase sempre de amigos do partido, alimentadas na veia por verbas estatais. O terceiro setor também está partidarizado. Não é só. O PT de antigamente apostava na autonomia do sindicalismo e dos movimentos sociais em relação ao Estado. Não era o oxigênio da democracia? Hoje, o governo Lula cooptou -com dinheiro e cargos- os sindicatos e o que restou de movimentos social e estudantil. No Brasil lulista, com "tudo dominado", é irônico que só os partidos não sejam partidarizados. À sombra do poder, vivem misturados, como beneficiários da avacalhação institucional patrocinada por um governo moralmente leniente, mas muito popular, o que inibe a atuação da oposição, que, de resto, não sabe mesmo o que falar. Nesse ambiente imperial, por que a imprensa ficaria imune? Com publicidade oficial, Lula faz um arrastão nas chamadas mídias regional e popular, todas obedientes ao poder. Na internet, o lulismo multiplica seus funcionários voluntariosos. Há, por parte do Planalto, um esforço metódico para colocar a mídia a serviço do governo -para, numa palavra, partidarizá-la. A profissionalização da imprensa no país, que vinha ocorrendo, aos trancos, desde a redemocratização, nos anos 70/80, vive hoje um retrocesso. O ambiente senhorial, de atrelamento ou submissão aos poderosos, era visto como algo a ser superado por um jornalismo comprometido com o público, não com o Estado ou gângsteres privados. O PT pôs isso em xeque. Quem não está conosco é inimigo -essa é a lógica subjacente à fala de Dilma. Parece bolchevismo com atraso.

FGTS rende abaixo da inflação.

Não é apenas o salário praticamente congelado dos aposentados, assim mantido pela mão de ferro de Lula, que financia os programas populistas do lulo-petismo. Hoje os jornais informam que o FGTS está tendo o menor rendimento da história. Rendimento não! As contas do FGTS estao sendo corrigidas abaixo da inflação. Sem contar que o que sobra não poderá ser aplicado em ações da Petrobras, por exemplo. Lula jacta-se de ter tirado não sei quantos porcento da linha da pobreza. Cada vez que voce ouvir um petista falando isto, dê uma olhada no saldo do seu FGTS. E lembre que não são os ricos que estão pagando esta conta. É você, o assalariado brasileiro. Mais: não acredite muito nesta balela de financiar a casa própria com o FGTS. Dê uma olhada nos juros que a Caixa cobra e compare com os rendimentos do fundo. É uma vergonha.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

E Lula, vai declarar guerra à Colômbia?

No último domingo, Hugo Chávez convocou a Venezuela para se preparar para a guerra contra a Colombia, em função das bases militares americanas naquele país, que cortaram pela raiz qualquer iniciativa bélica que o ditador venezuelano poderia estar planejando. A Colômbia respondeu, novamente, de forma pacífica, remetendo a ameaça ao Conselho de Segurança da ONU. Resta saber se Lula vai mandar os nossos tanques, aviões e tropas para apoiar Chávez. Resta saber se o Senado brasileiro vai continuar aprovando o ingresso deste tirano no Mercosul.

Pobre povo brasileiro.

Conforme o previsto, Lula não falou da queda do Muro de Berlim, no Café com o Presidente. Para Lula e sua turma, o Muro estaria lá até hoje. No entanto, a puxação de saco foi grande. Especialmente em função do prêmio patrocinado pela Petrobras, pelo Banco do Brasil e pelo BNDES, que o locutor sintetizou como "para o melhor estadista de 2009". Já Lula respondeu como se fosse um prêmio "para o melhor economista de 2009". É mole ou quer mais?

Luciano Seixas: Presidente, nós estamos nos estúdios da EBC, em Brasília, e o senhor está em São Bernardo do Campo, em São Paulo. Na semana passada, o senhor esteve no Reino Unido, onde recebeu o prêmio de melhor estadista de 2009. Como é que o senhor se sentiu recebendo esse prêmio, Presidente?

Lula: Eu acho que o prêmio, Luciano, foi um prêmio para o povo brasileiro. Eu acho que toda a sociedade brasileira, que trabalhou muito, que acreditou que era possível o Brasil não sofrer com a crise como outros países sofreram, os empresários que acreditaram no Brasil, os intelectuais, os artistas. Eu penso que a sociedade brasileira fez por merecer esse prêmio. E por que é importante esse prêmio? Porque é um prêmio que dá visibilidade ao Brasil junto a outros países, que começam a ter mais confiança para fazer mais investimento no Brasil. Por isso, eu acho que foi o reconhecimento da seriedade com que todos nós, brasileiros, trabalhamos no ano de 2009.

Serra sacramenta discurso verde.

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), sancionou nesta segunda-feira, 9, lei que cria a meta estadual de redução de emissões de gás carbônico e pediu que o governo federal siga a "ousadia" paulista. "O Brasil deve ceder e pressionar os outros países. Não se trata de ajoelhar no milho ou se autoflagelar, mas de avançar em relação ao futuro", defendeu o governador. Leia aqui.

Uniban volta atrás.

Da Folha Online:

A Uniban (Universidade Bandeirante) revogou no início da noite desta segunda-feira a decisão do conselho universitário que expulsou a aluna Geisy Arruda, 20, hostilizada após usar um vestido curto. A decisão foi anunciada em nota, que não traz detalhes sobre o que fez a reitoria mudar de ideia. Leia a nota abaixo:

"O reitor da Universidade Bandeirante - Uniban Brasil, de acordo com o artigo 17, inciso IX e XI, de seu Regimento Interno, revoga a decisão do Conselho Universitário (CONSU) proferida no último dia 6 sobre o episódio do dia 22 de outubro, em seu campus em São Bernardo do Campo. Com isso, o reitor dará melhor encaminhamento à decisão."

De volta.

De volta, com 129 comentários para liberar. Aos poucos, vamos retomando. Obrigado pela paciência.

Blog cruzando o Brasil.

Estaremos cruzando o Brasil no dia de hoje. E cruzamos na noite passada os 1.700.000 acessos, em menos de dois anos. Dia 15, próximo domingo, estaremos completando o segundo aniversário. A semana promete. Em função da viagem, os comentários serão liberados na medida do possível. Obrigado.

Lula: analfabeto categorias 3 e 4 no Houaiss.

Quando gigantescas peças de dominós caírem sucessivamente nesta segunda-feira estarão simbolizando a queda do muro de Berlim e encerrando as comemorações dos 20 anos desse acontecimento, que acabou com a divisão da Alemanha e da Europa.Com esse ato simbólico terão fim as celebrações pela data no Portão de Brandeburgo, onde a chanceler Angela Merkel receberá estadistas para festejar à revolução pacífica que levou à queda da Cortina de Ferro e, menos de um ano depois, à reunificação da Alemanha. Obviamente, nem Lula, nem os seus amigos bolivarianos, empenhados em construir um novo muro que divida a América Latina do resto do mundo, estarão presentes. O ato solene acabará com o simbólico dominó gigante estendido por 1,5 quilômetros ao longo do traçado do antigo Muro de Berlim, cujas peças foram pintadas por inúmeros artistas e estudantes para lembrar a queda da Cortina de Ferro e o fim da divisão de Berlim, da Alemanha e da Europa.No começo da tarde, a chanceler alemã Angela Merkel acompanhada dos Prêmios Nobel da Paz Mikhail Gorbachev e Lech Walesa, irá ao antigo posto fronteiriço interalemão da Bornholmer Strasse, para dar um passeio pelo antigo traçado do Muro. Um russo que governou o maior estado comunista e um polonês que resistiu ao regime estarão lá, comemorando. A pergunta por aqui é se Lula vai ao menos citar o fato no seu Café com o Presidente. Ou será esperar muito de um analfabeto, no sentido 3 e 4 que Houaiss dá ao termo em seu dicionário?

Pergunta básica.

Pergunta básica: que ligação o PT e o governo Lula tem com a Uniban, em São Bernardo do Campo, que precisou a universidade expulsar a aluna que quase foi linchada no seu campus, transformando a agredida em ré, para que os movimentos sociais e as autoridades do MEC finalmente se mobilizassem? Quem está protegendo a Uniban para que ela tenha tanta coragem para afrontar a lei e a Constituição?

TCU na alça de mira.

Na verdade, uma comissão de juristas já está trabalhando desde 2008 para reduzit o poder de fiscalização do TCU. Uma comissão que está afirmando na Folha de São Paulo que o projeto foi "elaborado com total autonomia científica, sem quaisquer interferências do governo federal" e atendeu "à constatação das autoridades do governo de que há um esgotamento no modelo atual da administração pública que tem gerado dificuldades para a ação estatal ágil e com qualidade no atendimento às demandas sociais e do mercado."O secretário-geral de controle externo do TCU, Paulo Wiechers, diz que o órgão tem cumprido sua função constitucional e que o anteprojeto é apenas um esboço e ainda precisa ser aprovado pelo Congresso.O líder do PSDB da Câmara, deputado José Aníbal (SP), diz que, se o texto chegar ao Congresso cerceando o trabalho do TCU, não será aprovado. "É preocupante mudar as regras só para atender a uma postura do presidente Lula, que tem um viés autoritário e é avesso a críticas, por isso não quer que o tribunal nem que a imprensa investiguem." Um dos artíficies do projeto é o Prof. Floriano de Azevedo Marques Neto, que diz que houve total "autonomia" no estudo. Ele é sócio de uma grande banca de advogados, a Manesco, Ramires, Perez,Azevedo Marques Advocacia, com escritórios em Brasília, que presta bem remunerados serviços ao Governo Federal, especialmente à Casa Civil. Aqui, um parecer encomendado pelo Governo Lula. Os senadores, que têm acesso direto ao SIAFI, podem descobrir quanto está custando aos cofres públicos um projeto que visa, exatamente, deixá-los abertos para a corrupção desenfreada do governo petista.

Serra verde.

O governador José Serra (PSDB-SP) sanciona, hoje, a Política Estadual de Mudanças Climáticas. Entre outras medidas, São Paulo está se comprometendo a cortar 20% das emissões de gases-estufa até 2020, colocando o governo Lula contra a parede para a reunião da ONU, em Copenhague. Dilma Rousseff, refém do PMDB, não quer apresentar meta alguma na reunião.

Bolo.

Deu no Painel da Folha, mostrando que a "candidata" Dilma não gosta muito de povo. Nem mesmo da militância nada entusiasmada do PT.

W.O. Para conter o imenso assédio a Dilma Rousseff, os organizadores do encontro de prefeitos do PT com a ministra, anteontem, repetiam ao microfone que ela voltaria na parte da tarde ao local para atender ao grande número pedidos de fotos dos presentes. Só que ela não apareceu.

domingo, 8 de novembro de 2009

Desabafe.

O blog do Lula abriu área de comentários. Fui lá e testei. Quando quiser desabafar, passe por lá.
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PUTZ, é o BLOG CLONE! Está perfeito! Obrigado pelo aviso, Rejane Mel!

Aparelhamento escancarado no ENADE.

Além de ser estúpida e imbecil, a questão é mentirosa. A impresa internacional jamais confirmou a "previsão" de Lula, afirmando que a crise foi uma marolinha. A questão proposta deveria encerrar perguntando aos alunos:

"Colocar esta questão em uma prova, significa que houve, por parte dos organizadores, uma tentiva de:

( ) promover a imagem de Lula
( ) atacar a liberdade de imprensa
( ) ironizar o papel da imprensa na análise da crise financeira
( ) transformar uma mentira em verdade, já que a crise foi enorme no Brasil, que vai crescer 0% em 2009
( ) todas as alternativas estão corretas

Estes pequenos detalhes é que mostram o nível de aparelhamento que o estado brasileiro alcançou. Só faltava ser a questão número 13. Outro aspecto: o que esta questão mede em termos de conhecimento dos alunos? O que agrega na formação dos futuros profissionais? O objetivo é que os alunos errem a questão, já que ela é toda construída para isso? E não existe oposição no país para reagir contra isso.

Universidade ou presídio?


Este vídeo é de uma manifestação na Uniban, em abril de 2009. Está na rede. O que parece o ambiente? Não parece aqueles presídios, com as suas galerias, um pouco antes de um motim? O ambiente e o clima podem explicar o que aconteceu com a aluna da minissaia.

Lula admira Hitler e Khomeini.

"Há algumas figuras que eu admiro muito, sem contar o nosso Tiradentes e outros que fizeram muito pela independência do Brasil e pela melhoria das condições do povo (...). Por exemplo, o Hitler, mesmo errado, tinha aquilo que admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer (...). Não, não [respondendo ao repórter se admirava Adolf Hitler]. O que eu admiro é a disposição, a força, a dedicação. É diferente de admirar as idéias dele, a ideologia dele (...). Khomeini, não conheço muito a coisa sobre o Irã, mas a força que o Khomeini mostrou, a determinação de acabar com aquele regime do Xá foi um negócio sério".

Declarações de Lula, em entrevista à revista “Playboy”, em julho de 1979.
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Lula continua admirando os aitolás, trinta anos depois. No próximo dia 23, vai receber o presidente do Irã, que afirma que o Holocausto não existiu e que os judeus devem ser varridos da face da terra. Para isso, um dos seus objetivos é conseguir urânio com o Brasil, para produzir a bomba atômica. Neste semana, Lula voltou a chamar Hitler para o seu discurso. Não para dizer que o admirava, mas para tentar colar a figura abjeta do pior assassino da história na oposição ao seu governo.

Escondam a Dilma!

Da coluna de Danuza Leão, na Folha de hoje:

"Logo no início, quando Lula e sua mulher, d. Marisa, recebiam para jantar, os homens levavam uma garrafa de bebida, as mulheres um pratinho de doces, economizando dinheiro do país, lembra? Oh, demagogia, teu nome é Lula, teu nome é PT. Ok, passemos. Claro que não vou falar da prosperidade de Lulinha, nem de d. Marisa, que nunca fez rigorosamente nada -pelo menos para se distrair- em sete anos de primeira-dama, a não ser se vestir de verde e amarelo nas ocasiões propícias. Além do chapéu de palha que o casal tem a mania de usar, como se fossem dois roceiros, Lula se deslumbrou com ele mesmo, mas não aprendeu que, como presidente, não pode dizer "o Obama me disse", ou "falei no telefone com o Sarkozy"; ficaria mais condizente com seu cargo dizer "o presidente Obama", ou "o presidente Sarkozy". O Itamaraty não podia ensinar essas coisas? E não acredito que jamais o presidente Obama ou o presidente Sarkozy dissessem um descalabro desses. Mas o que me incomoda mesmo é quando Lula diz -e isso está se repetindo, ultimamente- que "eles" estão mordidos, "eles" estão com raiva -ou com seu sucesso, ou porque "eles" já sabem (é o que Lula acha) que vão perder a próxima eleição, ou sei lá o que, não importa; o que importa é o "eles". "Eles" quem? Presumo que sejam todos os que não são do PT, portanto inimigos. Lembro o dia em que Lula, já eleito, se encontrou com Bush. Foi com a estrela do PT na lapela, quando deveria ter ostentado a bandeira do Brasil. É como agora: espera-se que um presidente seja a favor do país para o qual foi eleito, não só ao partido que o elegeu. Nenhum brasileiro gosta de ser chamado, pelo presidente do seu país, de "eles", como se tivesse nascido numa terra inimiga. E para não dizerem que não gosto do PT, vou dar uma mãozinha na candidata de Lula: para ter boa votação, quanto menos Dilma Rousseff aparecer na TV, mais votos ela terá."

O PT imita Hitler?

Lula ficou descompensado com o fato dos tucanos estarem formando em torno de 4.000 militantes no Nordeste. Comparou o método aos usados por Hitler. A iniciativa não tem nada de nazismo e o presidente, com esta declaração, escancarou o "analfabetismo" que lhe cravou Caetano Veloso e o "autoritarismo popular" que lhe colou Fernando Henrique Cardoso. Os métodos criticados por Lula são amadores perto daqueles utilizados pelo PT, que se orgulha de estar formando 100.000 militantes em todo o país. É a assustadora Escola de Formação do PT, cujo projeto pedagógico é uma mistura de chavismo com castrismo, com componentes explícitos de nacional-socialismo, que consome fartos 10% de todos os recursos arrecadados pelo partido. Lula odeia a formação convencional, aquela em que o mérito leva ao diploma. Lula quer é a Escola de Formação do PT e as suas técnicas de lavagem cerebral e de formação de fanáticos capazes de lamber os seus pés. Gente pra botar pra quebrar. Gente pra tocar o horror. Gente para entrar e arrebentar, semelhantes aos piquetes de porta de fábrica que ele tão bem comandava. Nas eleições de 2008, somente no Rio Grande do Sul, o PT "formou" dois mil candidatos e "agentes" envolvidos no processo eleitoral, em 48 cursos, onde foram distribuídos 700 livros intitulados "O Modo Petista de Ação Parlamentar”. Os cursos de formação do PT só faltam ser encerrados com um "Salve, Lula". Em 2010, Lula não precisará chamar a CUT, o MST e as outras quadrilhas que gravitam em torno dele, como ameaçou. Bastará fazer um discurso inflamado convocando os seus 100.000 soldadinhos.
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Entrevista imperdível no Estadão. Leia aqui.

Conselho Universitário da Uniban.

A foto acima é a encenação de um apedrejamento no Irã. Bem que poderia ser uma foto da reunião do Conselho Universitário, que " é o órgão colegiado de maior destaque na estrutura administrativa da UNIBAN, com poderes de decisão sobre questões relacionadas ao patrimônio moral e cultural da Universidade...", que expulsou a aluna que ousou usar uma minissaia nas suas dependências.

Cabeça de juiz.

Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal, deverá ter o voto de desempate, decidindo se o assassino italiano Cesare Battisti será ou não extraditado para pagar pelos seus crimes no país que o pariu. É um julgamento diferente, que não tem maiores impactos internos. Assim como o caso dos boxeadores cubanos, será lembrado de quando em vez, no futuro. No entanto, é uma oportunidade e tanto para que o ministro limpe a sua barra com a esquerda brasileira, que o tem demonizado. Gilmar Mendes, em alguns momentos, tem mostrado que pode vir a se aventurar em uma "quadra política", como diria o seu colega que fala com um ovo na boca, Marco Aurélio de Mello. Seria capaz o presidente do STF de libertar um assassino para ganhar a simpatia da esquerda brasileira, que tanto o odeia?

Máfia brasileira.

A máfia, como primeiro aviso, sequestrava um familiar: um irmão, por exemplo. Com isso, obrigava o policial a entrar no esquema, tornando-o um aliado, à base de chantagem e ameaças. O Estadão noticia que pegaram o irmão do presidente do TCU, que trabalhava na Funasa do Ceará, em um esquema de obras superfaturadas e de lobby. A máfia brasileira precisa acelerar o seu programa. Ou os fornecedores começarão a gritar.